Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
... a filosofia é apenas uma comum, uma improvisada visão das coisas e da vida em geral, e cada pessoa a tem em maior ou menor grau. Todo aquêle que se negue a encarar o panorama da realidade segundo seu valor superficial, ou se negue a crer em cada palavra no jornal, é mais ou menos um filósofo. É o tipo que resiste a que o enganem.
Parei para perguntar para mim mesmo: 'Qual é a fase da vida que estou vivendo?' Para chegar a uma conclusão eu tive que relembra as fases que já passei. Então me lembrei que já tive aquela fase em que o telefone tocava e eu saia correndo pela casa para atender primeiro que os outros, hoje gosto da posição confortável que tenho no sofá. Lembrei de inúmeras vezes sair com amigos em noite agitadas nas quais dançava como dizem por ai 'até o dia raiar', hoje mantenho os mesmos amigos mas o programa mudou, prefiro um bom lugar onde se possa conversar. Antes, sair para conhecer um lugar novo, só se esse fosse 'badalado', hoje, quero paisagem, cultura diferente, aprendizado. Poderia citar outras situações, mas só com essas já descobri que fase estou... a fase da calmaria, da qualidade, sabe quando os números não importam, desde que os poucos sejam suficientemente completos, então, é isso!
Sabe, a gente só tem uma vida, então porque não quebrar regras, se divertir, gritar, viver, e ser feliz? Somos nós que fazemos nossa história, nós decidimos o caminho a seguir,então porque não ser você mesmo? é o que vou fazer ser eu mesmo, e vou ser feliz.
Porque na vida, pra todo menos tem um mais. E pra todo exagero há uma dose certa. O caminho da felicidade está no equilíbrio de como se leva a vida.
Valores da Vida!
Cada novo dia é uma nova janela que se abre
Cabe a nós decifrar os desígnios que nos é ofertado.
Sozinho em uma multidão, amarga e sem compaixão é a vida, solidão, a sina dos que somente não da vida recebem.
O triste saber, do querer e não poder, do ser e não parecer, amanhã ou agora, a hora, o minuto, eu disputo todos os dias pelo breve amanhã, e somente nisso não estou só.
Do pó vim, pro pó voltarei, e tirando uma ou duas exceções, nada mais serei, senão uma memória, pó de estrela, daquelas que nunca brilhou, apenas sonhou, mas nada além de um sonho impossível alcançou.
O trem da nossa vida um dia parou / as estações sei que talvez já não existam / mas há uma saudade que ainda viaja / porque a lembrança é uma viagem sem fim.
Tenho uma Só certeza dessa Vida, Eu nunca vou deixar de te Amar mesmo Que eu quiser te Esquecer Você sempre Existira em algum lugar dentro de min.
Hoje é dia de sorrir,vibrar,focar,cantar,gritar !
Vai Vida vai....!!!!
Muito bom dia a todos,uma linda semana de vibrações positivas!
5 lições para levar uma vida melhor:
1- esteja sempre com uma calcinha bonita, você nunca sabe quando vai sofrer um acidente ou se dar bem.
2- nunca vá pra balada pra pegar alguém.
3- ouça uma música que você goste ao menos uma vez por dia.
4- não esqueça de andar sempre com seu carregador.
5- nada que um "foda-se" não resolva.
As vezes a gente quer fugir de uma realidade tão gostosa na vida da gente, que fingimos que esquecemos, deixamos o telefone de lado, fotos, lembranças até descobrirmos que a saudade mora é dentro da gente , que dói é no coração e ainda tem um nome lindo... "o seu"....
Aos amigos, meu desejo de uma quinta feira show!
Se viver é uma arte e a vida o maior espetáculo, não aceite ser figurante, seja protagonista!
Ocupe seu espaço no palco da vida, viva seus dramas, seus romances, suas comédias com a certeza de que ao fim de cada dia, a cortina se fecha e que no dia seguinte uma nova e inédita atuação entra em cena!
Aproveite, e mesmo se o palco cair, sorria!
Deus tem um propósito para a vida de cada um, Deus jamais dá uma cruz que não podemos carregar, ele coloca anjos em nossas vidas para nos ajudar em cada tarefa difícil.
Qualquer sentimento que nos acende o brilho do olho, pode ser considerado uma benção. A vida já se encarrega de pesar os nossos ombros, não precisamos pesar também o coração.
