Uma Cidade Chamada Felicidade
Existem amigos que são mais chegados que irmãos
Uma amizade perfeita não existe
Sim, existem amizades que são eternas
Não há nada mais raro, nem mais bonito, do que uma mulher que é assumidamente ela mesma; Confortável em sua perfeita imperfeição.
Para mim, essa é a verdadeira essência da beleza.
A beleza não é nada sem charme e formosura.
O charme perfeito de uma mulher está no sorriso e no olhar,
com aquela expressão de menina inocente ao mesmo tempo de uma expressão de menina atrevida e maliciosa.
A minha visão tem sido sempre o de ser uma luz positiva. Uma simples vitória está sendo capaz de me inspirar.
Quando o amor for tão ineficaz que se quer consiga trazer um sorriso aos lábios, ou uma lágrima aos olhos, é sinal que ele se quer existe.
Dependendo da semana, tenho de uma a cinco consultas. Psicólogo? Consultório? Que nada, apenas coloco duas de minhas muitas personalidades - e olha que não sou geminiana - pra conversar. A Camille madura, séria, racional - típica psicóloga - e a Camille sentimental, turbilhão de emoções, muitas vezes infantil e sonhadora, precisando de alguém que traga seus pés ao chão. E ainda é de graça.
Mas aconselho todos a fazerem isso: procurar um canto que gostem, confortável, colocar uma boa música, talvez até um bom cheiro, e começar a conversar com si próprio. Melhor que muita análise por aí.
Quando falamos em voz alta tudo que nos incomoda - ainda que para nós mesmos, somente - o problema vai diminuindo, se dissolvendo, as vezes até some de vez. E com isso, ainda não corremos o risco de magoar outra pessoa em um ato impensado. Palavras podem doer mais que gestos, mas se agredirmos a nós mesmos, o perdão vem fácil. O esquecimento também.
Ah, como eu adoro ser a psicóloga de mim mesma, me conhecer mais e melhor a cada “sessão”. Isso tem feito eu me amar, me respeitar e me admirar mais do que nunca.
Tenho me aceitado melhor; e com isso, venho conseguindo demonstrar aos outros quem eu realmente sou, do que eu realmente gosto, sem me preocupar com julgamentos, dedos apontados e etc.
Aprendi a ver que se libertar de pudores, regras rígidas de comportamento e forma de pensar, é bom em inúmeros sentidos: primeiro, quando você faz o que gosta, da forma que gosta, quando quer, sendo dono de si mesmo e se sentindo livre, é mais feliz. A vida fica mais leve, mas bonita de ser vista e vivida. Além disso, quando se caem as velhas máscaras - o que é um processo lento e as vezes um pouco doloroso, visto que de tanto usadas, elas se entranham em nossa pele - é como um divisor de águas. Só continua ao seu lado quem realmente te ama e te aceita.
E então, a vida muda. Mas isso tudo é muito lento. Minha vida, por exemplo, mesmo depois de algumas tardes e noites no divã, ainda está mudando aos poucos. Ainda tô insatisfeita com muita coisa - dentro e fora de mim.
Mas o que mudou radicalmente foi a minha forma de me enxergar. Jogando fora o padrão alheio, e me aplicando dentro do meu padrão, me sinto mais feliz.
Desisti de tentar me mudar pra agradar aos outros, entende, caro leitor? Agora só vou mudar o que EU não estiver gostando.
Vou continuar olhando apaixonadamente pra lua sempre que ela aparecer, acordando mal humorada de manhã, detestando os dias de domingo, comendo chocolate mesmo sabendo que depois vou me xingar um pouco, lendo o horóscopo e crendo piamente no que ele diz, bagunçando o quarto logo depois de ter trabalho pra arrumar, jogando roupas dentro do armário. Vou continuar ouvindo Taylor Swift, escrevendo histórias de amor, chorando ao ver filmes considerados bobos, acreditando em Romeu e Julieta, parando e voltando a roer unha e tentando aprender a tocar violão sozinha. Vou continuar rindo de tombos e tropeços, chorando quando vir uma criança morrer de fome na rua, tendo nojo do mundo quando leio ou vejo um jornal, mas amando o mundo quando olho da minha janela, da janela do carro ou enquanto dou minhas voltas por aí. Vou continuar me surpreendendo com as pessoas - como cada um é diferente do outro, deitando no travesseiro e imaginando aquela pessoa que está longe mas eu queria perto, lembrando das coisas boas que me aconteceram, organizando minha semana - mesmo sabendo que não vou fazer metade do que está nos planos, na data certa - e planejando começar aquela dieta pra perder aqueles quilinhos - mesmo sabendo que eu vou continuar comendo tudo e ficando irritada quando a blusa evidencia a presença de uma barriga, variando de humor e de opiniões. Vou continuar rindo da vida, amando escrever e tirar fotografias, detestando ler, planejando ir pra São Paulo, Minas Gerais, Inglaterra, França - mas esses planos eu quero cumprir mesmo, hein -. Vou continuar sonhando com uma foto na sacada de Julieta em Verona, um encontro romântico sob as luzes de Paris. É isso, vou continuar sonhando. Sempre que a realidade apertar, sempre que as coisas estiverem ruins, vou fechar os olhos.
Eu sou assim. E não vou mudar - não por ser teimosa, mas por me amar exatamente como eu sou.
Marcas na Alma...
