Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Tristeza é coisa pra se encarar. Não adianta tentar fugir, sem olhá-la, sem reconhecê-la, sem chamá-la pelo nome, porque ela costuma nos alcançar de novo quando cansamos de correr. Não adianta enxotá-la porta afora, sem ouvir o que quer nos contar. Ela finge que vai embora, mas fica lá no cantinho da gente, escondida, sem dar um pio, deixando que continuemos a mentir um bocado para nós mesmos. E quando a gente está todo prosa achando que ela já foi, ela surge diante de nós e nos pergunta se já podemos lhe dar um pouco de atenção.
Tristeza é coisa pra se assumir. Não adianta colocar-lhe à força um nariz de palhaço para disfarçá-la. Enchê-la de purpurina, confete e serpentina, e exigir que sambe no pé o último samba-enredo da escola do coração. Não adianta tentar embriagá-la, porque, depois da ressaca, ela costuma acordar ainda mais chata. Chatíssima, aliás. Não adianta tentar seduzi-la com rodízios de pizza, feijoadas e churrascos. Ela vai comer tudo, empanturrar-se, e depois do café e da soneca vai bater em nosso ombro, a pança cheia, e nos dizer que ela não é boba nem nada.
Tristeza é coisa pra se olhar. Não adianta fazer de conta que ela não está lá, olhando pra gente com aquele olho comprido de quem quer colo. Com aquele ar de passarinho com dor de garganta. Com aquela cara de dia cinza em que não bate sol no nosso quintal. Podemos não gostar do clima que ela tem. Das coisas que nos revela. Dos medos que desperta. Do itinerário dos seus dedos, que apontam dores que ainda não foram curadas. Não dá para ignorarmos que também faz parte da vida. Que, querendo ou não, em algumas circunstâncias vamos mesmo encontrá-la.
Muitas vezes eu me flagrei tentando fugir da tristeza com os recursos mais absurdos. Alguns, até patéticos. A nossa maneira de lidar com as emoções, de vez em quando, é realmente cômica. É claro que a gente só ri depois que passa. Sobretudo, depois que entende. E rirmos de nós mesmos, dos nossos disfarces, das armadilhas, das limitações, tem lá o seu lado positivo, desde que a gente não exagere nessa prática como uma forma a mais de escapar do sentimento.
Tentamos abafar a voz da nossa tristeza em diversas circunstâncias. Da tristeza e também do medo, da carência, da raiva, da sensação de que estamos separados das coisas. Tentamos fingir que não estamos percebendo. Que não é com a gente. Dispomos de uma série de fórmulas testadas e aprovadas para fazer isso com eficiência. Algumas ainda dão certo; outras, não mais. O problema é que quando ignoramos a tristeza ou algum desses outros sentimentos embaraçosos, conseguimos apenas potencializá-los em nós.
A única coisa que a tristeza quer é que criemos espaço para ouvi-la e acolhê-la. Para saber porque está doendo. Para lhe oferecermos olhar e cuidado. É assim que ela começa a esvaziar e a se transformar na ação às vezes necessária. A coragem de assumir que estamos tristes, quando a tristeza chega, não implica permitir que ela nos escravize, a não ser que essa seja a nossa escolha. Ela é uma nuvem que passa, somos o céu que fica.
SIMONE SANTIAGO BERNARDO
NUVEM QUE PASSA...CÉU QUE FICA
Tristeza é coisa pra se encarar. Não adianta tentar fugir, sem olhá-la, sem reconhecê-la, sem chamá-la pelo nome, porque ela costuma nos alcançar de novo quando cansamos de correr. Não adianta enxotá-la porta afora, sem ouvir o que quer nos contar. Ela finge que vai embora, mas fica lá no cantinho da gente, escondida, sem dar um pio, deixando que continuemos a mentir um bocado para nós mesmos. E quando a gente está todo prosa achando que ela já foi, ela surge diante de nós e nos pergunta se já podemos lhe dar um pouco de atenção.
Tristeza é coisa pra se assumir. Não adianta colocar-lhe à força um nariz de palhaço para disfarçá-la. Enchê-la de purpurina, confete e serpentina, e exigir que sambe no pé o último samba-enredo da escola do coração. Não adianta tentar embriagá-la, porque, depois da ressaca, ela costuma acordar ainda mais chata. Chatíssima, aliás. Não adianta tentar seduzi-la com rodízios de pizza, feijoadas e churrascos. Ela vai comer tudo, empanturrar-se, e depois do café e da soneca vai bater em nosso ombro, a pança cheia, e nos dizer que ela não é boba nem nada.
Tristeza é coisa pra se olhar. Não adianta fazer de conta que ela não está lá, olhando pra gente com aquele olho comprido de quem quer colo. Com aquele ar de passarinho com dor de garganta. Com aquela cara de dia cinza em que não bate sol no nosso quintal. Podemos não gostar do clima que ela tem. Das coisas que nos revela. Dos medos que desperta. Do itinerário dos seus dedos, que apontam dores que ainda não foram curadas. Não dá para ignorarmos que também faz parte da vida. Que, querendo ou não, em algumas circunstâncias vamos mesmo encontrá-la.
