Vai La com ele Entao
Seria tão simples assim? Nossas mentes às vezes escondem lembranças e lá fundo de repente surgem nos questionando com alguns temas, então, vamos imaginar que estamos viajando no tempo e perdidos como se estivéssemos num grande deserto, procurando sinais de valências, das ações, atitudes e fatos, vamos imaginar, estamos corrigindo uma redação, formulada com pouca inspiração e alguns percalços, contrariedades, em nossas histórias, por favor, alcancem uma borracha, temos esta capacidade, nos foi concedido tal poder, mas, será que seria correto, apagar lembranças? Corrigir tão facilmente os erros e não aprendermos, afinal, o presente sempre valerá à pena, acredito que temos toda a fortuna que necessitamos e tudo que de bom ou ruim, acontece ou aconteceu, fruto de nossas ações, não fomos obrigados, quanto ao futuro, continua na dependência de nossas ações, então, você:
Escuta minha voz, estou aqui, te abraço bem forte, porque é tão especial este momento, porque frases, jogadas ao vento recolhi, sou teu anjo, e pouco importa neste momento, frases certas, vírgulas, pontos, erros e acertos, não tem nada que me faça duvidar da sorte, não tem nada que me faça dividir, passado, presente e imaginar o futuro, não tem nada que faça duvidar dos sonhos, não tem nada que me faça sentir um beijo, doce, terno, cheio de emoção, pura paixão, não tem nada que não tenha vivido, estou chegando, escuta minha voz, estou perto, o estranho é que neste momento, quero esquecer passos incertos e viajar na alma de cada passageiro, às vezes me sinto no vale das sombras e sempre escuto uma voz, lá no fundo, bem baixinho, apertando meu coração, falando assim: volta prá mim, não vá embora, não me deixe, esqueça, não fuja, fica comigo, estou aqui e se te amo é porque te quero.
Abra teu coração um só instante e diga:
‘Se te amo é porque te quero, se te quero é porque nada foi em vão, você é tudo que me basta, nunca partirei, espere e veja, obrigado por mais um dia, obrigado por caminhar ao meu lado, obrigado por chorar e sorrir, obrigado pela sensibilidade, obrigado por acalmar meus instintos, obrigado pelo despertar, abrigado pelos amigos, pela paz, obrigado por estar ao meu lado, obrigado por estender às mãos e dizer: Estou aqui, obrigado pelo amor, meus braços sempre irão te abraçar”
Não perca a sua essência, a menos que seja para transformá-la no mais lindo buquê para me ofertar...
- Que frio!
- Lá fora?
- Aí dentro.
- De casa???
- Na morada do seu peito.
- Me aquece?
- Me esquece!!! Já te cobri, enquanto você... sempre me descobre.
* (des)cobertas
Enquanto os colchões de palha e as cobertas de lã de carneiro aqueciam ao sol, no fogão à lenha ferviam-se os panelões de água para o banho de bacia. Na agitação da manhã de inverno eram realizados trabalhos para minimizar o frio e o vento da noite que entrava pelas frestas do velho casebre.
Uma época onde absolutamente tudo o que se comia, bebia
e usava era "feito em casa". Os dias eram longos e todas as tarefas eram realizadas pelos membros da família. Do menor ao maior, todos tinham suas atribuições e de sua execução dependia o maior ou menor conforto de cada um. Legumes, frutas, leite, queijo, carne de frango e porco... quase tudo se produzia e muito poucas coisas, além de trigo e arroz, eram comprados .
Um calçado novo era o presente de Natal e tinha que "aguentar" o ano todo. Isso tudo estava muito longe de considerarmos um sofrimento e sequer nos sentíamos "pobres". Era a forma como a grande maioria vivia e achávamos natural auxiliarmos e colaboramos para mantermos tudo limpinho e funcionando.
Era o tempo da escassez de luxos, mas da abundância de ensinamentos e, enquanto tratávamos de sobreviver, aprendíamos as lições de respeito, honestidade, organização, humildade...
Havia, sim, o desejo de prosperar, adquirir cultura e ter uma vida um pouco mais confortável... o que exigia um esforço redobrado
e uma extrema força de vontade para conquistá-las.
