União entre as Pessoas

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"Já dizia Jalison Santos:


A tristeza muda as pessoas."

Sua felicidade real não pode e nunca deve ser afetada pelas atitudes de outras pessoas, apenas pelas suas próprias atitudes…

"Já dizia Jalison Santos:


Às vezes salvamos pessoas que nem conhecemos, e no final de tudo acabamos esquecendo de nossas famílias."

Definitivamente é fato...
Quando descobrimos quem as pessoas que nos rodeiam que, essas mesmas tiram as suas mascaras, ai sim logo podemos perceber do que elas são capazes para te enobrecer ou apodrecer o amor e amizade que você sente por elas.

As pessoas que não gostam de serviço não podem querer e nem devem pensar em se casar.

Muita força de vontade de muitas pessoas está vinculada a fé em Deus.
E desses, muitos conhecem a frase....
"Deus é contigo".

Lembre-se:
Na sua Jornada também precisa ter pessoas que te trataram mal.

Se faltar isso.
Também te faltará história.
E sem história, não há
Best-seller.

"Não é deitando com várias pessoas que você vai achar o que procura"

Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.


E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.


A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.


Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.


É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.


Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.


Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.

Envelhecer talvez seja assistir, em silêncio, ao desaparecimento gradual de todas as pessoas que um dia fizeram do mundo um lugar reconhecível.

Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.

É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.

Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.

Então fui me desfazendo aos poucos.

Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.

Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.

Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.

Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.

Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.

Entre servir e anular-se.

Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.

E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.

Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.

Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.

Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.

Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.

E, naquele dia, não será possível dizer:

"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."

"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."

"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."

Cada um responderá pela própria vida.

Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.

Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.

No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.

Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.

A Expansão de Dois Universos


Há pessoas que atravessam a vida umas das outras como quem visita um lugar. Eu não.


Sempre acreditei que existem pessoas extraordinárias. Pessoas que carregam dentro de si universos inteiros. Com constelações ainda sem nome, galáxias jamais exploradas, oceanos profundos e infinitos esperando alguém suficientemente curioso para permanecer.


Talvez seja por isso que nunca consegui amar pela superfície. Porque a superfície nunca foi capaz de sustentar aquilo que eu procurava. O extraordinário é raro. E, quando dois universos raros se encontram, o desejo deixa de ser apenas estar ao lado. Passa a ser descobrir.


Descobrir os continentes escondidos nas palavras não ditas, decifrar as estrelas por trás dos medos, encontrar vida onde ninguém antes teve paciência para procurar. E, enquanto isso, permitir que alguém também percorra o meu pequeno universo. Não apenas para me possuir, mas para me conhecer. Porque universos não se conquistam. Universos se desvendam.


Existe algo extraordinário quando duas imensidões deixam de apenas se observar e escolhem explorar uma à outra. Não para que uma complete a outra, mas para que ambas se expandam. Cada descoberta amplia a seguinte. Cada pergunta abre espaço para novas galáxias. Cada vulnerabilidade ilumina uma parte que ainda permanecia invisível.


É como se dois infinitos, ao se encontrarem, não diminuíssem um ao outro. Ao contrário. Expandissem. Porque conhecer profundamente alguém nunca reduz o mistério. Apenas revela que o infinito sempre foi maior do que imaginávamos.


Talvez seja esse o encontro que sempre procurei. Não alguém que apenas me olhasse, mas alguém disposto a passar uma vida inteira descobrindo os infinitos que habitam em mim, enquanto eu faria o mesmo pelos infinitos que habitam nele.


E talvez seja por isso que, um dia, escolhi entregar o meu universo. Não em partes. Não apenas o que era bonito ou fácil de compreender. Entreguei também os silêncios, as cicatrizes, as galáxias ainda sem nome e os lugares onde quase ninguém teve coragem de permanecer. Porque um universo só pode ser verdadeiramente entregue quando alguém confia ao outro até aquilo que ainda não foi completamente descoberto.


Talvez poucos compreendam o peso dessa entrega. Mas quem compreende sabe que receber um universo nunca foi um privilégio comum. Foi um convite para uma jornada sem fim.

