Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto

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“Os animais foram criados
pela mesma mão caridosa de
Deus que nos criou é nosso
dever protegê-los e promover
o seu bem-estar.”




Madre Teresa de Calcuta

⁠A morte anda de mão dadas com a vida... basta estar vivo para morrer...

Se eu pudesse fazer um único pedido,
seria dividir contigo o meu destino.
Segurar tua mão até o fim da estrada
e chamar tua presença de minha morada.


— Patrick Wallace

A vida às vezes rasteja a gente no asfalto. A gente quebra, remenda os cacos com o que tem à mão e segue o baile cambaleando mesmo. Cicatriz não é medalha de guerra bonita; é lembrete físico de onde a bota apertou. O segredo não é fingir que a dor não existe, é aceitar que o estrago aconteceu, aprender a andar mancando, e parar de ter medo da próxima rasteira.

A paz não está na vitrine nem cabe na palma da mão. Ela floresce na humildade e abraça o nosso coração.
O mundo oferece atalhos, mas a alma sabe onde ir. Quem cultiva a paz por dentro tem motivos para sorrir.

Permaneçam em paz. Façam pelo próximo, pois aquele que estende a mão em auxílio também será amparado.
O bem que se semeia jamais se perde; retorna sempre em forma de paz, fortalecimento e esperança.

Enquanto eu me armava contra o mundo, você desarmou meu medo apenas segurando a minha mão.
_Enzo Ruchell_

*Calma que Queima*

Eu vi.
Vi o sorriso torto que chama de apoio.
Vi a mão que aplaude na frente
e aponta por trás do espelho.

E sabe? Não vou gritar.
Gritar dá palco pra quem vive de mentira.
Minha revolta é silenciosa.
É tirar você da minha mesa sem fazer alarde.

Falsidade cansa.
Cansa porque gasta nossa fé à toa.
Cansa porque obriga a gente a duvidar
até de quem é verdade.

Então eu escolho a calma.
A calma de quem não deve explicação.
A calma de quem vira as costas
e segue com a consciência limpa.

Você pode até ganhar aplauso,
mas nunca vai ter paz.
E eu... eu durmo em paz.
Sem máscara. Sem teatro. Sem você.

Senhor sequestrador, não conte com resgate. Minha mulher é tão mão de vaca que, em vez de pagar, vai tentar parcelar em 12 vezes sem juros, ou te vender a ideia de me manter como refém vitalício.


Benê Morais

A ESTÓRIA DO PÁSSARO VIVO OU MORTO DENTRO DA MÃO.
Marcelo Caetano Monteiro.

A história do "pássaro vivo ou morto" é uma famosa parábola sobre sabedoria, responsabilidade pessoal e livre-arbítrio. Ela narra o encontro entre um jovem astuto e um sábio idoso.
A História
O Desafio: Um jovem, querendo desmoralizar um sábio conhecido por nunca errar, captura um pequeno pássaro vivo e o esconde entre as mãos.
O Enigma: O jovem aproxima-se do sábio e pergunta: "Mestre, o pássaro que tenho na mão está vivo ou morto?".
A Armadilha: O rapaz planejou a resposta: se o sábio dissesse "vivo", ele apertaria o pássaro para matá-lo; se dissesse "morto", ele o libertaria. Em ambos os casos, o sábio erraria.
A Resposta Sábia: O sábio, com serenidade, olha para o jovem e responde: "O pássaro está como você quiser que ele esteja. O destino dele está nas suas mãos".
Moral da História
Responsabilidade Pessoal: A história ilustra que o nosso futuro, ou a vida de um projeto/sonho (o "pássaro"), depende das escolhas que fazemos, e não da sorte ou de terceiros.
Livre-Arbítrio: Temos o poder de escolher cuidar e dar vida (abrir a mão) ou destruir (apertar a mão).
Sabedoria: A verdadeira sabedoria não é apenas saber a resposta, mas compreender as consequências e a responsabilidade das ações.
Essa fábula é frequentemente utilizada para ensinar que somos autores de nossa própria vida.

O Livro dos Espíritos » Parte Terceira - Das leis morais » Capítulo X - 9. Lei de liberdade » Livre-arbítrio

843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?

“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de agir. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.”

844. Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?

“Há liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-arbítrio àquilo que lhe é necessário.”

Um homem quebrado é como uma mão quebrada.

Ferramenta poderosa na mão de quem não sabe o que está buscando só acelera o erro.

⁠Não confie seu sonho na mão de outras pessoas.. Faça-o!

Em meio a tantas incertezas do mundo, ter a sua mão para segurar mesmo que em pensamento , é o meu maior porto seguro. Obrigado por continuar me escolhendo, todos os dias, de onde quer que estejamos.
_Enzo Ruchell_

Mão no pescoço,
movimentos suaves,
olhares fixos,
corpos suados,


Porém,


Coração gelado,
vulcão ativo,
nuvem passageira,
um presente bem conservado deixado na estação de trem do passado.

"Não abro mão"

Me afastei de você fisicamente, mas sempre estive próximo em pensamento;
Me relacionei com outras mulheres, mas em todas elas busquei você;
Briguei com meus sentimentos em vão, depois fui obrigado a pedir perdão, pois eles não tinham culpa;
Resolvi me aproximar da ultima gaveta aberta no meu coração, nela eu encontrei alguns mistérios da nossa relação, vasculhei mais um pouco e me reencontrei com as lembranças dos nossos dias bons, lembrei-me bem de como fui recebido pelo teu primeiro olhar, me senti vivo quando veio as imagens do nosso primeiro beijo e chorei quando ouvi o teu adeus.
Nesta montanha-russa de emoções que tem me levado do amor aconchegante ao outro sabor da vida que é vazia e fria, estou reunindo coragem e força para recuperar o que a de melhor em mim; você!

O respeito é uma via de mão dupla
Quem não respeita o adversário
Não merece respeito.

​"Existem ajudas que nos confortam, e existem aquelas que nos transformam. Sou grato às mãos que não tentaram carregar o meu fardo, mas me ensinaram que eu era forte o suficiente para ir além de todas as minhas barreiras."
— Ginho Peralta

O tempo passara. Uma mão fraca elevara; aquela mão branca, entre ossos e uma cama fina, de um tecido fino, me assustara. Não era tecido, era pele. Mas, ao levantá-la, senti medo. Algo mudou. Era mais pálida, sem vida. Toquei-a. Senti raiva, medo, amor. Que ódio dessas palavras.


A menina morreu.


Eu entrei, vi. Uma lágrima escorreu, apenas uma lágrima. Saí, olhei a janela do lugar e andei. A janela era espessa, translúcida, mas estava quebrada. Quem, e por quê, não sei. Mas a toquei, senti o estalo da rachadura. Era tão bela. Então sorri, cortei-me, peguei o brinco. Era o brinco que usara, mas era lindo o brilho que deixara.


O brinco era sem valor e opaco ao toque. Voltei, sentei, e mais uma lágrima desceu. Eram duas.

Não se curve ao mundo como ele é. O mundo muda — e muda pela mão de quem ousa.