Tudo passa! E hoje são lembranças e orgulho do exemplo da coragem e da determinação de meus pais que enfrentaram o pós guerra numa terra nova e que recomeçaram, literalmente do zero,
no entanto venceram e criaram filhos idôneos e felizes.
Cika Parolin
Um dia vai me ver lá na frente e vai achar que estou fugindo, mas só estarei te dando a certeza de que está em segundo lugar.
Será que lá de cima conseguiremos ver o mar
Sei que aí de cima você pode me enxergar
Em breve iremos nos encontrar
Saudades dos seus abraços apertados e a vida a nos amar
SE EU PUDESSE
Se eu pudesse
Se me fosse permitido
Subiria lá no alto
Em busca de minha ilusão
Se eu pudesse
Se eu pudesse mudar
Andaria em ruas novas
De mãos dadas com seu olhar
Ah mas se eu pudesse
Se eu pudesse sentir meu sangue ferver
Se coragem tivesse
Ousaria viver
E sem medo do mundo
Tiraria do meu coração fundo
Todo amor que urge
Pela vontade que surge
Ah se eu pudesse...
Se coragem eu tivesse...
"Ser nordestino é ter no quintal aquilo que os turistas querem fotografar e dizer lá fora:fui em Sergipe e vi seus Cânions,passei em Pernambuco e fui em Itamaracá,em São Luís dancei com as crioulas, lá na Paraíba aprendi dançar o autêntico forró pé de serra,na Bahia comi acarajé,na Cidade de Natal vi o maior cajueiro do mundo,em Teresina como aquele bode na brasa,de Alagoas estou levando lembranças de suas praias tranquilas,do Ceará recordações de Canoa Quebrada,as vezes penso em conhecer a Europa,mas lembro que na minha região tem tudo,e tudo que aqui tem é obra da natureza."
Corri para encontrá-la, senti que a estrela acabara de passar, uma luz que já não mais brilhava, porém em meus olhos eu via, essa luz que nunca se apaga.
423
Falando ao telefone com Maria do Rosário, abismei-me ao retrata-la como se seu interior visse.
Nada daqueles anos nublados que vivemos me mostraria uma iguaria mais macabra de personalidade tão doce e despreendida;lobo em pelo de cordeiro.
Vivendo anos com Maria do Rosário, vi que a coitada de nada tinha de Nossa senhora e se ela era uma Maria era somente.
Nada mirava aquele rosto que ninguém conhecia,
E se eu conselho désse indicaria para prevenir,
Porque Maria do Rosário era sorriso doente,
Mão que afagava machucando
Botas que andavam lameando,
língua que degustava amargando.
E se conselho desse no finzinho alfinetava
E muito do que falava inventava.
E se falasse : -Pode deixar que guardo segredo, em questão de horas você tinha medo,
Porque Maria do Rosário de Nossa Maria não tinha nada.
E se dinheiro lhe pedisse
Como quem logo pagava
Podia dar por perdido
E pra almas entregava
Nunca aprendia a lição
E dentre muitas ,só arrumava confusão.
Seu irmão pobre inocente ,
Acreditando que lhe tratava os dentes
Lhe emprestara grande quantia
E pra receber a pobre nunca tinha
E de antemao
Nunca mais se via um tostão
Mesmo fazendo tudo errado
A danada era querida
Porque quem de costume era
Já entendia a batida
Porque Maria do Rosário de Nossa Maria nada tinha.
Era sorridente ,feliz
Porquanto enquanto facilidade de fazer amigos,
Em pouco tempo os tornava inimigos
Porque tanto era a confusão
Que em plena comunhão
Pensava em como tirar proveito
De um grande defeito
Que se chama de enrrolacao
Uma trapaça congênita
Que em meio a sorrisos e habilidades
Fazia chorar quem lhe amava
Porque Maria do Rosário de Nossa Maria nada tinha.
Nem compaixão nem paixão
Por um riscado de amor
Só tinha no pensar a perdição
Que se traz no olhar
Que cheira mal ao acionar
O que devemos evitar
Que se chama ambição
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- Talvez quando você precisar de mim eu não esteja mais lá
- Fábulas de Jean de La Fontaine