Não existem muitas pessoas 100% honestas no mundo, e as poucas que existem, são muitas vezes infelizes, ⁠pois passam a vida inteira brigando com a sua consciência. Elas entendem perfeitamente que o mundo é constituído de um lugar extremamente desonesto.

As coisas vão melhorar...
A idéia do futuro melhor acaba iludindo a maioria das pessoas, que acabam por ficar presas num eterno presente medíocre. Só existe uma forma das coisas melhorarem, em primeiro lugar definindo com exatidão aonde quero estar no futuro (objetivo), em segundo quais as ações que devo fazer agora pra chegar neste objetivo futuro.
Lembre-se que tudo deve ser planejado para o futuro, no entanto o futuro só se realizará positivo a partir dos atos do hoje...

Você esta preparado para exercer seu Livre Arbítro ?

A maioria das pessoas que conheço não !!!
Livre Arbítrio é a condição que nos dá o poder de decidirmos
sobre as nossas ações e nosso futuro.
No entanto só exerce realmente o livre arbítrio aquele que combate
suas paixões e seus vícios, porque quem não combatê-los se torna
escravo de si mesmo..

Via pessoas passando necessidade e carregando sorrisos muito mais sinceros do que os meus. Então eu me perguntava: por que dói tanto?"

*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)

Dos meus feitos em vida, o que mais me orgulho é ter libertado pelo menos uma dúzia de pessoas, provavelmente mais que não lembro e não sei, do cristianismo.
Posso morrer em paz com isso.
E essas pessoas libertam outras pessoas.
A questão não é a crença, mas a escravização da mente e perpetuação do ódio, da intolerância, da arrogância de se achar a única verdadeira.
Que mais e mais pessoas se libertem, e a juventude seja a nossa salvação do Evangelhistão!
Meu trabalho está feito. E será feito até o meu último segundo de vida.
- Marcela Lobato

⁠Ninguém muda pra agradar ninguém!
As pessoas só mudam quando percebem que precisam e quando assim o desejam.
Muitos permanecem do mesmo jeito, pela vida toda, porque não se vêem como errados, não percebem a necessidade e, como não vê erros em suas atitudes, acredita que tudo o que faz está correto, mesmo machucando o outro!
O ego deve ser equilibrado ainda na infância, para não dominar o lado egoísta quando adulto.

Tragédia anunciada


Parece brincadeira,
brinca-se mal com as pessoas assim, porquê mesmo?
Joga-se riso onde devia caber abrigo,
faz-se piada com o que sangra por dentro.
Rasga-se a carta com a mão que jurou guardar,
e chama-se de leveza o peso que ficou no ar.


Que tristeza
ver o amor tornar-se moeda de troca,
ver promessas partidas como copo no chão,
e ninguém juntar os cacos.
Que tristeza
é esperar mensagem que nunca chega,
é dormir com o silêncio a fazer eco,
é sorrir na fotografia e chorar depois do clique.


Parece comédia,
os atos, as caras, o silêncio ensaiado.
Entrada, saída, aplauso na hora errada.
Toda a gente a rir da cena que me parte,
toda a gente cega para a faca que ficou cravada.


Vivemos nos últimos tempos
a falta de compaixão,
a falta de valores.
Ninguém se importa com o próximo.
Passa-se ao lado da dor alheia,
troca-se o abraço por uma notificação,
troca-se o olhar pela pressa.
O mundo gira depressa demais
para reparar em quem ficou para trás,
e chama-se de normalidade
à frieza que se tornou hábito.


Mas uma tragédia
é quando o pano cai
e só ficas tu no palco vazio,
a aplaudir sozinho a dor que ninguém viu.
É carregar o nome de quem te esqueceu,
é decorar uma despedida como se fosse verso.
É perceber que o fim não grita,
sussurra... e vai-se embora.


Parece brincadeira,
mas já não tem piada.
Parece comédia,
mas já não há plateia.
Só resta esta cena final:
eu, as luzes apagadas,
e o coração a tentar perceber
porque doeu tanto
aquilo que começou como nada
num mundo que se esqueceu de sentir.