Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Quando eu penso em uma criança eu penso em um ser tomado por júbilo, que levanta da cama no dia mais frio, no dia mais quente, no dia mais chuvoso sem qualquer preguiça. Ela ama, não julga e vive o reino que é furtado dela por paradigmas. No momento em que ela descobre quem verdadeiramente é, ela enche o seu coração de compaixão e a mágica acontece.
Você está em um banquete divino, agora você se alimenta entre os lírios, até que amanheça e fujam as sombras, você será como o sol do meio-dia, não lançará mais sombras. Aquece o bem e o mal. Quem o vê, sente-se como se se admirasse, o narciso de “Saron”. Agora você é um pastor entre os lírios e você verá o mundo com olhos de pomba.
Meu irmão, tudo é, de fato, uma questão de fé em Deus. Torna-se inviável discutir com um ateu a lógica da reencarnação ou qualquer outro raciocínio de justiça divina se faltar o principal, que é a crença firme em Deus. Nada disso poderá fazer sentido em um Espírito fechado em si mesmo, sem abertura para compreender a sua pequenez diante do Universo.
Um trabalho sério é sempre compromissado, seja ele remunerado ou não.
Todos temos a liberdade de decidir em favor ou contra isto ou aquilo. Seguir um rumo ou outro é livre-arbítrio, nada tendo a ver com o padre ou com quem quer que seja. Exerça a sua liberdade!
Se quisermos fazer uma escola melhor, uma igreja melhor, um hospital melhor, uma sociedade melhor e, por conseguinte, um mundo melhor, então precisamos investir em pessoas e não em estruturas físicas.
Artigo Dinheiro ou felicidade?? O que é mais importante??
..qual é o real valor de um relacionamento quando o que se busca em questão é o dinheiro, poder, status? Como nos posicionamos quando a própria célula familiar nos ensina que o que realmente importa é o dinheiro?
Existe apenas um instante na existência de um ser em que tudo é contínuo, estável e certo: a morte. Em todo o resto, há apenas a beleza de viver.
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
A ausência de acidentes não indica, necessariamente, um ambiente de trabalho seguro. É essencial compreender por que os eventos não estão ocorrendo: se é efeito de um gerenciamento de riscos eficaz ou mero fruto do acaso.
O que aconteceria com o mundo se houvesse, repentinamente, um "apagão" tecnológico? Para onde correríamos a fim de buscar respostas caso não tivéssemos mais acesso ao "doutor" Google? O que faríamos com nosso tempo se não tivéssemos recursos tecnológicos para ocupá-lo?
Como iríamos nos relacionar com as pessoas se perdemos a capacidade da comunicação face a face, olho no olho, preferindo relacionarmo-nos com milhares de "amigos" virtuais e mal conhecemos quem mora conosco ou na mesma rua, no mesmo bairro?
Por mais humilde que seja, acredite no seu sonho. Ele deve funcionar como um farol, como uma direção aonde se deseja chegar. Persevere, acredite no seu potencial.
Relacionamento é viver melhorando um ao outro, por meio de amar o jeito que cada um está lidando com suas imperfeições. Assim alimentam-se de coragem, conquistas, e apoiam-se quando precisam. Se você está aturando, rivalizando, não é amor, é jogo. Onde há jogo, não há amor!
Oscar Pestana - Psicanalista
Um acidente é algo planejado ao longo do tempo e que combina diversos fatores, não é simplesmente um evento ao acaso. Suas causas podem estar isoladas no tempo e espaço.
Um acidente de trabalho é como uma árvore, não é alimentado e sustentado por uma única causa. Identificar e tratar somente uma causa não impedirá que o evento se repita em algum momento.
Cada certificado [ou diploma] de conclusão conquistado deve simbolizar mais um degrau rumo aos nossos sonhos. Então, coloque em prática o que aprendeu, busque saber mais a respeito do assunto, e por fim, ajude pessoas a se tornarem indivíduos e profissionais melhores!
Em um mundo repleto de mudanças, precisamos ter uma mentalidade de crescimento, não há mais espaço para uma mentalidade fixa.
Entre perdas e danos,
escrevia poemas a rodo
no livro de sua vida,
um desengano
Enganou-se sozinho,
pleno de ilusão,
nunca teve, nunca foi seu
aquele coração
Não soube distinguir
qual era a verdade,
nem perceber que ela
tinha-lhe apenas amizade
Havia algo no ar, enigmático,
desencontros, um vazio,
seria um adeus?
soando a melodia do cansaço
em compasso final, dolorido,
deixando desafinadas notas
a brindarem em acordes tristes
a saga do que foi, mas que talvez,
nunca tenha sido...
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