Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
A GOTA 01 (poesia)
A gota
Que pingava
Da folha
No mato
Foi sereno
Da madrugada
Do sumo
Da noite
Enluarada...
A GOTA 05 (poesia)
A gota
Que pinga
No mar
Pareceu-me
Ser pouca
Mas foi
Suficiente
Pro mar
Transbordar...
Foi basicamente assim que fiquei conhecida, nos meus já maduros 32 anos, sem imóvel, sem emprego em horário integral, marido nem filho para exibir – a quintessência da ovelha negra da família.
Quando você foi ignorado e rejeitado
e alçancar o sucesso e a glória
Você olhará para trás e vai lembrar
que tudo de ruim que aconteceu valeu a pena para você ser o que é hoje.
Plantar para côlher
Sei que o tempo passa
Que permanência é ilusão
Que o que foi não volta
Que o futuro é escuridão
É um segredo que depende
Da decisão que se toma no presente
Onde se planta a semente
Para ter paz no coração.
Que ao tirar a máscara, jamais esqueçamos de quem foi olhado nos olhos com a mesma veracidade de um abraço, um carinho e tanto respeito... e que o olhar nos olhos se torne um hábito! Em casa, com os amigos e em todo lugar ... Reconstrua-se! Olhe nos olhos!!
Tô perdendo as forças
As forças que nunca tive
Como detetive investigo
Onde foi que eu errei
Saudades do passado? Eu sei
Tempo bom que não volta mais
Hoje apenas queria ter paz
Sendo assim me sinto incapaz
Até sei, a vida que tenho não me satisfaz
Sigo o clichê de ouvir que não devemos desistir
Me pergunto qual é o motivo pra insistir?
Se é nulo a vontade de existir...
Eu ja peguei aquele velho navio
Não foi o navio do Baleiro
Foi navio sem destino
Navegarei a deriva
Talvez eu descubra poesia no mar
Que sejam devaneios
Não me importo
Amar também é sofrer
O doce sofrimento
Mesmo que eu não encontre continente
Farei do mar
Meu abrigo
Meu refugio
Minha companhia ao entardecer
Contemplarei a beleza do sol sobre o meu mar
Tocarei um bolero
O bolero de Ravel
O que me interessa são as lembraranças dos teus poemas
As margens do rio Paraiba
Já não tenho medo da solidão
Tornei-me amante do mar
Amigo dos bichos desse mar
Poeta do sol eu sou
O mar não tem roupa
O vento não mora aqui
Ele sopra e vai
A chuva é agua que desagua no rio
Rio que corre pra o mar
Chuva é também tormento
Que atormenta em noites escuras
Noites sem lua
Sem estrelas
Sempre nua
Serenata do amor de nós dois
Deixar de ser
Hoje foi mais um dia daqueles
Daqueles que você nunca sabe
Aqueles dias que você nem sabe
Que realmente dia é.
Hoje eu não consegui ver o sol
Hoje talvez o sol nem tenha aparecido
Hoje quem sabe nem tenha sido dia
Quem sabe talvez eu nem tenha sido eu.
Será possível não ser eu?
Será realmente possível não se ser?
Será possível desnascer? (existe?)
Será que dá pra desviver?
Hoje o sol não me visitou como faz de costume
Hoje não houve fresta, não houve claridão pela manhã
Não houve sequer uma olhada de canto
Não se ouviu nenhum canto.
Afinal, o que houve hoje?
Ontem, o que haverá amanhã?
Porquê não se sabe, não se dá pra saber?
Como vou saber o hoje, o ontem e o amanhã?
Se eu mesmo não sei de mim?
Se eu saio de mim?
Se não gosto de fins
Se eu nunca estou afim?
O que será de mim?
Muitos que chegaram ao topo achavam que tinham encontrado a plena felicidade. A decepção foi perceber que ela se encontrava no primeiro degrau quando já não mais havia tempo de voltar.
O grito preso na garganta foi dado pelo som da maresia.
As correntes que travavam todas as emoções, foram quebradas pelas mais afinadas notas de um Marujo destinado a seguir suas intuições.
Era o Palco. A Plateia. Eram os sonhos divididos em um só espaço.
O Medo? Não existe medo quando se tem coragem de sonhar.
Cada intensidade do corpo movido pelos sons da flauta, do violão e da percussão, tornaram-se ainda maiores, a cada verso cantado.
Foi como um voou no alto das nuvens, sentido pelo frio na barriga e a emoção de olhares curiosos ao nosso encanto. Olhares sobe nossas formas de caminhar, dançar, atuar, cantar e sentir o último som transformar-se em silêncio.
O espetáculo acaba.
As cortinas se fecham.
Os nossos sonhos continuam.
Ontem o ponto final foi colocado. A partir de então, mirei o meu olhar para outro caminho! Agora, não volto mais.
Foi no dia 3 de março que o encontrei pela primeira vez, seu sorriso e seu jeito eufórico me chamaram a atenção, nunca tinha visto um garoto como ele, acabei me apaixonando sem perceber...
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