Vamos ser Amigos sim
Mulher é divina porque é divino ser mãe. E mais divino ainda é uma vida dentro de outra vida, abençoada por Deus.
A amizade de um grande amigo nunca deve ser esquecida só porque ele se foi. Se isso já aconteceu com você, significa que ainda é tempo de voltar atrás e agradecer aos bons momentos que passaram juntos.
Eu não sou o que eu devia ser.
Eu não sou o que eu quero ser.
Eu não sou o que eu espero ser.
Contudo,
Eu não sou o que eu costumava ser.
E, pela graça de Deus,
eu sou o que eu sou.
Muitos propósitos são mais fardos do que glórias. E confie em mim, nunca vai querer ser o cara que evita porque não vai querer viver com esse fardo.
Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprimia em busca de calor e alimentação. Eu era, para ele, seu mundo e ele era para mim a escola do amor.
Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estava distante, olhava para o relógio, para que o tempo corresse e eu pudesse novamente aconchegar o meu bebê.
Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim. Tive que fazer um grandioso esforço para poder tomar-me de novo em afeto. Mas até isto, teve como causa primeira, a independência, gradual, mas crescente, que se fazia necessária no momento.
Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.
Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sabia vir de Deus, e que teria sua missão neste mundo. Desconhecia qual era e, em meus sonhos, desejava o máximo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens.
Depois de ser mãe, já podia me comunicar, sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso, um olhar. Era o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.
Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizesse ou dissesse, haveria de ser um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.
Depois de ser mãe aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada era mais importante, nada era mais urgente. Seguia seus passos, de longe, dando-lhe a liberdade almejada, dentro de certos domínios.
Depois de ser mãe, senti meu coração arder, por um gesto apenas, um olhar, um sorriso, um abraço. E no retorno ao lar, após um dia de trabalho, era isto tudo que aspirava.
Depois de ser mãe, eu desejei agir, mas nem sempre o fazia, deixando o pequeno ser arriscar. E quão amargo é cada queda, mas sempre compreendia a importância do crescimento e ele não acontecia sem frustrações.
Depois de ser mãe, fiz mais projetos, que não finalizavam simplesmente em mim, mas incluía aqueles que gerei. Era como um pintor, diante de sua obra, a decidir seu destino.
Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos, para moldá-los segundo a realidade. E entendi que filhos são como palavras, colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos. Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes nem eu me reconheço. Sou outra mulher.
Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.
Antes de ser mãe, eu fazia e com aos alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, Nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas. Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, Meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer teste sou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes. Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!
A Falsidade
Ela parece aos seus olhos ser simples e desinteressada, sua voz tentar simular a de uma criança mimada, que com a ingenuidade e sorriso nos ganha em alguns âmbitos.
Seu falar é meigo, seu olhar carente, sua voz passiva, pouco eloqüente.
Sem de fato ser, aquilo que você pensa, ela chega assim, sem pedir licença.
Não queira saber, nem pagar pra ver, ela é o doce amargo, guerra de fogo cruzado, poste aceso na escuridão, com tantos adjetivos, FALSIDADE é seu chavão.
E sobre o ciúme. Ser ou não, sentir ou não sentir, gostar ou não gostar. Cada um gosta de um jeito, né? Quem sou eu pra julgar. Em se falando de mim, gostaria de ver alguma dúvida, alguma inquietação... tipo: hum... quem é? Obviamente que não devemos aceitar; controle, posse, subjugo, servidão. Talvez nem seria então dizer queria algum ciúme na relação. Quando se é ciumento, sofre-se no mínimo 4 vezes; sofremos primeiro por ser ciumento. Segundo, sofremos porque nos reprovamos em sentir o tal ciúme. Terceiro, porque sentindo ciúmes sentimos medo de machucar o outro a quem amamos. E quarto, sofremos mais ainda porque temos a certeza de que deixamos tal sentimento nos dominar. Aí sofremos mais ainda por coisas banais, por demônios que corroem nossos pensamentos sobre o outro; aí, por sermos excluídos, nos tornamos agressivos, possessivos, por nos chamarem de loucos, e em loucos ficando tentamos tomar posse, da vida, do celular, dos pensamentos, do todo, do outro. Aí olhamos pra nós mesmos e sofremos de novo, por constatarmos que não passamos de seres comuns.
O homem é um ser racional e, como tal, recebe da ciência sua adequada nutrição e alimento.
" A consciência não precisa ser negra. Basta que toda consciência seja justa, digna, ética, livre de preconceito, transparente e humana."
Viviane Andrade
"" Quero ser poema em sua vida
Quero ser um sorriso
E ainda que circunstâncias nos afastem
Temos na poesia o elo que nos mantem... ""
E se for pra ser feliz, que seja de verdade!
De coração aberto para coisas boas e pessoas que valem a pena
Observando uma imensa cidade, percebe-se quão solitária uma pessoa pode ser no meio de uma multidão.
Ser diferente é sinônimo de ser julgado. Se suas ações saem fora do padrão, automaticamente as pessoas vão lhe atribuir defeitos e comparações com o meio comum, mas nunca procurarão entender os motivos pelo qual você é diferente.
À Deus eu entreguei o barco do meu ser. Entrei no mar à fora, pra longe eu naveguei. Não vejo mais o cais, só Deus e eu agora.
