Va em Busca da Felicidade sem Medo
Há uma estrada que desconheço, um caminho que poê medo...mais sigo, sigo porque de certo hei de encontrar a cidade dos meus sonhos e a rua
dos meus desejos. Teu nome está lá fixado na parede !
De vez em quando me pego a pensar, que poderia eu ser tão igual, que até fico com medo de não lhe intender. MARBREDA
Duvide do que é fácil, mas também deve duvidar do que é difícil demais, a insegurança tem medo de molhar os pés na água, com medo do crocodilo. MARBREDA
Muitas vezes, temos que ir de encontro ao que tentamos fugir; o bloqueio das nebulosas vias do medo possibilitam as veredas para o sucesso.
Não tenho mais medo da sorte, ela pode me pegar em qualquer esquina e deixar me triste ou talvez me fazer a pessoa mais feliz do mundo. MARBREDA
kkkkkkkkkkk meio louco isso, mas me chamaram de sábio, e me perguntaram um medo que possuo....
Respondi que nada sei, então tenho medo do desconhecido! kkkk
As vezes tenho medo de acordar e perceber que tudo não passou de um sonho. Um sonho muito bom e que não deveria ter tido um fim, pois foi onde conhecí pessoas incríveis, que fizeram de pequenos momentos da minha vida, os melhores, transformando até os mais simples gestos, nos maiores presentes...
Não tenho medo da morte....
tenho é pena não ter vivido mais...
das viagens que não fiz, gostaria de ter feito
das rosas que não toquei e do seu perfume
das músicas que não ouvi.....
dos versos e poemas que não escrevi
da chuva que muitas vezes fugi....
do mar que eu tanto amo...
dos dias que tive medo de viver
de amar, de sonhar, de sentir
Quando eu partir meu amor cobre-me.....
de pétalas de rosas e de orquídeas...
e lembra-te sempre de mim.!
Não é mais medo da morte,
Tampouco ânsia de vida
Não é infidelidade
Também não ligo pros erros dos outros.
Eu sei o que todos pensam
Que penso no quanto errei
E no tanto de coisas do mundo
Que deixei pra trás sem pensar
A verdade é um pouco mais estranha
Complexa, embora pequena.
Penso no tanto que penso
E se penso o que deveria pensar.
O tictac do relógio se cala
E sem cessar eu o busco ao lado
O escuro é escuro demais
E o claro me fere os olhos
Tem alguém do meu lado coberto da cabeça aos pés
Eu não o conheço bem
Mas sei seu nome e lembro de seu rosto
Quase que perfeitamente
Penso nas dores que já não sinto
Penso nas coisas que não me importo de ter perdido
Penso no futuro que não tenho pressa pra que chegue
Penso na vida que estou levando calmamente
Corro o dia todo
Desafio a mim mesma e venço a mim mesma
Me perdoo também
Como ensinou Zaratustra
Nada porém me ocorre
Nada me cerra os olhos
Nada deveras existe
Que me faça adormecer em paz
Nada se não palavras.
Estou cheia delas.
Para que eu não exploda o mundo usa a noite
Para que as solte
Pois que se vá
Estou superlotada
E vocês não me pertencem,
Palavras.
SOBRE A HIPOGLICEMIA
Num contexto psicológico pontual, na convulsão o que sentia era o medo de morrer, o que verificava facilmente com a convulsão. Sendo a glicose o combustível do cérebro, o que sei é se porventura “dormisse”, parasse de me debater, eu morreria. Acho que essa é uma reação inconsciente do organismo – o instinto de sobrevivência -, a sensação de que precisamos nos agarrar àquela única tábua de salvação e garantia de vida, sem a qual tudo ficaria escuro e deixaríamos essa mesma Vida, escorrendo por aquele túnel sombrio e gelado da morte.
