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Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

Cerca de 556266 frases e pensamentos: Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

Acolho a brisa mansa da saudade de um amor que se foi sem dizer adeus.

Inserida por romatos

⁠A gratidão que me emociona é aquela que consegue superar todo o Mal que contra nós um dia foi dia lançado.

Como tal resplandeço na Luz do amanhecer em todas as mãos que se erguem, e faço tatuagens eternas em silêncio, numa enseada de Amor, elevando meus braços ao céu, firmando e confirmando minhas preces por todos os meus Irmãos.

Inserida por sofia66

É muito bom andarmos num caminho que foi escolhido por nós mesmos, não importa se as pegadas serão curtas ou se correremos, se haverá somente dias de sol ou noites trevosas.

Por mais angustiante que seja, sempre conheceremos os atalhos, as descidas, subidas e curvas sinuosas.

E quando recuar for preciso saberemos o ponto de recomeço, não teremos a quem culpar se a chuva molhar ou a poeira for densa,é assim que a responsabilidade chega e nos impõe o amadurecimento, e nessa mesma estrada, se providos de bom senso nos ouviremos, prestaremos atenção em quem é o viajante e como algumas angústias podem ser o princípio do autoconhecimento.

Inserida por RitaCeli

A VIGILÂNCIA SERENA SOBRE O QUE JÁ FOI SUPERADO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A reflexão que afirma que alguém não deve tropeçar no que já está abaixo de si não é um chamado ao orgulho, e sim um convite à brandura interior. O que está abaixo representa etapas vencidas, dores que já compreenderam seu lugar e aprenderam a silenciar. Contudo, cada vitória moral é sustentada por uma disciplina fraterna, jamais por altivez.

Quando olhamos para o próprior caminho com humildade, percebemos que ninguém progride sozinho. Os aprendizados vêm do contato com outros seres, das circunstâncias que nos moldam, e da benevolência que recebemos em momentos de fraqueza. Portanto, manter vigilância não significa erguer muros, mas caminhar com cuidado para não ferir a si mesmo nem aos outros. É reconhecer que a alma humana ainda traz áreas sensíveis que precisam de cuidado, e que o progresso espiritual é sempre uma construção comunitária.

Já ensinava Allan Kardec que o avanço do Espírito se realiza pela educação contínua e pela caridade recíproca. Assim, mesmo o que já parece resolvido em nós merece atenção, não como ameaça, mas como lembrança de que somos seres em aperfeiçoamento constante. A fraternidade que exercemos com o mundo deve refletir se também em nossa própria intimidade, acolhendo nossas partes frágeis sem julgamento severo.

A verdadeira grandeza não está em se sentir acima de algo, mas em caminhar com serenidade, humildade e afeto, compreendendo que cada passo pode ser uma oportunidade de servir, aprender e crescer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠CAPÍTULO II – O COLÓQUIO DOS QUE NUNCA PARTILHARAM A LUZ.

“Foi apenas um sorriso... mas a eternidade se abriu por um instante e teve medo.”

I. O Sorriso que não Sabia Ficar.

Era uma noite sem lua — mas com vento. Camille desceu ao porão mais uma vez, como se a noite lhe pertencesse, como se a escada soubesse o peso da alma dela. Joseph já a esperava, não como quem aguarda alguém, mas como quem reconhece o inevitável.

Ele estava com as mãos sujas de tinta seca. Rascunhava em uma parede uma frase:
“Deus não nos condena — nos observa em silêncio.”

Quando ela chegou, ele se virou com a lentidão dos que não se acostumam à presença.

— “Trouxe as flores?” — perguntou ela, com a voz baixa, quase como um lamento que queria parecer alegria.

— “Roubei-as do cemitério da rua de cima. Ninguém sentirá falta. Estão todas mortas lá... inclusive os vivos.”

Camille sorriu. E o sorriso dela doeu.

II. Colóquio no Escuro.

Sentaram-se frente ao outro. Ele a fitava como quem se vinga da luz, por amá-la demais e ao mesmo tempo temê-la. Ela recostou o queixo sobre os joelhos.

— “Sabe o que me assusta, Joseph?”
— “A vida?”
— “Não. O que há dentro de mim quando você sorri.”
— “E o que há?”
— “A vontade de viver. Isso me assusta mais do que morrer.”

Ele engoliu em seco.

Camille segurou uma de suas mãos, não para apertar, mas para impedir que fugisse de si mesmo.

— “Prometa que se eu morrer antes, você não escreverá sobre mim.”
— “E se eu prometer, você viverá mais?”
— “Não. Mas saberei que ao menos você me amou em silêncio, e não em frases soltas por aí.”

III. Instante Suspenso na Poeira.

Joseph sorriu. Não muito. Apenas o suficiente para que o mundo inteiro parasse por um milésimo de eternidade.

