Valores
Todos nós s temos muitos valores. Não conheço uma pessoa sequer reduzida ao nada. Nem as arrogantes, nem as demasiadamente humildes. Mas fico triste quando o alvo de discriminação rebate a sua luta com discriminação.
Mas intolerante vai continuar comendo cru nos dias atuais.
Vivemos em meio ao mundo de misérias, todas denominadas boas na inversão de valores, mas de falsos pedidos de ajuda ao seres humanos, com todos tentando controlar à todos, o autocontrole da prisão mental das regras fixas do homem, transformando nos em um número nas trincheiras de uma guerra perdida sem encontrar a vitória, a maior riqueza sem ouro à paz interior na alma, no coração, à naturalidade de sentir o todo ao lado do criador sem os excessos das misérias ideológicas, que nos corrompem aos modos de uma sociedade voltada para sermos uma cópia do fracasso, desenhada à seguir uma vida de perdição nos desejos, eliminando as vontades na busca do equilíbrio em meio a tudo que almeja com as melhores intenções nas qualidades pessoais, enclausurada de artifícios dos dogmas da podridão mental e comportamental de querer ter mais e mais sempre nas vaidades ditadas pelos impulsos externos da perdição, abandonando o ser da verdade espiritual, do livre movimento do espírito que faz fluir o amor à vida, buscando somente as liberdades libertinas nas misérias estabelecidas das teorias moldadas das ilusões coletivas que lutam sempre por causas de obediência espontânea, observando se sem respostas nas decisões, deixando o próprio destino em um barco à deriva que nas frustrações vai naufragar em meio a tudo isso.
“posso até mostrar o meu Mundo, meus valores, minhas ideias, meu comportamento, meus hábitos minhas manias ou, ainda, minhas preferências, mas jamais imporei qualquer desses destaques a quem quer que seja. A individualidade de cada um é um direito inalienável e indisponível.”
Pode discursar da maneira que eu me porto, mas jamais discutirá meu caráter.
Caráter e valores é algo que não se veste, ou se tem ou não tem.
Criamos crianças sem valores e atitudes
Vivemos em mundo violento e sem cores
A água está contaminada e a terra poluída
Mas quem se preocupa?
Consumimos sem pensar, gastamos sem poder
Matamos por dinheiro, julgamos os verdadeiros
Nesta imoralidade tal,
Reinam os chulos e aguentam os pobres
Protegemos os maus e ignoramos o povo
Mas quem se preocupa?
Crianças sem juízo, idosos esquecidos
Nem a fé compreende, esta doença do ser humano
Destrói o que é belo, admira o que é desprezível
Mas quem se preocupa?
A vida é que nem a bolsa de valores, um dia seu produto não vale nada, e no outro é bem valorizado!
Mantenha-se em santidade e sanidade. Não deixe que a maldade do mundo destrua seus valores cristãos.
QUEM vai nos matar não é o coronavirus! Quem vai nos matar é o vírus da ganância, os valores dos produtos lá em cima,o vírus da falta do salário,o vírus da depressão, o vírus do suicídio, o vírus do pânico! Estes vírus, todos nós já estamos infectados com eles.
Quando nossos objetivos e ações não estão alinhados aos nossos valores, experimentamos frustração e falta de sentido. Em outras palavras, temos a sensação de que algo essencial está faltando em nossa vida, por isso a importância de identificar valores e de viver em congruência com eles.
Não tenha ídolos, qualquer homem que reine sobre você será sempre seu opressor.
Idolatre valores e não indivíduos. Porque indivíduos são sempre limitadores
999
Invertido estão os valores humanos,
os meus continuam intactos,
“Dê a César o que é de César!”
mas o que é teu, continua mascarado.
Vejo profetas semeando o ódio,
regando cega obediência,
se rebelando corvos.
Florescendo falsas esperanças,
tons de verde em cores,
pobres frutos doentes,
que já nascem podres.
Talvez não compreendido,
mas nunca conformado.
É sempre tantas guerras,
falta de diálogo.
Pregam paz pelo caos,
que os mesmos criam.
Ceifando cada um,
que entre no meu rastro.
1999, 1 eu, 999 versões,
escolha difícil, “querubins ou cães?” .
Cânticos celestiais, belas orações.
Ego insaciável, não basta um,
deseja multidões.
Quem sou?
O quinto não relatado,
o selo não aberto.
Não sou Peste, Guerra,
Fome e nem Morte.
Sou àquele chamado,
arrematador dos incrédulos.
Nessa fábula ingênua,
não perco e nem ganho.
Acredita no que lê?
prazer, sou eu, seu arcanjo.
Talvez o vazio existencial que tanto assola a humanidade seja proveniente desta perda de valores e referências em que tínhamos laços afetivos genuínos com os outros. Em uma época, estávamos com os outros; hoje estamos para sermos apreciados pelos outros.
