Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Sinto-me seu, sinto-me amado
Sozinho em meio à multidão
Mais um perdido apaixonado
Em tuas mãos eu repousei
Me fiz cansado,errado! Não me perduarei... Se me perdoas
Lhe agradeço!
Pois te presenteio com rosas vermelhas
Vou ao teu encontro
Ainda sim nos falamos
Para então nos amar
A todo instante;
Há um erro em acreditar que toda escolha pode ser desfeita. O tempo não é uma estrada de mão dupla. Certos caminhos aceitam apenas a ida, e quem os percorre por impulso descobre tarde demais que o retorno deixou de existir.
Abrir mão das antigas certezas cria o intervalo perfeito de presença, onde você deixa de ser quem era e começa, em silêncio, a se tornar quem veio para ser.
Muita gente não percebe a verdadeira dimensão de uma amizade fraterna e sincera: uma via de mão dupla, de tráfego intenso, sob patrocínio do coração — um presente que nos damos.
Nobreza de alma é a capacidade de estender a mão a quem cai, transformando a compaixão em uma ferramenta de elevação humana.
Deus, que a Tua mão continue me guiando para longe dos perigos que eu nem imagino, mantendo o meu coração sempre humilde e pronto para servir.
Olhar os outros de cima para baixo só é aceitável se for para lhes dar a mão e ajudá-los a levantar.
Quem tem um bom caráter trata com a mesma cortesia tanto quem lhe estende a mão quanto quem ainda não aprendeu a fazê-lo.
O amor ao próximo não faz acepção de pessoas; ele estende a mão ao humilde e retribui com cortesia a quem nos oferece respeito.
Ser a Bíblia viva é perdoar quando custa, estender a mão a quem precisa e tratar todos com igual dignidade.
“A vida é uma estrada de mão única: não existe retorno para o passado, apenas aprendizado para o presente. Revoltar-se contra o que passou é tentar discutir com uma página que já foi escrita.”
HUMANIZAR-ME
Humanizar-me não é fácil.
É abrir mão das fantasias,
da cultura que me separa,
da arrogância que me eleva,
da humilhação que me diminui.
É voltar ao berço,
depender do colo dos meus pais,
entregar-me ao embalo,
descansar no acalanto.
É não considerar diferenças,
não fazer comparações,
não contar os dias,
não viver em busca de satisfação.
É chorar para beber,
chorar para comer,
esperar o tempo dos outros,
sem pressa de compreender.
Humanizar-me é viver.
É apenas respirar,
apenas chorar,
apenas comer,
apenas mamar.
É reconhecer que antes de ser alguém,
eu fui somente vida.
Herda sempre uma dose de coragem aquele cuja mão é preparada para manter os espinhos das flores arrancadas