Camille, deitada agora sobre um lençol rasgado, observava os traços dele à meia-luz de um lampião antigo.

— “Por que você sorriu?” — perguntou.
— “Porque me senti feliz.”
— “E por que o medo veio logo depois?”
— “Porque a felicidade não é para nós, Camille. É como o fogo para quem vive em papel.”

Eles não falaram mais por um longo tempo.

Só o ruído do lampião, e o rangido suave da escada apodrecendo com os anos.

IV. Promessas no Fim do Tempo.

Antes de subir de volta à noite, Camille parou no degrau mais alto, olhou para ele como quem olha do fundo de um abismo invertido — do alto para o que está enterrado.

— “Joseph...”
— “Sim?”
— “Prometa que você não sobreviverá muito tempo depois de mim.”
— “Você quer que eu morra?”
— “Quero que não me esqueça. Nem mesmo para viver.”

Ele assentiu. Não era promessa. Era sentença.

V. Felicidade Medrosa: O Amor que Pressente a Perda.

Eles foram felizes naquele instante.
Mas era uma felicidade assustadora, como a criança que descobre por um momento que os pais podem morrer.
Ou como o prisioneiro que vê uma fresta de luz — e teme que ela revele que o mundo lá fora nunca o esperou.

Camille e Joseph sabiam:
Quanto mais se amassem, mais doloroso seria o silêncio que viria depois.

E ainda assim... sorriram.

Com medo.

Mas sorriram.

“Diziam que era apenas um romance soturno... mas era um universo inteiro tentando amar sem voz.”

Fragmento atribuído a Camille, encontrado sob um retrato queimado.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DE GRATIDÃO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Agradeço por tudo o que me foi dado, até mesmo pelo que chegou envolto em sombras. Cada instante, claro ou turvo, veio como lição silenciosa moldando a tessitura do meu espírito. Agradeço pelo alento que sustém a vida, pela respiração que me devolve ao presente, pela claridade que insiste em nascer mesmo sobre o solo das inquietações humanas.

Agradeço pelo que floresceu e pelo que se desfez. O que se perdeu ensinou a escuta interior. O que permaneceu ensinou a fidelidade aos valores que silenciosamente me sustentam. Agradeço pelas mãos invisíveis que orientam meu passo quando minha visão declina. Agradeço pelos intervalos de quietude onde a alma se aquieta e reencontra sua própria dignidade.

Agradeço pela dor que me depurou, pelo amor que me elevou, pela esperança que murmura mesmo quando o dia se apaga cedo. Agradeço pelo caminho, ainda que irregular, porque nele encontro o chamado para ser mais íntegro e mais consciente.

Agradeço pela vida que pulsa sem alarde. Agradeço pela força que me atravessa. Agradeço pela presença silenciosa que me envolve como claridade antiga. Agradeço porque, no íntimo, descubro que tudo o que me toca deixa algum vestígio que amplia minha compreensão e aprofunda meu sentido de existir.

E ao agradecer, ergo minha voz íntima ao que me transcende, reconhecendo que cada passo, cada pensamento e cada amanhecer se unem como fios de uma mesma tapeçaria espiritual. Assim sigo, com o coração inclinado, celebrando a grandeza do simples e a grandeza do eterno que habita em mim, avançando rumo à luz que concede a sensação mais rara de perdurável imortalidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A fé nos revela que a aparência não importa, tendo em vista que o visível foi criado pelo que não é aparente. Somente o homem de fé discerne entre o real e o ilusório, entre o que é da carne e o que concerne ao Espírito!

⁠A viagem.

Viajei para dentro de você.
Foi lá que me encontrei.

Inserida por ricardo_mellen

O meu pecado foi te desejar no primeiro olhar, me entregar ao primeiro toque, me apaixonar no primeiro beijo e te perder ao primeiro erro.

Inserida por yhuldsbueno

A Arma.
A arma mais devastadora já foi inventada há tanto tempo que se tornou esquecida, apesar de estar sempre ativa passa despercebida, mas tem o dom de ferir mais do que mil bombas e ser mais devastadoras que o próprio apocalipse.

Essa arma e a palavra e sua tecnologia a língua, ambas são capazes de destruir de forma catastrófica, famílias, amizades, empregos, cidades, estados, país e o mundo, tal e seu poder midiático.

Respeitar o espaço para ser respeitado, lutar por igualdade sem ser desigual ao próximo, instigar sem desrespeitar o outro, saber que cada ser tem sua individualidade, crença, sua cultura e costumes que devem ser respeitados por quem segue e por todos a sua volta.

