Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser.

Um erro na vida, não significa uma vida de erros.

A infelicidade é apenas um estágio de superação. Passamos por ela. Apenas passamos! Ela não é um estado permanente.

E sempre funcionou bem assim; era só começar a gostar de alguém que eu dava um jeito de ir embora. Mas com você não deu, só consegui ficar.

Há poucas dores no mundo que sejam maiores do que a dor de um coração partido.

- Um grande homem... Gênio? Ou insanidade? Quem pode dizer?

Uma mulher de verdade e que se preza não quer para si um romance morno, ligeiro, inerte, superficial, sem graça, com lágrimas, pela metade e apagado; Ela quer um Amor quente e apaixonado, duradouro, em movimento constante, intenso, cheio de atitudes, com sorrisos, inteiro e com luz própria. Ela pode até se enganar um minuto, mas logo cai em si se aquilo não a satisfaz plenamente e se não quer valer a pena. O desapego é coisa certa.

Ela não quer só suspiros e sussurros, pele e química, ela quer, acima de tudo, mimos e galanteios, carinho e atenção. Ela aprecia sim passeios, viagens, presentinhos, surpresas, loucuras de Amor, mas ela se derrete muito mais com o respeito, lealdade, dedicação, cumplicidade, companheirismo, cuidado e zelo que ela espera para o seu mundo.

O que conquista uma mulher não é o elogio e o jantar do primeiro encontro, são os paparicos diários que a fazem se sentir desejada, valorizada e amada. É a coroa que o seu amado súdito põe todos os dias em sua cabeça que a faz se sentir a rainha que toda mulher deseja, porque só assim ela ganha forças para também aceitar a condição de plebeia e enxergar e tratar o seu amado diariamente como o seu rei, não como bobo da corte.

A essência do costume (de dar presentes de Natal) é que agora eu tenho que sair e adquirir um presente de valor equivalente que representa o mesmo nível de amizade representado pelo presente que você me deu. Não é de estranhar que as taxas de suicídio aumentam nessa época do ano.

Pensamentos vem e vão.
Os sorrisos que recebemos, falsos e verdadeiros.
Estamos em um mundo tão hipócrita onde recorremos até a
internet para desabafarmos, obtendo a certeza de que
alguem um dia irá ler e compartilhar do mesmo sentimento.

Alguém disse um dia que para todo erro há perdão. Você também acredita nisso? Será que perdoar incondicionalmente é o melhor caminho para se resolver as contendas humanas, ou é apenas uma forma da gente justificar a nossa incapacidade de sufocar o mal que há em nós e oferecer aos outros só aquilo que temos de melhor?

Por que fazemos tanta questão de exaltar os nossos erros como um “aprendizado necessário”? Pensando assim, aos poucos a humanidade vai assumindo uma explícita falta de vergonha em agir sem pensar nas conseqüências. Os seres humanos saem por aí “atropelando” pessoas e sentimentos, e depois simplesmente pedem perdão e seguem suas vidas como se tudo fosse normal.

Eu sei que errar faz parte da bestial natureza humana, e os nossos deslizes, geralmente, são passíveis de reconsideração, mas a maldade premeditada, a meu ver, tem uma conotação muito mais grave do que um simples erro de conduta. Maldade é uma coisa que eu não consigo relevar assim, a toque de caixa.

Na verdade há certos pecados que talvez eu nunca consiga perdoar. Existe uma crueldade irretratável na brutalidade sanguinária dos homens; nas mentiras que são levadas adiante; nos enganos oferecidos como se fossem a salvação; nas ilusões travestidas de falsas esperanças; nas promessas vazias que nunca irão se cumprir e nas traições engendradas para enganar as pessoas que dizemos amar.

Juro que eu até já tentei ser uma pessoa mais evoluída, “dar a minha outra face”, “acolher os meus inimigos” e “perdoar erros imperdoáveis”, mas esses adágios beneditinos são maiores do que eu e superam todos os meus esforços em ser bonzinho e tolerante com os pulhas de plantão.

Esse tabu parnasiano que nos obriga a perdoar a quem quer que seja, sob pena de sermos desqualificados como demônios rancorosos, ataca frontalmente um direito legítimo de não querer perdoar a quem nos feriu de alguma forma. Através dessa teoria do perdão incondicional, somos praticamente constrangidos a acreditar desde cedo que o dever de perdoar é muito mais importante do que o mandamento sagrado de jamais fazer mal a alguém.

Mas não me vejam como um rancoroso qualquer... O meu coração perdoa fácil a palavra mal colocada, o julgamento precipitado, a ofensa na hora da raiva, o grito no meio da discussão, ou a incapacidade que muitos podem ter de compreender as minhas razões. O meu perdão está pronto para acolher aqueles que me atingem por ignorância, e não por mera crueldade.

Uns dirão: “Mas se até Cristo perdoou”! Que Cristo me perdoe então por todas as vezes que eu não conseguir perdoar a quem me causou algum dano. É que eu sou verdadeiro demais para fingir as coisas que eu sinto, e eu não consigo enganar ninguém com o meu jeito transparente de me posicionar diante da vida. Sou uma pessoa com a essência à flor da pele, e eu não permitirei jamais que a minha integridade e a minha honra sejam alvos da iniqüidade de ninguém.

Que me perdoem também aqueles a quem o perdão é conveniente ou serve de muletas, mas eu creio que a teoria do perdão incondicional é apenas uma fábula inventada para confortar os desprovidos de amor próprio e os canalhas que nos espreitam. Não sou nem um, nem outro. Trago comigo gentilezas nos bolsos e me antecipo com bom senso a qualquer tentação de fazer o mal a alguém.

