Vc Nao sabe o quanto eu te Considero
MIMO
Se da tua companhia eu privasse,
para mim serias o tudo que alguém,
pode ter.
Serias o ar, o calor, o carinho o
bem maior.
Somando tudo, serias o amor.
Passearias pela casa, como uma rainha,
por seu palácio.
Teu trono,o meu coração aonde o meu amor
por ti mora, lá vives.
Ali, a tua presença é constante és o mimo,
és o amor que eu nunca tive.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Eu te entreguei o meu corpo, a minha inexperiência, o meu amor, e o que você fez? Você foi embora, sem falar nada, jogou o meu amor fora como quem joga lixo. Talvez por não ter coragem de mostrar o que têm aí, se é que tinha alguma coisa direcionado aí pra mim. Sabe, como que alguém pode dizer que ama repetidas vezes a outra pessoa e depois fazer isso do nada? E eu te juro que o me deixa mais perplexa é que conversamos estávamos bem, pelo menos era o que estava pensando. Mas eu é que fiz de tudo pra não enxergar o que tava acontecendo bem debaixo do meu nariz. Sabe aquela velha história de quem quer da um jeito? Pois é, eu meio que passei a ignorar essa verdade, mesmo porq só eu procurava, e como eu estou vendo agora só eu sentia também. Não, não pense que eu estou te culpando por não ter me amado de volta, ninguém pode obrigar ou se obrigar a amar outra pessoa da forma que a gente quer. Você têm culpa sim, mais é de mentir pra mim, de me iludir com palavras que você tava longe de sentir, e foi isso que mais doeu.
Quem dera eu ser música para tocar os corações, iluminar as mentes, despertar as emoções e ser entendido por todas as línguas.
Conformismo?
De certo ponto é sim.
Mas também é a compreensão que o mundo foi injusto antes de eu nascer e ainda será injusto depois que eu morrer.
Portanto, por mais que eu lute para mudar esse quadro não posso deixar de aproveitar as coisas boas da vida.
Faço a minha parte, mais não deixo as angústias do mundo me corromperem criando um ser amargurado, rancoroso e revoltado com a vida e com todos.
Afinal de contas, se isso acontecer, eu vou mais atrapalhar do que ajudar o mundo!
Nesse sentido, o oposto também se aplica: Se soubermos o que é a felicidade.
Se buscarmos vive-lá
compartilha-lá
e espalha-lá
poderemos assim estender essa mesma felicidade a todos.
E é aí que eu começo a mudar o mundo.
POR TI
Por ti eu vivo doidamente
Por entre as vielas e becos da vida
Busco guarida em qualquer sorriso
Que a mim parece seu gosto fremente.
Envolvi a alma de antigas auroras
E nas calmarias da noite quando a vida chora.
Abro a janela em busca de uma sombra.
E de manhã vou em busca de suas passadas nas alfombras.
Nada há, portanto, só na memória.
As penas de te ver saindo a toda hora
É como visões de um pesadelo que se repete.
E choro minhas ilusões perdidas, com que
Sua lembrança tece... Eu também vou indo.
Espere-me! Também estou eu partindo.
JOANA DE OVIEDO - Direitos Reservados
do livro Caminhos na face.
Ascendência
Eu, filho do caos e da isolamento,
faço deste pequeno e ínfimo verso
nascido em meu lúgubre universo,
meu último testamento.
Meus sentimentos jamais serão perdoados.
Detentores de natureza renitente,
Estes são meus pecados.
Quando elas me gritam,
meu peito dói.
Não suporto mais isso.
Quero acabar com essa dor que me destrói.
Eu, filho do amor e da exaltação,
hei de enterrar em meu túmulo
todo sentimento que em acúmulo
me levou a pecar contra meu coração.
O céu jamais se fez azul sobre minhas pestanas.
Mas quando o encaro, peço que me mate.
Que em meu túmulo se enterrem mentes insanas,
e assim como meu sangue se façam escarlate.
A constrição aumenta em meu peito.
Em meu quarto se mostra desconfortável sensação.
Recende a solidão.
E mais uma vez, a morte atavia o meu leito.
Eu, filho do rancor e da ardente paixão,
Renuncio toda dor.
Amaldiçoo todo amor
que me levou a cair em depravação.
Quando tamanho sofrimento
descera sobre minh'alma,
senti o último momento
em que me fora roubada a calma.
Abnego minha existência.
Já não sinto mais inevitável
vontade de com meu eu ser afável.
Em meu calvário se pagara a penitência.
Eu, filho do ver e da verdade,
através de meus versos encontro piedade.
Oriundo da terra, verdadeiro colo,
anuncio meu retorno ao solo.
Meus olhos, frutos da própria terra,
vis criaturas peçonhentas
que na verdade encontram tormentas,
sua Ascenção encontram na guerra.
Se ao teu ver, minha existência enfraquecida,
em meus olhos, expressão da realidade,
se encontre tamanha debilidade,
toma tua foice, ceifa a estéril vida.
Eu, filho da vida e da própria morte,
a quem rejeitara a própria sorte,
tornara-me da dor, escravo passivo.
À noite, sofredor cativo.
Quando em meu andar
eu hesitar em dar o primeiro passo,
deixe que em meu penúltimo ruflar
se desfaça esse eterno laço.
Elas, cujas lâminas marcam em meu braço
a falta de um único abraço
gritam o notar da minha ascendência.
Seu nome, depressão.
As horas passam e já é tarde; novamente "SEXTOU" e eu aqui querendo saber em que "OPEN BAR" encontrar meu amor !?
Como eu queria estar ai.
Por alguns segundos te ver sorrir.
Ouvir o tom de sua voz.
Senti o amor que houve entre nós.
Sentir a calma de estar com você.
Ouvi tudo que tinha pra me dizer.
Olhar seu sorriso no rosto.
Senti todo amor d'novo.
Mais esse mundo foi cruel.
Em um piscar de olhos.
Te levou pro céu.
Hojé já não nos vemos mais.
Mesmo assim o meu amor aumenta cada dia mais .
Sei que logo estaremos juntos.
Vivendo um sonho profundo.
Brincando, sorrindo e chorando.
Demostrando esse amor tão insano.
O problema é que já tem alguém do seu lado
E eu me sinto tão errado em tentar me aproximar
Por isso mantenho a distância necessária
Pra que não se esqueça, minha cara
Que ao meu lado é um bom lugar
Mais que isso eu não vou fazer, não
Apesar de querer
Eu lembro do seu sorriso safado até hoje, sinto carinho, gratidão, paixão. Contudo, já me conformei com o fato de que não irei vê-lo novamente, aceitei, finalmente, que é mais sadio preservar as boas lembranças a construir lembranças novas. Além disso percebi que apesar do que vivemos parecer muito, ainda é insuficiente, pode até ser bastante, mas não é extraordinário - não é insubstituível.
É o que o que eu sinto tem nome, tem forma, tem sentido. Eu desejo a liberdade, eu desejo caminhar sem algemas. Desejo ser eu mesma e doa a quem doer, eu serei.
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco eu encho o copo e seco
É no buteco que eu esbanjo de felicidade
É no buteco que eu choro de saudade
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco que eu escuto um modão
É no buteco que eu bebo um litrão
é no buteco que eu afogo a minha paixão
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
poeta Adailton
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