Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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A esposa deve de ser como uma boa amiga do marido, o fazendo sentir-se bem e confortável em dialogar sobre seu dia a dia como se fossem bons amigos...
Mas também sempre lembrando que nem todos os seus amigos são seus melhores confidentes, por isso pense bem o que vai falar com ela.

Mesmo um não com a chance de poder se conversar, nunca merece ser apagado como uma boa recuperação

Uma Dica de ouro a seguir.
Seja (Muy) recíproco.
Não curta nada de quem não te responde, não compartilhe de quem não te curtiu e não te deu moral em Nada.

O que é uma simples Garoa para quem passou por uma grande tempestade?

Encontrar mulheres de caráter hoje em dia, é igual a encontrar debaixo de uma cobra os seus pés.

Depois de uma boa parte da vida trabalhando na área da infraestrutura, acabei percebendo que...
Se alguém não ajudou a planejar e construir o projeto do zero, essa pessoa não será útil na fase de lançamento e apresentação final.


OBS: Isso não é só sobre infraestruturas!

A pessoa que mais te destratou.


Em um futuro não tão distante, ela não será citada como uma aliada do protagonista.


Mas sim, essa, um dia, essa vai fazer parte de um livro que contará sua história.

A idade chega para todos.
E a mudança de um coração verdadeiro e sincero também.
Mas Ah, uma verdade sem hipocrisia.
Por você ser trabalhador, honesto,
Muitos Terão asco e desprezo de você.

Deus te dá a resposta Mas...
Tudo começa com uma decisão.
O inerte não vai chegar a lugar nenhum.




Passe a fazer com a vida igual ao canguru.


_Sempre Pulando?


Não, O canguru não dá ré, por isso Sempre está seguindo em frente.

A raposa selvagem, ela mesmo com várias precauções que devem ser tomadas por ser uma raposa selvagem.
Mesmo assim, Ela quando está ferida e é curada por alguém, ela nunca volta pra morde a mão de quem a ajudou a curar ela.
Ela sempre volta pra agradecer.

Se alguém preferiu não entregar os ouvidos, o que os outros falam.
E te deu uma nem que fosse mínima, mas te deu uma oportunidade, E acreditou em você. Nunca deixe de valorizar essa pessoa.

Cada pequeno passo é guarda uma velha lembrança, que criará uma novas lembranças que será Guardada

​O Olhar da Toca do Coelho

​Olhar a partir da toca do coelho.
​Enxergo através de uma visão bidimensional, mas também pelo que chamo de cubismo político. É o olhar de quem está no topo e olha para baixo; o olhar que se volta para dentro para, então, respirar. É na pausa da respiração que compreendo o conceito, abrindo múltiplas noções de espaço e dimensões observáveis.
​A constante da luz viaja pelo espaço e pelo tempo. As cores, sob essa ótica, seriam a própria devastação gerada pela interação da especulação.
​Nisso reside o sentido mais profundo do ser: observar, simultaneamente, o macrocosmo e o microcosmo. E, na solitude dos meus pensamentos, os fragmentos mais frágeis de minhas sensações são expostos, navegando no fluxo contínuo e implacável de ideias que correm pela minha mente.

Eu disse que estou caindo.
e não é uma queda rápida
é lenta, contínua…
dessas que parecem não ter fundo.
eu estou em uma fase
que não suporta mais nada.
cada dor chega como se fosse única,
infinita, profunda, árdua…
como se eu não fosse atravessar.
e mesmo fazendo parte de um todo,
cada uma delas, sozinha,
já é um abismo.
neste momento
eu estou exausta.
cansada. triste. melancólica.
eu calo… e calo…
e ainda assim choro.
grito por dentro.
e não consigo desligar.
a vida me chama pra continuar,
me pede presença, responsabilidade, cuidado…
mas por dentro
tudo em mim só queria parar.
eu preciso ser forte para os outros,
mesmo quando ninguém é por mim.
então eu guardo a minha dor no bolso
e sigo… como dá.
tem tanta coisa que eu queria dizer,
retrucar, gritar, responder…
mas eu me calo.
e perdoo, em silêncio,
a insensatez de quem não sabe o que diz.
porque não sabem o que eu sinto.
não sabem como eu sinto.
e talvez seja melhor que não saibam.
porque desejar que saibam
seria desejar que sentissem o mesmo.
e eu não desejo isso a ninguém.
então não…
eu não espero que me entendam.
mas eu estou cansada.
cansada de uma dor
que não parece ter fim.
e quando tudo em mim acredita
que isso nunca vai passar…
o pensamento que vem
não é sobre viver
é sobre querer que isso acabe.

Eu sinto uma angústia fatalista tão profunda e sombria. Sinto como que borboletas negras em minha barriga. Negras, avisando sobre o futuro luto… sobre a contingência… sobre as consequências de escolhas mal feitas. Mas também, sobre a vida. Suas facetas. Seus ciclos. Sua tragédia. Seu drama. Sua comédia. Sua ação. E seu fim.


[...]


Eu tenho esperança; sabe? Esperança, pelo menos agora com um pouco mais de maturidade, de um futuro. Nem melhor, nem pior, nem igual. E nem diferente. Sim, nonsense, né? Pois é! A vida é assim, às vezes. Eu aprendi que mais mal faz, encher as bagagens de esperança querendo encontrar o equilíbrio — e o pior: achando que vai — do que carregar consigo um pouco de cada tempero, até a desesperança, para… no fim das contas… mandar o equilíbrio e sua antítese às favas!

Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.

É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.

Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.

Então fui me desfazendo aos poucos.

Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.

Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.

Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.

Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.

Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.

Entre servir e anular-se.

Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.

E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.

Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.

Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.

Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.

Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.

E, naquele dia, não será possível dizer:

"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."

"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."

"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."

Cada um responderá pela própria vida.

Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.

Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.

No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.

Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.

Hoje o desejo me habita de uma forma diferente. Latente, inquietante, vibrante. É um daqueles dias em que a vida se revela nos detalhes, em que o corpo conversa com os pensamentos e responde às emoções como se cada sentimento encontrasse nele um lugar para existir.

Sim, o corpo tem suas necessidades. Ele pede atenção. Clama por presença. Às vezes trava um verdadeiro embate com a consciência. De um lado, o corpo que deseja sentir. Do outro, a alma que se recusa a ceder ao que é passageiro. E eu permaneço entre os dois, tentando conciliar aquilo que pulsa com aquilo em que acredito.

Desejo, sim. E desejo intensamente. Mas não qualquer toque. Não qualquer abraço. Não qualquer corpo.

Depois de tantos anos me guardando, percebo que a espera não enfraqueceu meus desejos. Fez exatamente o contrário. Refinou-os. Tornou-os mais conscientes, mais profundos, mais exigentes. Meu corpo já não anseia apenas por ser tocado. Ele anseia por reconhecer quem o toca.

Talvez seja por isso que você ocupe tanto os meus pensamentos.

Há algo em você que desperta tudo aquilo que permanecera em silêncio. Como se meu corpo soubesse, antes mesmo de mim, que toda essa espera sempre caminhou na direção de um único encontro.

E então imagino nós dois. Não por impulso, mas pela intensidade de tudo o que foi contido. Como se anos de espera, desejo e ausência se encontrassem no mesmo instante, fundindo-se num eclipse de sensações únicas, onde corpo, alma e coração deixassem, finalmente, de caminhar em direções diferentes.

Confesso que há dias em que essa espera pesa. Hoje é um deles. Meu corpo parece sussurrar que já esperou o suficiente. Que deseja repousar, enfim, nos braços do homem que há tanto tempo habita meus pensamentos.

Talvez esse seja o maior paradoxo do celibato: ele não mata o desejo. Apenas o ensina a esperar pela pessoa certa.

E depois de tanto tempo me guardando... depois de tanto tempo te aguardando... já não desejo apenas esperar.

Desejo você.

Deus, hoje eu só preciso que o Senhor me enxergue.

Não vim fazer uma oração bonita. Não vim repetir palavras que já não conseguem traduzir o que existe dentro de mim. Hoje eu só vim porque já não consigo carregar sozinha o peso que tenho sentido.

O Senhor conhece cada renúncia que fiz. Conhece cada desejo que calei, cada lágrima que escondi, cada vez que escolhi obedecer mesmo quando tudo em mim queria desistir. Eu tentei ser fiel. Tentei acreditar que toda espera teria um propósito e que nenhuma entrega feita ao Senhor seria em vão.

Mas existe um lado da espera sobre o qual quase ninguém fala.

Ninguém fala da angústia de um corpo que também sente. Da mulher que também deseja ser acolhida, amada, escolhida, desejada e cuidada. Ninguém fala da solidão que visita o quarto quando a noite chega, nem da batalha silenciosa entre a carne e o espírito. Como se viver um propósito anulasse aquilo que também fomos criados para sentir.

E eu sinto, Deus.

Sinto falta de um abraço que permaneça. De um olhar que me encontre. De alguém que faça o meu coração descansar sem que eu precise lutar tanto para acreditar que vale a pena continuar esperando.

Há dias em que me pergunto se não estou apenas assistindo à vida passar pela janela. Enquanto tantos vivem, constroem histórias e encontram companhia, eu permaneço aqui, presa entre crenças, renúncias e promessas que ainda não consigo tocar. Às vezes, tudo parece distante demais. Até a esperança.

Perdoa-me por dizer isso, mas hoje a espera pesa.

Pesa porque eu também sou carne. Sou mulher. Tenho emoções, tenho desejos, tenho medos. E, por mais que o meu espírito queira Te honrar, há dias em que meu corpo se cansa de esperar por respostas que nunca chegam.

Então eu Te pergunto, com toda a sinceridade que ainda me resta: o que o Senhor quer de mim que eu ainda não consegui compreender? Onde estou falhando? O que ainda preciso aprender? Porque eu tenho tentado. Tenho obedecido dentro das minhas limitações. Tenho permanecido quando tudo em mim queria correr para qualquer lugar onde a dor parecesse menor.

Se for para continuar esperando, faz com que essa espera se torne leve. Se ainda não chegou o tempo da resposta, sustenta-me até ela. Mas, por favor, não permita que eu me perca de mim enquanto caminho em direção à Tua vontade.

Olha para mim, Deus.

Não para a mulher que tenta parecer forte diante dos outros, mas para a filha que hoje se sente cansada, confusa e profundamente aflita. Acolhe aquilo que nem eu consigo nomear. Abraça o que em mim está ferido. E, se eu estiver caminhando na direção certa, dá-me apenas a graça de continuar.

Porque hoje eu não preciso de explicações.

Hoje eu só preciso sentir que o Senhor continua aqui.

A felicidade de vencer uma batalha, não é tão importante do que vencer a guerra inteira!

Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa
Qualquer em você
O que será?

Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
Do outro lado da sua
Meu coração
Galinha de leão
Não quer mais
Amarrar frustração
O eclipse oculto
Na luz do verão...