Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Na boa, é muito foda viver em um mundo assim. Tem gente que só machuca os outros, tem gente que não sabe amar.
Pressentimento imprescritível
Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas.
Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas.
Sinto saudade de ouvir sua voz, ser levada até você através do pensamento e ser surpreendida no exato momento pela sua ligação, provando assim nossa ligação até mesmo através de um breve pensamento.
Sinto saudade de me envolver, sem ligar.
Sinto saudade de te ter e não ter medo de te perder, pois apenas estava aproveitando o momento.
Sinto, hoje, dentro do meu coração que ambos estamos a nos procurar, mas com medo recuamos.
Sinto um intenso desejo de te rever, o qual é estimulado pelos pensamentos e lembranças que me levam até você.
Sinto, neste momento, lágrimas pelo meu rosto escorrerem e meu coração se despedaçar nessa intensa emoção por sua razão.
Sinto que em algum lugar ainda vou te reencontrar nem que para isso o que me reste é desesperadamente lhe procurar.
sabe quando você ta mal, achando que ninguem repara em você, qe ninguem te quer. daí surge um cidadão na moto que quase bate no carro da frente pq virou demais o pescoço so pra te olhar e falar qualquer bobagem? É, eu sei, você nem acha o cara bonito, mas sorri pelo simples fato de ser notada (:
MORTO POR UM ABORTO
(Esta poema é produto de uma ficção que traz à tona o veemente repudio do próprio feto, contra UM CRIME CHAMADO ABORTO.)
Mãe! Eu consigo e você comigo,
Poderíamos viver juntos por muito tempo
Se não fosse esse seu inescrupuloso intento,
Prestes a decretar minha não-vinda.
Esse intento que desenfeita a beleza feminina
De dois corpos num só.
Que desvenda o mal que você apronta,
Ao ilustrar na tela do desrespeito à vida
Ao apresentar a aparição dos contras
E o desenrolar da eliminação dos prós.
Mãe! Eu que queria ser o fruto de sua existência.
A rósea flor da sua façanha,
Regada com o choro da criança que viria,
Sou, no entanto, um botão pisoteado num canto.
SOU UMA CRIATURA sendo abatida, sem clemência.
SOU UM SER sendo assassinado nas entranhas,
Sob os mandos e desmandos
Da frieza, da perversidade, da covardia.
Mãe, como é pecaminoso esse seu delito!
Emolduras um quadro com falso desenho.
Colas um cartaz com rasurados manuscritos,
Ocultando, no ventre, a falência de seu juízo,
Ao agredir-me, às escondidas, com golpes doloridos,
Certificando-se, assim, que não mais tenho
O vigor que possuí outrora.
O calor materno daquela ocasião...
Nos minutos daquelas horas.
Mãe, eu me perco na escuridão desse desafeto
E, pouco a pouco, desfalecendo,
Sou um feto doado à dor e à agonia.
...Me remexo, me enfraqueço.
Desfaço-me nesse embaraço
Que tanto me judia.
Que me tinge com o corante da violência.
Que me queima com o fogo do sofrimento,
Levando-me a saborear
A ceia das conseqüências,
Como o mais recomendável dos alimentos.
Mulher!
Você é simplesmente mulher, adiante,
Porém, jamais pura ou sublime.
Você não é mais digna
Da minha admiração que se finda,
Ao ser impiedosamente detonada, explodida,
Pela exterminadora sem-vergonhice do seu crime.
Você, pra mim, vale menos que uma moeda,
Pois a gestante que se preza não pratica isso:
Não ignora a semente de sua vida,
Pondo-lhe um maltratante sumiço.
Mulher, conclui-se o seu insensato desejo!
Sei que, prematuramente, sairei.
Que sua barriga logo... logo eu a deixarei,
Para entre os seres vivos não permanecer.
Para não dar e nem receber
Sequer um... um único beijo.
Agora, mulher!
Agora... agora tudo está para ser desfeito.
Se o arrependimento a fizer voltar atrás,
Não será possível dar um jeito,
Porque já é tarde demais.
Porque eu já presencio a morte
Vindo ao meu encalço, ao meu encontro,
E, daqui a alguns segundos,
Ela fará com que eu esteja morto.
Morto por sua conduta contrária.
Morto por seu aborto.
Por essa injustiça cruel e voluntária,
Que me traz o ponto final
De um total desconforto.
Adeus,
Mulher que não quis dar-me ao mundo.
Adeus,
Mulher que não quis ser a minha mãe.
Adeus...
É o meu irremediável fim... ADEUS!
"Reformar? A Gerra acha mais fácil destruir um pais e com os frutos de sua devastação recolher os destroços dos escombros e reconstruir uma nação"
Eu só quero poder um dia seguir em frente e quando as pessoas me perguntarem se estou bem e eu disser que sim, a resposta ser realmente verdadeira.
Hoje a única coisa que me mantem bem é a esperança. Esperança de que um dia tudo isso vai passar e finalmente vou poder viver as coisas que eu sempre quis.
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