Mas, se mesmo depois de sofrer uma injustiça qualquer, a minha vontade de perdoar se fizer tão grande quanto o meu amor pelo próximo, que o meu perdão seja dado ao meu tempo, e não no tempo da leviandade de quem me prejudicou e agora quer a minha reconsideração. Na verdade, é essa tal garantia de perdão incondicional que encoraja o injusto a atentar contra os seus semelhantes.

Enfim, não temam as minhas mágoas... No final eu sempre hei de voltar atrás. Apesar de rancoroso eu sei que existe uma certa nobreza em mim, mas o meu perdão é apenas a esmola mais chinfrim que eu posso oferecer aos pobres de espírito que trocaram o imenso valor do meu apreço, pela mais reles das moedas que é o meu pequeno e mísero dom de perdoar.

Suas palavras são tão vazias quanto sua alma. A humanidade não precisa de um salvador como você para nada.

Na teoria do caos um simples sorriso pode mudar seu destino

Estrelas-do-mar

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

– Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor.

– Você não vê? – explicou o jovem. – A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.

O escritor espantou-se.

– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

– Para essa aqui eu fiz a diferença.

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.

Sejamos a diferença!

Desconhecido

Nota: Adaptação da história "The Star Thrower", do antropólogo e escritor norte-americano Loren Eiseley, publicada em 1969.

...Mais

Enquanto eu tiver um desejo, terei uma razão para viver. A satisfação é a morte.

George Bernard Shaw
Overruled (1916)

Amores bandidos.

Dê um tempo para as paixões bandidas da sua vida, vire a página. Chega de romances “afasta e volta”, “vai e vem”, daqueles que são ótimos na saudade e péssimos na realidade. Amadureça afetivamente.
Claro que todo amor bandido tem um toque de excitação, afinal, de regra é na cama que ele eclode. O amor bandido tem desafios, diferenças que o homem teimoso acha que pode superar. Nas paixões bandidas um e outro querem “vencer” as diferenças, aquilo que vêem de ruim no outro.
Amores bandidos são prisões, calvários afetivos e não libertação, rejubilo e alegria que são as bases de uma relação afetiva saudável e feliz. Amor bom é aquele que não precisa da saudade para se fortificar, é aquele que não precisa se tornar um vácuo para ser valorizado.
Ama bem, quem se ama bem. Ama bem quem tem maturidade e quem consegue estabelecer um relacionamento saudável e harmonioso no dia a dia. Pessoas assim só sentem saudade quando o outro viaja, quando o outro está ausente e não quando o outro,infeliz e magoado, foge mundo afora.
Assim como existem os doentes da mente, os doentes fisicamente existem os doentes afetivamente: Pessoas que não conseguem estabelecer um relacionamento forte e maduro, pessoas que precisam da briga, que precisam da desarmonia e da plena ausência do outro para valorizá-lo. Existem pessoas que só sabem amar bandidamente, isso é um fato lamentável.
Fuja desse tipo de pessoa pelo bem de seu próprio coração. Quando você tiver se tornado saudade, quando ele sentir o vazio de sua falta ele vai acreditar que lhe ama e que você é tudo para ele, mas quando, enfim, ele conseguir lhe trazer para a prisão de seus braços vai lhe judiar e maltratar novamente. E assim você irá embora, e assim ele vai a sua caça e este jogo continua indefinidamente até terminar em tragédia, ou, quiçá nunca findar.

AQUELA GAROTA
Um dia você irá se lembrar daquela louca apaixonada que por você vivia a chorar, deitado em sua cama, logo adormecerá e sonhara com aquela garota. No sonho ela vem linda, com uma áurea incandescente, cuja luz irradia pelo quarto todo.
Seus olhos refletem todo amor devotado a você, sua pele e macia e seu toque te faz estremecer. Você acorda assustado e decide ligar para minha casa, mas ninguém atenderá. Desesperado sai a minha procura, mas não me encontrará, decide perguntar aos meus amigos, mas ninguém sabe onde estou, então resolve ir naquele bosque, cuja árvore mais frondosa acolhe em sua sombra uma humilde casa, você reluta e o coração apertado te empurra para dentro, mas não me encontrarás, encontraras apenas um bilhete dizendo:
“Eu já fiz de tudo pra te esquecer, mas meu coração só quer você,
Já tentei te conquistar, mas você só soube me desprezar.
Não existe solução, muito menos explicação, só encontro uma saída,
Acabar de vez com a minha vida”.
Nesse momento você não consegue controlar as lágrimas e o ar passa a faltar, angustiado você sai daquele lugar e corre sem rumo, adiante encontrará uma enorme cruz com o nome da garota que um dia você desdenhou, e perceberá que SEU DESPREZO E SUA AUSÊNCIA ME MATARAM.



é tão melancólico ser solitário
na incompreensão de um mistério
trás um vazio que só se ocupa:
de carência, fardo, forte tristeza

não tenho forças contra tal sentimento
sou vítima da eterna escuridão
sofro por não ter nenhuma ação
e o efeito é a inexistência da solução

minha alma chora em planto
desespera-se, suplica a morte!
Na fuga dessa vida quem sabe,
eu vire pó e leve-me o vento embora

gemidos de dor trazem feridas
há... é tanta tristeza e mágoa
que até mesmo a noite se retira
ninguém me quer, nem mesmo a vida.

Se pretende amar alguém, AME DE VERDADE e seja VERDADEIRO! Iludir um outro ser humano com palavras e falsos sentimentos é a pior covardia que pode existir!

Ontem fui um cão. Hoje sou um cão. Amanhã provavelmente vou continuar a ser um cão. *Suspiros*. Há tão pouca esperança de avanço.
(Snoopy)

Você não pode esperar pela inspiração. Você tem que ir atrás dela com um bastão.