Vale tudo Filosofia de Vida

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Um gesto de amor

⁠Um pequeno gesto, transforma-se uma grande atitude.
Um homem apaixonado entende o que é amor...
Ele pensa nela o tempo todo!
Quando ele olha uma rosa vermelha
A primeira coisa que ele faz...
É comprar um presente para noiva
Mas cuidado a rosa tem espinho!

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠O ser-humano pode atingir feitos incríveis e o máximo que ele consegue é mentir.

Inserida por Pottier


"A arrogância é um mecanismo de defesa dos fracos capaz no entanto, de promover ataques profundos à humildade dos mais fortes."

Inserida por moribmacedo_perfil_iv

A verdadeira liberdade dá-se quando a sociedade tenta entender os diversos lados de uma discussão, e não impor o seu próprio. Nada conquista-se aos berros.

Inserida por mgvtheus

⁠1000 homens armados com o conhecimento sempre serão mais fortes que 1 homem armado com um fuzil.

Inserida por mgvtheus

⁠ Seja do que for , de nada seja escravo.

Inserida por moisesjdecarvalho

⁠Este poema não diz nada
Este poema não tem nada
Este poema não causa nada
Este poema não trás nada
Este poema é o nada

Inserida por Eduardobelo_

⁠Cuidado! O mundo é pequeno!

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠O homem se transforma no que acredita ser.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠Nada do que existe, existe fora do eu,o eu é o responsável por todas as crenças.

Inserida por fausto_luiz

⁠Nossos atos são motores de transformação.

Inserida por diego_kubis

⁠A contradição é por muitas vezes o caminho do sábio até encontrar a verdade. É, entretanto, a casa do tolo que não aceita um pensamento diferente do seu.

Inserida por Eukabesht

⁠"O coração sem Amor, a beleza sem sinceridade e a inteligência sem virtude são como um alimento insosso, não tem graça nenhuma."

Ronald Sanson, in 'O Poder do Amor'

Inserida por quimbanda

⁠sonhar
assegurava
ao homem
a capacidade
de permanecer
vivo

Inserida por AnaScuro

⁠estar no mundo
entre a profundidade
de ser carne e sentimento

Inserida por AnaScuro

⁠O abismo é uma sedução provocadora
Um beijo na boca da maldade
Um tapa na cara do perigo
Se for me amar por vaidade
Eu prefiro ser temido

Pra não dizer que não falei das flores
Colhi na praia do pacífico
Naveguei até a ilha dos amores
E vi o bom selvagem tímido.

Inserida por auri_pilatti

⁠Existe um momento certo para conquistar as pessoas, e um para deixá-las ir.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠A poesia reflete mais a realidade do que a prosa.

Inserida por Washingtondesousa

⁠Grande parte das pessoas que estão ao seu lado, tendem a procurar vantagem em alguma coisa, mas uma pequena parte delas, tendem a lhe oferecer alguma vantagem.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.

Inserida por Oaj_Oluap