Vc Nao sabe o quanto eu te Considero

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Tem certas coisas que eu não sei dizer...

PRECISO DE VOCÊ AQUI

Você nem percebe quando eu preciso de você.
Você não percebe o meu tom de voz diferente,
Os meus abusos, as minhas cobranças.
Você realmente não percebe quando eu preciso de você.

Você só percebe que eu estou diferente,
Você nota que eu não estou no meu estado normal,
Você sente que eu estou irritada, triste, abusada,
Mas você não nota que eu estou pedindo você.

Esse é o meu pedido de socorro silencioso.
Poucas pessoas têm a capacidade de escutar a minha voz nesse caos emocional,
Você nunca teve essa capacidade, é verdade,
Mas é que tudo mudou tanto,
Que eu pensei que você tivesse aprendido a ler o meu olhar.

E é nesse momento que você mais se afasta de mim,
É nesse momento que eu me vejo mais só,
É nesse momento que eu me sinto mais só,
É nesse momento que eu mais preciso que você não me deixe só.

Mas, você não percebe na minha voz o socorro subliminar,
Você não entende a ansiedade dos meus olhos,
O movimento dos meus pés nervosos,
A minha respiração curta e rápida.

Você até percebe,
Mas faz a leitura ao contrário e vai embora,
Eu sei que é difícil ficar...
Mas eu preciso tanto de você quando estou assim.

Preciso tanto da sua segurança quando estou perdida,
Preciso tanto da sua graça quando estou triste,
Preciso tanto do seu respeito quando me desprezo,
Preciso tanto do seu carinho quando parece não haver mais caminho,
Preciso tanto da sua paz quando tudo para mim é caos.

E você nem percebe que eu preciso tanto de você assim!
E me deixou sozinha,
E aceitou a minha decisão,
E concordou com a minha falta de razão,
E eu…tentando fazer você entender que eu preciso tanto de você aqui.

Se você não se importasse
Com o que aconteceu comigo
E se eu não me importasse com você
Nós iríamos fazer zigue-zague em nosso caminho
Através do tédio e da dor
Ocasionalmente espiando a chuva
Desejando saber qual dos vagabundos culpar
E observando os porcos voarem

Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova
Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir embora
Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar
Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta
Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim mais vivo

Eu não sei o que dá na cabeça de um sujeito desses te fazer triste assim.
(Olhos líquidos)

Estar vivo provoca receios incessantes. E delícias incessantes também. Eu, embora não pareça, muitas vezes fico bichinho assustado e inseguro, lutando bravamente contra um complexo de inferioridade e uma autocrítica que me persegue desde que me entendo por gente. Quando estou assim, frágil, o medo é de tudo: de não ser justa comigo ou com alguém, de não enxergar as pistas, de brigar por causas erradas. E em outros tantos momentos eu sei exatamente o que eu quero e defendo isso veementemente; uma leoa. Paradoxo total, eu, você, todos nós.

Invés de ficar, por exemplo, assim sentado “ah, mas eu não consigo nada, mas é tudo tão difícil.” Difícil vírgula. Se você está afim de fazer alguma coisa, você faz, entendeu? Não tem essa de que está difícil. Por mais difícil que seja.

Eu não posso ser comprado, mas posso ser roubado com um só olhar. Eu sou inútil para um, mas inestimável para dois. O que sou eu?

E eu caio fácil nessas armadilhas. Fazer o que se eu fico fraco quando o olho brilha ? E ele não mente. Por mais que a mente se negue, enganar o que o coração sente, quem consegue ?

Eu nunca quis agradar às multidões: pois aquilo que eu sei, elas não aprovam; e aquilo que elas aprovam, eu não sei.

Eu não posso prometer consertar todos os seus problemas mas eu posso prometer que você não terá que encará-los sozinho.

Quis me perder, quis ser outra, que não eu mesma, mas esbarrei em mim por todas as saídas de emergência.

Se quer mesmo saber de mim

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Nasci para poucos e morro por quase ninguém. Contradigo-me em passos de dança invisíveis, enlaçando pernas e prendendo bocas, querendo muito e gostando tão pouco. Não é insatisfação ou sofrimento, é só um tudo ao mesmo tempo agora que não respeita amor de menos, não aceita um gostar pouquinho e querer às vezes. Uma intensidade que não se conforma com noites únicas de começo, meio e fim. Se estou aqui é pela música, pela companhia, pra me perder. Jamais pra desperdiçar uma noite com quem não sabe conversar.
Não me pergunte o que eu faço da vida, isso é banal, é triste, é comum. Queira saber o que me faz feliz, meu ponto fraco pras cócegas. Não pergunte o que me dá dinheiro, porque este é o menor dos meus sucessos. Esqueça meu nome verdadeiro, se eu venho sempre aqui, se estou gostando da música. Agir sem naturalidade é o seu maior fracasso.

Se é mesmo importante que eu responda as perguntas que tanto desprezo, se definir o que sou vai te fazer mais feliz, se quer mesmo saber de mim, comece pelas entrelinhas. Pelo não dito. Pelo movimento dos cílios e as pupilas dilatadas, os olhos nervosos que não se fixam, o modo de apoiar o peso do corpo em uma das pernas e me preocupar com o cabelo. Olhe para as mãos que não sabem repousar e a voz que desafina. Por favor, sou tão ridiculamente fácil de decifrar e ainda insistem em seguir pelo caminho errado. Exponho-me tanto e ainda querem uma cartilha.

E fazem isso porque amam de relance, querem no momento e só por desafio. Porque têm preguiça ou medo de cumplicidade e acreditam perder a noite se optarem por se apaixonar pelo próprio ego. Porque perdem oportunidades de se calarem quando é papel dos olhos falar.
É por isso que eu estou sozinha nesse mundo de luzes e pessoas. É por isso que eu saio de casa e minha roupa não precisa agradar ninguém além de mim. Porque não deixo o calor da minha rotina pra ser prenda em vitrine.

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Mas se quiser mesmo saber de mim, experimente não me perguntar. E talvez assim desperte minha vontade de contar.

Sam: Eu não sei o que está errado comigo. Eu acho... que eu preciso de ajuda.

Dizer o que depois do que foi dito? Argumentar o que? Eu não amei aquele cara, eu tenho certeza disso! Não era amor. Então era o que? Eu estava feliz, estava tranquila, estava bem sintonizada, e levei uma porrada. Ah, sensação horrível... Não era amor. Não, não era amor, era... era uma sorte, uma travessura... uma sacanagem. Eram dois celulares desligados. Não, não era amor, não. Era inverno, era sem medo. Não era amor. Era melhor.

Faça o que fizer, não me deixa enjoar! Eu enjoo de biscoito recheado, de Nescau, de bolinho, mas de uma pessoa, de uma história... não me deixa sentir isso, não mais.

Eu queria era dizer diferente, aquilo que todo mundo sente,mas não, consegue expressar

Eu não quero palavras e nem insinuaçoes,porque palavras se vão ao vento,e insinuaçoes se acaba com o tempo.
Eu quero atitudes.

Pra que eu vou perder meu tempo com um que se faz de cego? Eu não hein. Pra que vou tentar insistir em você, se você não faz o mínimo de esforço para me ver?

Jamie: Não quero que nada aconteça com você.
Claire: Não me importaria com a dor.
Jamie: Eu me importaria. Poderia aguentar a minha dor, mas não a sua.