Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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⁠Desabafo: O medo silencioso de ser vista

Eu sei o que é se sentir refém de uma construção que fizeram de mim. Uma construção que, por muito tempo, me prendeu a um medo constante de ser quem eu sou, de ocupar os espaços ao meu redor. O medo de ser vista, de ser notada, e de como, ao estar em ambientes cheios, os olhares parecem pesados demais para carregar.

Sinto que, em muitos momentos, a insegurança me paralisa. É como se toda minha essência fosse transformada em algo que precisa se esconder. Tento desviar os olhares, encontrar os cantos mais discretos, aqueles onde posso me perder sem ser observada. Onde a pressão de ser vista não me sufoca.

E quem, entre nós, nunca se sentiu assim? Quem, entre nós, nunca se desconfortou com o peso de ser mulher, de ser vista e julgada? O desconforto de estar em um espaço cheio e, mesmo assim, se sentir sozinha, impotente.

Eu sei que esse medo não é só meu. Sei que há outras mulheres que também preferem a invisibilidade, que também buscam lugares silenciosos e discretos, longe dos olhares que nos desconstroem, que nos fazem sentir pequenas. Mas o que me dá esperança é saber que, ao escrever isso, estou falando em voz alta o que tantas de nós guardam. E, ao fazer isso, me permito ser verdadeira, e quem sabe, dar espaço para que outras também possam se permitir.

O que quero agora não é mais me esconder. O que busco é entender esse medo, aceitar que ele existe e, aos poucos, me fortalecer para que ele não me defina mais. E, talvez, juntas, possamos construir um espaço onde todas nós possamos ser vistas sem medo, sem julgamentos, sem a pressão de sermos algo que não somos. O mundo precisa entender que ser mulher, com todas as nossas complexidades e inseguranças, é, sim, uma força.

Se um dia for necessário seja uma águia:

As águias, quando avistam a tempestade, não recuam.
Abrem suas asas corajosamente, rasgam as nuvens escuras, avançam contra os ventos e enfrentam os choques elétricos da tempestade!
Nesta luta terrível, perdem algumas penas, se ferem, mas não recuam! Elas vão em frente porque sabem que acima das nuvens negras, o Sol está brilhando!
Portanto, seja águia! Lute e ultrapasse os obstáculos, confiando sempre em Deus. Pois Deus está contigo em todas as tempestades.

A vida é um desafio, as coisas mudam diariamente. Não existe uma fórmula para não se magoar, cabe a nós saber decidir o que vale a pena.

Uma pessoa com autoestima elevada produz para si mesma uma força interior tão poderosa que a torna genuinamente dona de si ao ponto de combater com maestria seus demônios. Estes continuarão a existir, entretanto, suas tentativas obscuras de nos convencer a aceitar e viver com o fracasso, serão reduzidas a sua verdadeira insignificância.

Aprenda a estimular uns e acalmar os outros, até que todos cheguem em uma sintonia. Seja um apaziguador.

Uma traição tem perdão se o amor existir,
o amor só existe pra quem sabe sorrir,
na vida o amor tem várias formas de aparecer,
Amor e Paixão
amor pra quem sabe sofrer,
paixão pra quem sabe viver,
eu vou sofrer, sofrer eu irei
amar outra vez nesta vida não sei
Quem escolhe muito acaba escolhido,
eu escolho não amo escolhido amei,
eu escolho desprezo, escolhido chorei,
amar outra vez nesta vida não sei.

Era uma noite, quase 10 horas. quando o surdo escutou o mudo dizer que o cego viu o aleijado correr atrás de um carro parado, e ali perto a 200 km, em um dia frio de 45 graus em que o sol iluminava a pálida noite, uma velha de 15 anos deitada num banco de pedra feito de madeira dizia calada que preferia morrer do que perder a vida...

Em momentos assim me consideraria uma tola se pedisse mais...

Sylvia Plath
The Journals of Sylvia Plath:1950-1962. London: Faber & Faber, 2011.

Uma vez que você saiba como relaxar, pela primeira vez a vida começará a acontecer.

.::Quem sou eu ?

A Xámiiin

- Sou uma jovem fora do padrão
Uma louca sem moderação!

Tem vontade de fazer? Então faça! De uma forma ou de outra irão te julgar.

“Às vezes uma coisa modesta é mais bonita que uma espalhafatosa. Depende muito dos olhos de quem admira.”

Até consigo conviver com uma pessoa burra, mas jamais conseguirei conviver com uma pessoa ignorante. Por quê? Porque o burro você ensina e, pode demorar, mas ele aprende. O ignorante, por mais que você esfregue a verdade em sua cara, ele continuará achando que está certo e, no entanto, está totalmente errado.

Deus é semelhante a uma sala
cheia de gás altamente inflamável
não importa se sua fé é uma faísca ou uma tocha
o importante é tê-la
a explosão depende de você

Eu sou assim...
Sempre uma metamorfose entre as tantas borboletas
Que eu já me transformei na vida!

Viver feliz com uma outra pessoa é o maior desafio do mundo. É muito fácil viver pacificamente sozinho; é difícil viver pacificamente com alguém, porque dois mundos se colidem, dois mundos se encontram... mundos totalmente diferentes.

É muito difícil ser pacífico num relacionamento, mas esse é desafio. Se você escapa dele, você escapa da maturidade. Se você entrar nele com toda a dor, e ainda assim continuar, então, depois de algum tempo, a dor se torna uma benção, a maldição se torna uma benção.

Pouco a pouco, através do conflito, da fricção, a cristalização surge. Através da luta você se torna mais alerta, mais consciente. O outro se torna um espelho para você se conhecer.

Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, plante uma árvore; se forem para cem, instrui o povo.

Sedução em pequenas doses, palavras bem ajustadas, uma pitada de graça (acho que toda mulher adora esse homem que nos faz rir) inteligência na medida e pequeno ar de cafajeste, além do charme, desenvoltura, sorriso bonito e um tom de despreocupado. Puro encanto.

A vida é uma sombra errante; um pobre comediante que se pavoneia no breve instante que lhe reserva a cena, para depois não ser mais ouvido. É um conto de fadas, que nada significa. Narrado por um idiota cheio de voz e fúria.

"É muito mais difícil dar o bem do que aceitar o bem, porque dar o bem é uma arte. É a última e mais astuta arte, a bondade".
(Em "Assim falava Zaratustra" - página 236)