Valores
... Valorizar...
... Quanto vale o seu interior! É mensurável? Alguns trocados, valores inestimáveis, não apreciado..., algumas dessas como respostas, porém quanto aos custos desta relíquia, esses temos vividos as experiências e quão foram dedicados para conquistá-los, então: "daríamos isto banalmente?", não deveríamos, pois na morada onde alocamos as "Conquistas", só hão convites para os apropriados... sivi-2016...
Se os valores estéticos e técnicos fossem nulos espiritualmente nenhuma grande tradição teria produzido grandes obras de arte. Mas a história evidencia que a composição de hinos, a produção de instrumentos rituais, a construção de templos e outros bens surgem logo após o aparecimento de uma religião. Somente esse fato prova que os valores estéticos e técnicos possuem algo de espiritual. Nenhuma religião, em nome de um idealismo espiritualista, permitiu que os templos fossem construídos de qualquer jeito. O próprio São Francisco, talvez um dos maiores advogados da pobreza enquanto método espiritual, ao reconstruir templos, os resconstruía com o máximo cuidado e beleza. Certo dia um padre me disse que os poucos fragmentos das palavras do Cristo em aramaico indicam que muito provavelmente o Cristo discursava em verso. Então muito provavelmente todos os discursos do Cristo eram poemas. Essa é mais um prova do conteúdo espiritual da arte.
A beleza de um objeto material transcende a sua materialidade. É por isso que a beleza é amável, pois a beleza do objeto indica algo que é mais do que o objeto considerado em si mesmo. Por isso é frustrante ver algo ou alguém belo que não corresponda à sua beleza. São Boaventura dizia, e com muita razão, que os processos internos no ser humano que atuam na contemplação estética são exatamente os mesmos da contemplação mística. E como sétimo superior da ordem franciscana, ele também era um grande advogado da pobreza enquanto método espiritual.
Os franciscanos eram defensores da pobreza, não da feiúra. A pobreza não pode ser confundida com a feiúra. A renúncia é ela mesma bela enquanto ato humano. É belo ver um homem que privou-se de tudo por Deus. Além disso os franciscanos compensavam a sua penúria material com uma riqueza de cantos. Os franciscanos cantavam e riam o tempo todo. Isso até causava alguma estranheza em certos mosteiros beneditinos porque segundo a regra beneditina a gargalhada é proibida. Se os franciscanos não tinham a arte da arquitetura ou vestimenta, tinham, ao menos, a arte do canto.
Os valores indispensáveis para a vida humana – não somente para as civilizações, mas também para cada um dos indivíduos – são sete:
1) Uma consciência clara e definida da objetividade da inteligência humana. É preciso saber que a inteligência humana é objetiva;
2) É preciso saber que a vontade humana é livre;
3) É preciso saber que educando os teus instintos você será capaz de sentimentos nobres;
4) A inteligência humana opera sobre dois domínios diferentes: o domínio do imutável (necessário) e o domínio do contingente; mas não podemos esperar que ela tenha a mesma clareza no domínio do contingente como tem no domínio do necessário;
5) O sujeito precisa ter uma ideia do seu papel na humanidade e aprender a usar as circunstâncias concretas para a realização desse papel. Se ninguém, ou um número muito pequeno de indivíduos fizer isso, a sociedade será infeliz, e uma massa muito grande de infelicidade é uma das principais causas de revoluções e destruições civilizacionais. Quando muitas pessoas são infelizes, torna-se fácil manipulá-las;
6) O ser humano precisa conhecer as vidas plenamente realizadas;
7) Ele precisa estar cônscio da possibilidade da vida mística.
Se faltar alguma dessas coisas numa vida individual, o sujeito será privado de uma dimensão humana e certamente sairá prejudicado. Qualquer civilização tem de oferecer, numa dose mínima que seja, o acesso a essas sete informações. Se faltar alguma delas a civilização será incompleta e necessariamente será substituída por outra.
"[...] toda sociedade é, por definição, conservadora, uma vez que, sem princípios e valores estabelecidos, seria impossível o convívio social.
Uma comunidade cujos princípios e normas mudassem a cada dia seria caótica e, por isso mesmo, inviável."
Eu não quero ter o comando das palavras;
Dos dogmas, dos valores alheios que não os convivi;
Quero seguir por minha convicção;
Dá para perceber o que digo?
Quero o sentido da minha direção;
Quero me colocar perto e, não distante de mim mesmo.
Disso, não devo me afastar.
Estou próximo, mas muito próximo de mim.
E fez-se o caos.