A língua deve ser mantida em seu lugar, pois sua ação desmedida já ocasionou guerras, tragédias e dramas. Uma palavra dita fere mais do que a pior arma já inventada, o ferido não esquece a ferida cicatriza, mas continua doer. Não seja você a ferir alguém guarde para si, para não magoar um filho um ente querido amigo colega de trabalho, pois você o esquece, mas ele nunca se esquecerá de você!

O preço da palavra mal dita se paga durante a existência nem antes e nem depois, mas agora!

Inserida por yhuldsbueno

Depois de todo companherismo, no final o marinheiro foi deixado para trás, esquecido e a deriva, a desculpa o bote era pequeno demais não tinha espaço para mais um. Cuidado muitas vezes tua dedicação e fidelidade não seram valorizadas no final.

Inserida por yhuldsbueno

⁠A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Guasu, foi um dos eventos mais marcantes da história sul-americana.

Entre 1864 e 1870, quatro nações: Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, se envolveram em um conflito que deixou cicatrizes profundas na região da grande província de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, foi o passado o palco central da guerra.

Homens, mulheres e jovens lutavam, cada um defendendo sua pátria e seus ideais.

Os Impérios se confrontavam, e a Europa observava atentamente, com França, Inglaterra, Espanha, Portugal e até os Estados Unidos acompanhando o desfecho deste conflito. Batalhas épicas e históricas foram travadas em locais como Riachuelo, Colônia dos Dourados, Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, até o desfecho final na última batalha do Cerro Corá.

Quem venceu, quem perdeu, quem foi o culpado e o inocente, essas são perguntas que ainda ecoam no imaginário popular. As histórias e lendas da guerra se misturam com o cotidiano das pessoas, e os tesouros pós-guerra, reais ou imaginários, alimentam a curiosidade e a esperança.

A fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com seus caminhos, estradas e povos diversos, guarda a alma daqueles que partiram e as cicatrizes dos que ficaram.

Os eventos que o tempo não apaga se tornaram parte da formação socioeconômica dos povos, influenciando o desenvolvimento cultural por gerações.

Inserida por yhuldsbueno

⁠O impossível é tudo que ainda não foi experimentado ou executado por alguém, que se o fizer tornará o impossível em possível.

Inserida por yhuldsbueno

Um casamento que termina por motivos banais, na verdade nunca foi um casamento, pois quem ama resiste a qualquer problema, afinal a família é um projeto de Deus!!!!

Inserida por orismende

⁠⁠Será que em 2 (dois) anos de Pandemia não foi suficiente para mostrar que o Sistema Capitalista não é tão forte como aparenta ser, que a Ciência não é tão rápida quanto demostra, que nos os EUA a desigualdade Social e o Racismo Estrutural está presente, que a China já é maior economia Mundial, que as famílias não são tão unidas como demostravam ser, que a África continua sendo um continente onde a desigualdade e a miséria reina, que ninguém saiu vencedor nas Guerras do Oriente Médio, que em muitos países os Direitos Humanos são negados. Que pessoas ainda criam guerras por religião "O mundo não estão livres de Guerras, Pandemias, Ditaduras e Misérias.

Inserida por orismende

⁠Nunca foi sorte, foi foco. Foco no objetivo a ser alcançado. E Deus no comando.

Inserida por Dicinho

⁠A cruz foi elo que me ligou a Cristo, ninguém faria o que Ele fez. Entregou-se a morte por amor a humanidade e até mesmo daqueles que diziam crucifique-o.

Inserida por emerson_silva_2

De todas as dores que senti, a mais forte foi do coração. Ninguém soube explicar. Nem eu mesmo sabia a reposta.

Inserida por Fernand0S

⁠⁠O DRAGÃO AMOROSO
*
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QUIS não saber... me foi dado conhecer
"Existe um dragão ao fundo adormecido"
Há muito circula por aí; um ditado que diz
Dentro de todos nós existe, enternecido
*
*
Dragão amoroso, que acautelado, protege
Na medida tosca, equilibra, enaltece
Nem ao céu nem ao mar, antes controlar
Se a fera se soltar... fere, enlouquece
*
*
Oh, Poderosa luz do meu ser! Me proteja
Em meio a tamanha ira e fugaz revolta
Em meio a desatinos, minha boca enseja
Oh, meu lado bom! Volta, volta!..
*
*
poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6

⁠Ausência {soneto}


Bom dia! Pra onde foi a poesia?..
Se não consigo ver as borboletas...
Se as crianças agora espoletas,
Não pensam em doce-ambrosia...

Bom dia! Pra onde foram os pássaros?..
Se não os vejo celebrando o dia...
Se esconderam com a poesia?..
As aves e homens são muito raros.

Se as palavras pudessem consolar...
Mesmo que pudessem a alma ferir...
As feridas haveriam de estancar...

Se homens pudessem voar, voar...
Se palavras homens pudessem ferir...
E se toda poesia pudesse retornar...

poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6