Uma Menina Simplesmente Apaixonada
- Um novo ano chegando, é Deus te dando uma mãozinha para que sejamos felizes de novo e sempre!
Paz!
Haredita Angel
30.12.23
Seria como uma dança de palavras e olhares trocados, onde o silêncio se torna tão valioso quanto a conversa. Eu ficaria ali, observando cada gesto seu, absorvendo sua presença, enquanto a noite se desdobraria ao nosso redor. Sem pressa de ir embora, sem pressa de dormir, apenas vivendo o momento, como se o tempo parasse e o único som fosse o batimento acelerado dos nossos corações.
Você é como uma chama que ilumina e consome, transformando cada instante em algo único e inesquecível. Com você, o tempo parece se render, permitindo que cada segundo dure uma eternidade. Não importa se é vinho ou silêncio, porque não é a bebida que embriaga, mas a sua companhia que torna tudo especial. Cada vez que te vejo, seja em imagem ou em pensamento, me apaixono como se fosse a primeira vez. Você é poesia em forma de presença, a essência do que é belo e a razão pela qual qualquer momento ao seu lado se torna eterno.
Ela é a dama da noite, envolta em mistério e perfume intenso. Surge como uma aparição etérea quando a lua repousa sobre a cidade adormecida. Seu brilho não precisa de testemunhas, pois há algo divino na liberdade de desabrochar apenas para a escuridão. Tal como a flor que floresce uma única vez ao ano, ela não tem pressa — sabe que a intensidade é mais bela quando breve.
Curte a noite como quem dança com o tempo, sem medo de que o amanhã a encontre. Sua presença é um convite à ousadia, um instante que não se aprisiona. Tem o perfume das aventuras mais secretas e o coração marcado por uma certeza inabalável: viver intensamente vale mais do que durar eternamente.
E quando a aurora desenha seu contorno no céu, como a flor que se despede com a chegada da manhã, ela recolhe seu encanto. Não por fraqueza, mas por sabedoria — a beleza rara reside justamente no instante em que desabrocha. Ela sabe: ser inesquecível não é resistir ao tempo, mas marcá-lo com um aroma que ninguém jamais esquecerá.
Era uma vez um homem que amava uma mulher... e o sorriso dela era um mistério ao qual ele desejava dedicar toda a sua vida desvendando. Cada curva daquele riso iluminava sua alma, como se o universo o convocasse a eternamente buscar essa resposta doce e infinita.
Mas o tempo, com seus desentendimentos e desencontros, os separou. Ainda assim, ele manteve sua promessa, gravada nas linhas do seu peito. Possuiu outros corpos, é verdade — breves respiros de uma ausência que nunca se curava — mas jamais os amou. Seu coração, teimoso e fiel, permanecia ancorado naquele amor primeiro, que nem a distância dos anos conseguia apagar. Amar aquela mulher não era uma escolha, mas um destino que o tempo não soube desviar.
Amar não é curtir uma foto no Instagram, nem se perder em gestos rasos que evaporam na superfície do dia. Amor é uma história escrita com a tinta invisível do tempo, um enredo com início, mas sem fim. É resistir às tempestades, manter promessas em silêncio e carregar no peito uma memória que jamais se apaga, mesmo quando a vida toma caminhos opostos. Amar é viver além da presença, é sentir além da ausência — é eternizar alguém dentro de si.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
Eu penso tanto em você… Te quero com uma fome que não se sacia, um desejo que me incendeia por dentro e arde em silêncio. É loucura sentir saudade de um corpo que nunca toquei, mas é teu nome que meus lábios murmuram nas madrugadas quentes, como uma oração proibida. Mesmo sem te conhecer, minha pele já te reconhece, como se teu toque estivesse gravado em mim desde antes do tempo.
Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
Nossos desejos e esperanças entrelaçados compuseram uma canção... Que tipo de história ela irá nos contar?
Simbiose do meu Coração
No jardim do meu ser, uma simbiose floresce,
Onde meu coração dança em uma doce prece.
Uma ligação profunda, um laço de encanto,
É a simbiose perfeita, um elo de encanto.
No compasso dos batimentos, num ritmo suave,
Uma dança sincronizada, um abraço que engrave.
Meu coração pulsa vida, em busca de calor,
E encontra no mundo, uma parceira de valor.
É um mutualismo etéreo, onde a alma encontra lar,
A alegria e a tristeza, juntas a caminhar.
Meu ser encontra abrigo, na sinfonia do sentir,
Um comensalismo de emoções, a sorrir e a existir.
No palco do peito, uma peça de parasitismo amoroso,
Onde o amor se alimenta, um afeto poderoso.
Um coração que se doa, um hospedeiro da paixão,
Enquanto o amor, como parasita, deixa a marca da união.
Na simbiose do meu coração, uma dança de sonhos,
Onde emoções se entrelaçam, como rios e riachos.
É uma história que se escreve a dois, em cada batida,
Uma jornada de afeto, na qual a alma é nutrida.
Assim, no jardim do meu ser, a simbiose se expande,
Um elo indestrutível, onde a vida se expande.
Meu coração encontra eco, naquela que o compreende,
Uma simbiose de amor, que eternamente se estende.
Como ímã, teu coração atrai o meu, bússola que pulsa em sintonia. Batemos juntos, como notas de uma melodia, e quanto mais me aproximo do teu ser, mais intensa se torna nossa sinfonia.
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