Vai La com ele Entao
Mulher é tudo de bom, é emoção...
Tem que saber conquista-la...
Falar de amor com o coração...
Ser seguro, confiável e valoriza-la...
Não deixa-la cair em tentação...
Para que outro possa ama-la...
E outros braços abraça-la...
Vacilar e ceder a cilada da traição.
Há coisas que poderão não fazer nenhum sentido (hoje), mas que farão todo o sentido, lá mais para diante...
Um caminho faz-se passo a passo, assim como a vida se faz dia-a-dia. Criam-se laços, desatam-se nós, segue-se em frente.
Cada dia é um renovar de esperança, de que existe algo de belo e único à nossa espera. Cabe a cada um de nós tornar cada momento especial e caminhar - passo a passo - na direcção do sol...
Anabela Pacheco
Vamos lá !
Cade minha andorinha ?
Apesar de nublado pela manha,
pensei nela procurei por ela.
Num instante, sons seus houvi,
Meus ouvidos ,olhos precorrem este sons , mas não ah vi,
Olhei pra tudo quanto é lado, imaginei semblante dela, isso Eu vivi.
Então percebi !
Andorinha passou por mim rápido,
Meu corpo, cabeça mente olhou pra tudo quanto é lado,
Mas ela linda como sempre havia voado,
Eu como sempre, meu sonho foi por alguém roubado.
Eu não sei como chegar até você e te falar das coisas que eu sinto... Sei lá, se você vai me achar estranha, grudenta, absurda... Não é medo, é insegurança mesmo. Dai eu fico por aqui, só vendo, só olhando, só imaginando... Só querendo - e muito - que meu silêncio grite e você me escute!
a chuva caie la fora são lagrima dentro de mim...
das trevas a agustia encobre a dor de sentir,
sempre tantas lagrimas sobre essa chuva...
caie la fora se refleti dentro mim,
dentro de tantas lagrimas de angustias...
nunca passaram são com a chuva caie la fora...
diluvio do coração marcado na sedenta cruz amarga,
lagrimas nesse mundo insensato.
minha lagrima são letras de uma canção....
que compôs depois de te amar tanto...
sinta que chuva caie quando choro por te amar tanto,
a tempestade, veja como caie desatino
pois tudo tenho são lagrima que caie nessa noite,
angustiante de tantos amores apenas a solidão...
nessa noite sem estrelas para brilhar...
a noite não passado do teor eterno da escuridão.
marca do luar entre os dons de tantas lagrimas
deixadas por anjos que carregam o desejo de amar...
sob as lagrima que caiem dentro da minha alma...
a angustia é temor que tanto atroz deixa o coração...
deferir as sombras deixadas pelo teu amor eterno.
por celso roberto nadilo
Sapo del Bandera
Lá vem o sapo,
Coacha, coacha, coacha
Se acha, cadê ?
Com graça: coacha, coacha, coacha
Que soluças tu?
Sapo de Bandeira.
Sapo-cururu,
Que coisa mais feia!
Coacha... Coacha
Em fantasia,
O príncipe sumiu e...
O sapo permanecia.
Vaia num coacho,
"Fala pelas tripas"
Sei, só do que acho.
Sabe nada dessas vidas.
Sapo faminto
Que coacha hoje em dia
Ainda corteja as moscas.
Nada sabe de Antropofagia.
Sapo-cururu
Da cidade urbanizada
Não entende o Abaporu
Não entende nada de nada.
Inspiração
Sei lá,
me deu vontade de fazer uma poesia,
encher as linhas do carderno
pelo menos assim
nunca vou esquecer da poeta que esta dentro de mim,
lógico que vou amadurecer,
mas ela nunca vai morrer
e que estes versos sejam eternos,
mesmo nesses tempos modernos,
que eles não sejam modificados ,
mas que eternamente sejam lembrados.
Sem mostrar seus sentimentos
Sem expressar seus pensamentos
Ele já não pode mais consertá-la
Sem mostrar suas emoções
Sem desenvolver seus dons
Agora aguenta a dor
Nunca disse adeus
Nunca disse te amo
Nunca fez uma promessa
Nunca quis um conselho
E nunca jurou
Presa a algo mais forte
Sua alma não se expandiu
Agora já deformada
Toda aquela dor sentiu
Todas as lágrimas
E a dor no peito
Aquele nó na garganta
Foram engolidos
Tudo entrou aos poucos
E não da mais pra tirar nada
Com a aparência de um louco
Mas com a alma desfigurada
Chuva
Chuva que cai
Encantadora melodia
Água la fora
mente tranquila
Chuva que cai
Bênção divina
pingos ao chão
Lembranças longínquas
Chuva que cai
Inesperado milagre
Correntezas escorrem
Caminhos se abrem
Chuva que cai
Promessa de vida
Ventos molhados
Quatro da matina
Chuva que cai
Amores passados
Trazem de volta
Eternas águas de março !