Reinam as desigualdades
Imperam as corrupções
Valores se dissiparam
E geraram essa podridão
Um novo mundo foi formado
Distorcido, desequilibrado
Como integrante deste mundo
Sinto-me enojada
E mesmo nesta etapa
Recuso-me a desistir
Fazer a minha parte
É o que se espera de mim
Mas se fosse mandatório
Sucumbir para existir
Entregaria minha vida
Porque o que me anima
É a sabedoria de que
Entre esse mundo e eu:
Eu sou mais eu!
"A vida têm valores, que só descobrimos com o passar do tempo
E outros que nos são mais caros com a idade."
Neste mundo não levamos nada, a não ser os nossos valores espirituais... as pessoas deveriam aprender a serem mais solidárias umas com as outras...tudo se reduz a nada e para o pó retornaremos.
O mundo está tão louco, os valores estão tão deturpados, que os que são considerados 'bons' nessa vida são os que já não sabem quem são.
O valor de um Estado bem organizado reside nos valores de uma família bem organizada. A família é o verdadeiro alicerce em que se sustenta o Estado.
Ao viajar, e deixar para trás valores e culturas em certos momentos deixamos de ser bichos, e descobrimos que nos tornamos humanos, nos damos conta do tanto que somos crueis..
Quais seriam os valores de uma lágrima?
No mundo existe coisas insignificantes que tem um grande valor, coisas que passam despercebido no nosso dia-a-dia e se pararmos para pensar, somos completos egocêntricos que não temos a capacidade de reparar tais coisas.
Andei a refletir sobre uma simples lágrima, lágrimas que são incontáveis, e estão presente em nossa vida, desde do nosso nascimento até a morte. Lágrimas são improváveis, não possuem medidas definidas, não possui um significado certo, existe inúmeros sentidos, lágrimas não podem ser generalizadas. Lágrima pode ser derramada por felicidade, ou por tristeza mesmo; cada lágrima possui um sentido/motivo diferente, um peso, um desabafo. Para uma lágrima não existe um tamanho correto, nem peso, a lágrima é impressionantemente improvável, e jamais poderá ser compreendida. O ato de chorar é como um guarda roupa bagunçado, vamos escondendo, mutuando as roupas, até que uma hora não dá mais e precisamos liberar tudo; quando choramos, não é preciso dizer nada, cada lágrima já traz consigo um desabafo. É como se uma lágrima pesa-se 1 tonelada, e de tonelada em tonelada que vamos desabafando, retirando todo esse peso acumulado dentro de nós. É impressionante como uma simples lágrima possa ter um sentido tão grande, e ao mesmo tempo não ser nada.
Eu acredito que chorar é o momento que mais transmitimos nossos sentimentos, e olha que engraçado não conseguimos nem se quer decifrar uma lágrima. Uma lágrima pode significar o começo e o fim, uma lágrima é como um conjunto de 0 a 1, para alguns não passam de 2 números, para outros significa infinitas possibilidades; a lágrima é assim, para alguns é apenas uma lágrima, para outros, significa inúmeras razões, significa o desabafo da alma.
Uma lágrima não pode ser medida, não pode ser contada,nem copiada, lágrimas são únicas.
Acredito que a lágrima seja o que a alma quer dizer e não consegue, uma lágrima é o desabafo de uma alma, que grita de felicidade ou por socorro. Lágrimas são iguais e diferentes ao mesmo tempo; é um enigma que não compreendemos e nem compreenderemos.
Lágrimas são lágrimas.
As pessoas queixam-se da falsidade, da deslealdade, da crueldade, da falta de valores. A realidade é que as pessoas não estão preparadas para abraçar esses valores. Já ninguém acredita em nada!
Vivemos numa sociedade de descrentes...
Quando surge alguém que foge a esses parâmetros é estranho. É esquisito. Alguma coisa de errado deve estar a acontecer. Não é possível existirem pessoas tão sinceras, genuínas, altruístas.
Na realidade, assustam-se! O que vão fazer com uma pessoa que é o espelho das suas próprias imperfeições e fraquezas? Como olhar para alguém desta natureza, quando olhamos para nós e fazemos um julgamento antecipado de critica e de cobardia, julgando nunca sermos capazes de atingir um patamar de virtude que nos é presenteado?! Como devemos agir?
Fugir, porque temos medo de enfrentar as nossas limitações, ou, ficar, porque queremos crescer e não temos medo de aprender e receber o que (generosamente) a vida nos ofereceu?!
Amar é aceitar as fraquezas, mas também as virtudes!
Começo a acreditar que as pessoas aceitam mais facilmente os defeitos do que as qualidades do ser humano...
DO YOU BELIEVE?
Anabela Pacheco