Muitas vezes eu me flagrei tentando fugir da tristeza com os recursos mais absurdos. Alguns, até patéticos. A nossa maneira de lidar com as emoções, de vez em quando, é realmente cômica. É claro que a gente só ri depois que passa. Sobretudo, depois que entende. E rirmos de nós mesmos, dos nossos disfarces, das armadilhas, das limitações, tem lá o seu lado positivo, desde que a gente não exagere nessa prática como uma forma a mais de escapar do sentimento.
Tentamos abafar a voz da nossa tristeza em diversas circunstâncias. Da tristeza e também do medo, da carência, da raiva, da sensação de que estamos separados das coisas. Tentamos fingir que não estamos percebendo. Que não é com a gente. Dispomos de uma série de fórmulas testadas e aprovadas para fazer isso com eficiência. Algumas ainda dão certo; outras, não mais. O problema é que quando ignoramos a tristeza ou algum desses outros sentimentos embaraçosos, conseguimos apenas potencializá-los em nós.
A única coisa que a tristeza quer é que criemos espaço para ouvi-la e acolhê-la. Para saber porque está doendo. Para lhe oferecermos olhar e cuidado. É assim que ela começa a esvaziar e a se transformar na ação às vezes necessária. A coragem de assumir que estamos tristes, quando a tristeza chega, não implica permitir que ela nos escravize, a não ser que essa seja a nossa escolha. Ela é uma nuvem que passa, somos o céu que fica.
Quando alguma coisa muito grande for acontecer, um período de angústias e medos podem anteceder esse acontecimento. Meu conselho? Aperte o passo, você está muito perto!
A experiência me ensinou que perder determinada coisa por ser demasiado lógico, dói menos que perder determinada coisa por ser pouco lógico.
A única coisa que pode homem levar o homem ao sofrimento são seus proprios desejos.
Se você por nada espera, por nada se aborrece.
E quando você me diz vem! ...Eu percebo como um chamado. Então alguma coisa me aciona, impulsiona e me remete " v i o l e n t a m e n t e" em tua direção....
Há momentos que alguma coisa não acontece da maneria esperada surgem sentimentos de perda, culpa e frustração que fazem parecer que a felicidade esteja distante ou difícil de ser alcançada. Quando algo ou alguém se afasta não significa necessariamente uma perda, mas sim a vida tirando tudo aquilo que nunca seria capaz de acrescentar coisas boas e trazer a verdadeira felicidade.
Foda- se a felicidade alheia e não digo isso por inveja ou coisa parecida, é que eu só queria ser feliz também.
Não confunda remorso com arrependimento: não é a mesma coisa. O arrependimento é algo salutar, mas o remorso é como uma escavadeira na alma, capaz de jogar você numa cova espiritual.
O ontem já passou, o hoje x começa a mesma coisa começa a rotina a facilidade e dificuldade junta-se como duas irmães unidas em uma só coluna vertebral com duas cabeças, dois pernas e dois braços, falando uma eu a benção e a outra diz eu sou a maldição ambas dizem somos o futuro e o passado e quantod homens são necessarios para nos separar.
Te Amei acima de qualquer coisa, te amei enquanto todos me julgavam louco, te amei aceitando suas crises. Eu te amei mais ainda quando deveria ter te ignorado.
Ultimamente ficar sozinho é a coisa que está me fazendo mais bem, é a onde eu leio, é aonde eu escrevo e é o momento aonde reflito sobre a vida de modo geral não somente pensando em mim, mais sim na minha família, nas pessoas em um todo e sabe muitas vezes esse meu pensar me faz refletir o tanto que somos ambiciosos. Que sempre buscamos ser maior que os outros, mais sabem de uma coisa? Podemos lutar contra isso, não precisamos ser maior que os outros, sabem por quê? Porque todos nós somos iguais, mais tem uma grande diferença de pessoa para pessoa, porque tem aquelas que querem ser a maior e na verdade ela é a menor, e tem aquela que não quer ser maior que as outras pessoas só faz a diferença aonde quer que ela esteja, muitas pessoas vão querer te derrubar mais sabe por que você não vai cair? Porque você é a diferença no meio em que você vive e é nesse meio que você pode mudar as pessoas para melhor basta acreditar que as pessoas merecem ser mudadas.
Sinto sensível quando te vejo,
coisa que correm em mim por dentro,
Capacidade de controlar mais não tenho,
Vivo por todo lado machucado.
Você me faz fez vai fazer,
Cura !, não o vai ter,
No meu entender,
Ah pode mudar algo em seu ser.
Tantas emoções com você sonho,
Continuidades vibrações sensações realizaremos junto,
Enfim, cada um dentro de seu mundo,
Isto sim, poderá nos diferenciar de tudo.
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