Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague

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Imagine uma versão futura de mim mesmo que superou livremente seus limites.

Exu matou um pássaro ontem, com uma pedra que só jogou hoje.

Uma raposa adormecida conta galinhas nos seus sonhos.

SAINDO DO TUNEL
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

Dizem que ha uma luz no fim do tunel
Mas na verdade eu nao a vi
Pode ser que ela exista por la
Mas nao tive tempo de saber
Se ela brilha pra mim

Fiquei em estado de choque
Quando de repente voce disse adeus
O chao sumiu debaixo de meus pes
Chorei ,implorei com lagrimas nos olhos meus

Voce me levou ao fundo do inferno
Com todos aqueles diabinhos horripilantes
Sorri pra eles e lutei como nunca lutei antes
Com forca de mil gigantes

E voltei pra vida
Porque e onde eu pertenco
Ainda estou saindo do tunel
Mas estou mais forte ,concentrado e sereno

E voce?
Posso ver a tristeza no seus olhos
E a dor estampada no seu rosto triste
Uma dor que voce jura
Que nao existe

Cantiga de roda n# 2

Quem diz adeus
Diz as vezes sem conviccao
Deixa a dor de um saudade
E a dor da rejeicao

Mas o tempo e paciente
E cura cada simples ferida
A pessoa que foi abandonada
Sempre encontra paz na vida

E o modo de Deus no dizer
Que somos amados como ninguem
So posso te desejar sorte
A melhor vinganca e viver bem

(c)2007 Globrazil/Islo Nantes Music(ASCAP)

E afinal há uma sutil diferença
em nosso amor,
(ninguém o diz)
tu...queres ser feliz,
eu, quero te fazer feliz!!!!!

Quando um homem se preocupa com uma mulher, o que você acha que isso significa? Significa que ele está apaixonado.

Nunca aja por impulso de uma raiva, ela nos leva a fazer coisas das quais iremos realmente nos arrepender.

Era apenas uma vontade de ir embora, esquecer do tempo, das pessoas, correr o mundo por dentro, inundar-se de silêncio e descansar aquelas raízes vermelhas que insistem em pulsar dentro da mente.

Garçom! Uma dose de tô nem aí.
Uma porção de foda-se...
E uma garrafa de sou mais eu, por favor?

Há sempre uma primavera para nos fazer florescer novamente.

Faça bem feito, e fará uma vez só.

Quando um botão se abre,
torna-se uma flor.
Quando um coração se abre,
torna-se divino.

Aniversário

Mais um ano se repete
surge uma nova versão de mim

Vou te dizer uma coisa:
Você é linda, moça!
Mas quando você se veste de autoestima, uau! Você fica irresistível!
Experimenta!

⁠Sonhar é imaginar aquilo que pretende ter antes mesmo de conquistar, é criar uma expectativa do futuro estando no presente.

Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas
DE funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
com o poema do tempo.

Permanecer parado nunca é uma boa opção. Nem no ringue, nem na vida... Quando você para de se mexer, você está acabado.

Essa Noite vai rolar;
Num acorde de uma guitarra,
e para aqueles que são do rock
eu saúdo todos vocês!

Há um desamor nas pessoas, uma enorme falta de tudo; valores, princípios, atitudes, respeito, coerência, seriedade, responsabilidade, caráter, moral... Isso é muito triste!

O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.

A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?

Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.

Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?

Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".

O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.