Uma vez no seriado Xena a Princesa Guerreira ouve uma citação muito bonita.Eu possovelmente nao colocarei as palavras certinhas aqui,mas o sentido vocês entederao.
Xena fazendo alusão as marcas que a vida deixa nas pessoas, taca um pedra em um lago e mostra que com a pedra o lago se agita,Gabrielle entao diz que passado algum tempo as águas voltam a ficar calmas como eram antes,porem Xena diz que apesar de ter ficado calmo apos um tempo, a pedra ainda está la dentro do lago,ela nao pertencia a ele,mas porque alguém jogou ela agora faz parte dele pra sempre...
Bem,assim é a vida e nossas experiencias...TUDO,absolutamente tudo o que vivemos de bom e de ruim permanece dentro de nós.Não há como escapar disso.É um FATO.Por um lado é mt bom guardar todos os carinhos,o amor,a amizade que temos na vida,mas por outro,ter em nós as magoas,as tristezas,os arrependimentos não é muito bom....
O que eu quero dizer que tudo fica em nós e nos modifica de algum modo.Assim como voce aprende que pegar determinado caminho para o trabalho faz voce chegar atrasado,voce aprende que determinadas coisas,pessoas e situaçoes nao devem se repetir,se não é TRISTESA na certa.
Eu fico pensando até que pondo nós somos moldados pelos outros. O que EU sou de verdade? E o que o MUNDO me fez? Voce com certeza ja deve ter dito ou ate mesmo ouvido de alguém algo do tipo: " - Eita eu ja passei por isso,e o fim nao foi mt bom.Por isso que agora eu faço assim,assado...." "- Esse erro eu ja nao cometo mais" "- E menina eu era assim,mas depois que fulano fez isso comigo, eu sou outra pessoa" "- Sofrer NUNCA MAIS"
O tempo todo na sua vida, é pura e simplesmente relação. relação com amigos,namorados,familia e todos tem os seus defeitos,e geralemente nao é possivel conciliar todos ao mesmo tempo.Portanto volta e meia voce ficará chateado com alguma coisa ou pessoa. Isso serve como aprendizagem,mas o que me dá medo é acabar nao sendo eu por conta dos erros dos outros,ou porque o mundo assim exige. Eu nao quero ter que amar menos porque ja fui magoada,ou porque nao me deram valor.Eu nao quero ser fria porque ser amorosa demais posso ser interpretada mal.Eu nao quero me doar menos as pessoas porque elas podem nao saber reconhecer o que eu fiz. Eu nao quero ser moldada pelo mundo. Mas de fato existem marcas na minha alma que ficaram lá para sempre me lembrando de alguma dor ou felicidade. Geralmente é da dor que nos lembramos mais.É o que mais nos incomoda. Eu sei que volta e meia alguém ou algo me modifica,mas eu tento me manter conectada comigo,com meus principios e ética.É dificil, as vezes eu me vejo com tanta dor,com tantas marcas que realmente tenho vontade de se seguir o mundo e ser mais uma egoista. Mas eu nao sou assim.Essa nao sou eu.Entao eu nao consigo e me vejo novamente com alguma pedra dentro do lago que é o meu coração...E SOFRO SOFRO SOFRO...CHORO....Eu sou mais uma que AMA intensamente e ninguem liga.Eu sou apenas mais uma entre tantas com dor e NINGUEM enxerga .... e eu tento continuar pelo caminho do AMOR, o caminho mais arduo que existe lutando para não me deixar modificar pela frieza e leviandade que impera nos dias de hoje.Lutando com toda força,mas as marcas,aquelas MARCAS na ALMA,essas não saem...
o dramático é uma forma indireta de me expressar
pq na maioria das vezes meu drama é na realidade o que eu sinto e n consigo falar
Ela vive a vida como se fosse uma festa, e ela está na lista. Ela olha para mim como se eu fosse uma tendência que ela já superou.(…)Mas sofisticação não é o que você veste, ou quem você conhece ou puxar as pessoas para baixo para chegar onde você quer ir. Eles não te ensinaram isso na escola, portanto, cabe a mim. Mas nenhum vestido vintage te dará dignidade.
Talvez o tempo não corra linear como água saindo de uma torneira... talvez se pareça mais com catchup saindo aos trancos das antigas embalagens de vidro. Talvez o tempo esteja se lixando pro que eu penso dele. Talvez? Certamente.
Eu queria pelo menos por uma hora não ser eu, porque eu sou uma idiota, faço tudo ao contrário, não existe ser humano mais desajeitado que eu. Penso uma coisa, falo outra; Sinto uma coisa, demonstro outra. Estou aos poucos me tornando uma pessoa fria e calculista, que aparentemente não dá a mínima para as outras pessoas.
Se uma mesa bagunçada é sinal de uma mente desordenada, uma mesa vazia é sinal de quê?
Geralmente uma pessoa que é tímida tem vergonha dela mesmo, mas não irar dizer que é tímido porque é tímido.
Pensei muito em me vingar hoje, séria a vingança perfeita, então, me ajoelhei, orei e uma voz em minha cabeça me fez pensar: vingança é coisa do mal, não pague o mal com o mal, não faça parte do mal. Obrigado Senhor por ser o meu juiz, prefiro o seu julgamento do que uma vingança.
O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.
Quando imagino uma espécie de homem que repugna a todos os meus instintos, o resultado é sempre um alemão.
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