Não dá pra ser depois, o que ficou pra trás, de tudo aquilo que já é.
Sei lá, mas tem vezes que precisamos saber se estamos felizes,
com o rumo que a vida tomou, ou se apenas estamos vivendo um déjà vu!
Almany Sol, 02/09/2014
"De repente bateu uma saudade de você..Também eu procurei fui lá olhar as mensagens antigas...Lembranças.. Que sempre voltam para te fazer chorar.. ::/
“Peguei-me, de olhos semicerrados, encarando uma das tuas fotos. Tinha vergonha de encará-la por mais de meio segundo, não sei. Ficava com medo de que ela se mexesse, de que ela também soubesse ir embora, assim como você fez. Eu evitava admirá-la por não saber exatamente lidar com a vontade de levá-la comigo para qualquer canto feito um amuleto. Não queria perder nenhum detalhe dos teus olhos pequenos e fundos. A imagem não envelheceria, não escaparia. Ela apenas eternizava a melhor coisa que eu nunca tive.
Eu era muito metódica. Desde muito cedo aprendi a conviver com um pai que foi embora e me acostumei a não criar laços. Você chegou de mansinho, sem pedir licença. E numa dessas noites patéticas eu cometi a burrada de emprestar um pedacinho do meu peito para você morar. Logo você, que ria de tudo o que eu dizia, brincou de adulto enquanto minha boca tremia falando que te gostava. Você deveria ter me calado com um beijo na metade da frase, poderia ter uma crise de pigarros ou simplesmente fingir que foi só mais uma piada minha e rir daquilo também. Mas não. Você me surpreendeu olhando nos meus olhos, repetindo a mesma frase e apertando a minha mão. Naquele momento, não sei porque, me pareceu que este verso estava atravessado em sua garganta há muito tempo. Parecia ser algo que sua alma sempre esperou ouvir apenas para flamejar o seu ego. Abaixei a cabeça aceitando o erro mais bonito que já havia cometido na vida. Isso só me mostrava o quão frágeis somos nesses assuntos sentimentais.
Você não reparou, mas eu pintei as unhas com a cor de um café fresco. Queria te saciar, queria que até as pontas dos meus dedos matassem a tua sede. Eu vivia pra isso, não? Sanar os teus demônios e dançar com eles. Uma vez você me disse para ser menos “sei lá”. Fiquei por horas procurando uma definição disto, mas logo percebi que eu era intensa demais para a sua superficialidade, e que você mal sabia se definir, quanto mais outra pessoa.
“sei lá”
Porque talvez eu tenha te dado o que ninguém nunca deu: Paciência, colo e oração. Sim, eu aprendi a rezar por você, pedia por um coração mais leve, dias não tão cinzas. Eu te pedia sorte na vida e nos engarrafamentos das quintas-feiras!
Você deveria ter vindo com um daqueles alertas que estampam as caixas de cigarros. Enquanto o seu adeus estiver camuflado em um até-qualquer-dia, eu vou continuar me enforcado nos meus próprios finais. Talvez seja por isso que eu não consiga me adaptar a mais ninguém agora. Sempre vai ter um espaço vazio no meu peito. O teu espaço. Ninguém nunca vai ter a capacidade de preenchê-lo justamente porque nenhum novo amor vai ser o suficiente para acabar com o abismo que você me tornou.”
— Faz de mim teu abismo.
SIM
Meu bem, eu sou bem assim, sim: tim- tim por tim –tim, de verdade, pra lá de verdadeira, espevitada, serelepe, moleca, traquina, fagueira, festeira, faceira, feiticeira, brejeira, matraqueira, escrivinhadeira, comprometida, atrevida, quase indecente de tão inocente, ambiciosa, amorosa, orgulhosa, gaúcha de primeira, enfim, do início ao fim brasileira tão intensa quanto inteira!
Guria da Poesia Gaúcha
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