A gente nunca sabe se vai durar uma noite ou um mês, se vai durar um ano ou a vida inteira. A vida é curta, o futuro é incerto, o destino muda, os caminhos se transformam. Na mesma hora que está tudo bem, já não está mais. Na mesma hora que está tudo caminhando certo, alguma coisa desanda. A vida é incerta, o tempo é incerto, o destino é incerto, o amor é incerto. Bate o medo, a indecisão, o receio. Dá um friozinho na barriga só de imaginar o novo, o recomeço, só de imaginar não saber o que vêm pela frente. Dá um medo de ter que começar tudo do zero, replanejar, refazer, recomeçar. Dá um medo tentar novamente e se decepcionar. Tudo bem ficar com medo, eu sei que não é fácil, faz parte, é por instinto, é por proteção que a gente fica com um pé atrás quando se trata em ter uma nova chance ou dar uma nova chance. A gente fica com medo da frustração, com medo de mergulhar de cabeça, de dar o máximo, de se entregar de corpo e alma e não ser correspondido da mesma forma. Eu sei que dá medo de não dar certo, de ser em vão, mas a gente tem que arriscar, aproveitar os segundos, viver os momentos, usufruir dos sentimentos. A gente tem que valorizar o agora, a presença, a companhia. Tem que valorizar o abraço, os gestos, o olhar. A gente tem que tentar e retentar enquanto temos a chance, afinal a gente nunca sabe se vai durar uma noite ou um mês, se vai durar um ano ou a vida inteira.
O Boi Velho
Uma das coisas mais ingênuas e comoventes da vida do Barão do Rio Branco era o seu sonho de fazendeiro. Homem nascido e vivido em cidade, traça de bibliotecas, urbano até a medula, cada vez que uma coisa o aborrecia em meio às batalhas diplomáticas, seu desabafo era o mesmo, em carta a algum amigo: “Penso em largar tudo, ir para São Paulo, comprar uma fazenda de café, me meter lá para o resto da vida…”
Nunca foi, naturalmente; mas viveu muito à custa desse sonho infantil, que era um consolo permanente.
Por que não confessar que agora mesmo, neste último carnaval, visitando a fazenda de um amigo, eu, pela décima vez, também não me deixei sonhar o mesmo sonho? Com fazenda não, isso não sonhei; os pobres têm o sonho curto; sonhei com o mesmo que sonham todos os oficiais administrativos, todos os pilotos de aviação comercial, todos os desenhistas de publicidade, todos os bichos urbanos mais ou menos pobres, mais ou menos remediados: pegar um dinheirinho, comprar um sítio jeitoso, ir melhorando a casa e a lavoura, vai ver que no primeiro ano dava para se pagar, depois quem sabe daria uma renda modesta, mas suficiente para uma pessoa viver sossegada; com o tempo comprar, talvez mais uns alqueires…
Meu pai foi durante algum tempo sitiante, minha mãe era filha de fazendeiro, meus tios eram todos da lavoura… Mas que brasileiro não é mais ou menos assim, não guarda alguma coisa da roça e não tem a melancólica fantasia, de vez em quando, de voltar?
Aqui estou eu, falso fazendeiro, montado no meu cavalo, a olhar minhas terras. Chego até o curral, um camarada está ordenhando as vacas. Suas mãos hábeis fazem cruzar-se dois jatos finos de leite que se perdem na espuma alva do balde. Parece tão fácil, sei que não é. Deixo-me ficar entre os mugidos e o cheiro de estrume, assisto à primeira aula de um boizinho que estão experimentando para ver se é bom para carro. Seu professor não é o carreiro que vai tocando as juntas nem o pretinho candeeiro que vai na frente com a vara: é um outro boi, da guia, que suporta com paciência suas más-criações, obrigando-o a levantar-se quando se deita de pirraça, arrasta-o quando é preciso, não deixa que ele desgarre, ensina-lhe ordem e paciência.
No coice há um boi amarelo que me parece mais bonito que os outros. O carreiro explica que aquele é seu melhor boi de carro, mas tem inimizade àquele zebu branco vindo de Montes Claros, seu companheiro de canga; implica aliás com todos esses bois brancos vindos de Montes Claros. O caboclo sabe o nome, o sestro, as simpatias e os problemas de cada boi, sabe agradar a cada um com uma palavra especial de carinho, sabe ameaçar um teimoso – “Mando te vender para o corte, desgraçado!” – com seriedade e segurança.
Ah, não dou para fazendeiro; sinto-me um boi velho, qualquer dia um novo diretor de revista acha que já vou arrastando devagar demais o carro de boi de minha crônica, imagina se minhas arrobas já não valem mais que meu serviço, manda-me vender para o corte…
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