Uma carta em Forma de poema de Amizade

Cerca de 9802 carta poema Uma em Forma de de Amizade

Aprendi da pior forma a diferença entre fugir e se libertar.
Enquanto eu não esquecer da curvinha dos cantos dos seus lábios quando sorrir - Até poderei fugir desse sorriso. Mas nunca me libertarei dessa vontade incontrolável de beijar você.
Enquanto eu não conseguir esquecer de como você fica bem de terno jamais conseguirei parar de te imaginar dizendo "SIM" do meu lado no altar.
Enquanto eu não esquecer da cor dos seus olhos não perderei a mania de me deitar na grama só para me sentir mergulhar mais uma vez nos seu olhar. Ou só pra me manter- em pensamento. sob a mira dos seus olhos.
Enquanto eu não esquecer dos seus versos nunca conseguirei parar de escrever na esperança de que você leia e venha me fazer parar de fugir e me libertar de todo esse desamor.

APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA
(França, Espanha e Portugal)
De uma forma ou de outra, desde pequena, tenho buscado aquela fé que consegue remover a inquietude humana e proporcionar a paz essencial à vida neste ou em qualquer outro plano.
Quando criança e adolescente, acreditava que tinha essa fé, isto porque participava ativamente, mesmo de forma ingênua, em atividades da Igreja Católica.
No entanto, a idade adulta, ou seja, a vida no Colégio Central em plena ditadura militar, na Universidade e, depois, como docente, aluna de mestrado e de doutorado, envolvi-me em movimentos político-sociais, na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, por um ensino de qualidade, por melhores condições de vida, entre outros, ficando invisíveis muitos dos valores religiosos que foram inicializados na minha infância.
Não mais livros religiosos, procissões, palavras proferidas em missas, novenas etc, mas livros que mostravam a realidade mundial, brasileira, baiana: desigualdade social, pobreza, desemprego, inacessibilidade a serviços básicos como educação e saúde, além da baixa resolubilidade desses serviços.
Uma mudança, por que não dizer, radical!
Essa nova vida não me deixou perceber que a vida com Deus é, como diz Frei Inácio de Larranaga, vida de fé, e fé não é sentir, mas saber; não é emoção, mas convicção; não é evidência, mas certeza.
Viria compreender um pouco essa mensagem algum tempo depois, ao vivenciar a dor de perdas acumuladas, especialmente a do meu filho de 20 anos, que me levaram a um estado de “cansaço” intenso! Não tinha a ideia de que procurava um deserto, isto é, sair do lugar onde vivia, trabalhava, e retirar-me para um lugar solitário: campo, bosque, montanha...
Teria que ser algo que me fizesse conhecer melhor o meu eu para superar a dor, para me superar.
Caminhar/peregrinar foi uma opção pois cada caminho é um caminho que nos leva ao desconhecido, ao que esse desconhecido é capaz de nos ensinar.
Em apenas uma semana lá estava eu fazendo, a pé, como peregrina, o Caminho de Santiago de Compostela, inicialmente, o Caminho Francês (33 dias pelas montanhas).
Ao chegar à Santiago e assistir à tradicional Missa dos Peregrinos, senti um “vazio” profundo, uma necessidade de continuar caminhando rumo ao desconhecido. Foi incrível! Ainda estava faltando algo!
Então, decidi fazer o Itinerário Santiago/Fisterra-Muxia (Costa da Morte), não aprovado, naquele momento, pela Igreja Católica, porque era permeado pelo misticismo.
Foram mais 96km pelas montanhas, com apenas três albergues à disposição do peregrino. Ao chegar em Fisterra-Muxia, onde fiquei uma semana bastante envolvida pelo seu misticismo, vivenciando momentos especiais, tudo ficou mais confuso. Descobri que ainda não havia conseguido a revelação que buscava e que não era muito clara para mim.
Continuar caminhando/peregrinando, não mais pelas montanhas mas por terras planas, vales e montes, seria uma saída: o Caminho Português ao “reverso”, isto é, de Fisterra-Muxia (Espanha) para Porto (Portugal). No entanto, encontrei-me em um “Caminho” sem “calor humano”, com poucos peregrinos, albergues vazios mas fui parcialmente compensada ao participar, em Redondela, durante três dias, como voluntária, da construção de tapetes de flores, com desenhos religiosos, nas ruas desta cidade portuguesa.
Ainda inquieta, tomei a decisão que deveria estar “guardada” no meu íntimo: de trem, fui de Porto para Fátima onde tentei deixar uma medalhinha desta Santa, que meu filho usava quando mudou de plano. Fátima não era o seu lugar! Uma freira orientou-me a levá-la de volta para o Brasil, onde, num certo dia, ao mirá-la, de forma especial, levantei-me repentinamente, fui ao cemitério e mandei cravá-la no túmulo do meu filho. A partir daí, não mais me preocupei com a medalha uma vez que ela já estava onde deveria, provavelmente, estar há muito tempo.
Bem, consciente ou inconscientemente fiz um deserto, um tempo forte dedicado a Deus em silêncio, solidão, e pude sentir como na fé Jesus toca as nossas feridas, especialmente aquelas que nos machucam muito!
Para Frei Ignácio, a vida de quem crê é uma peregrinação. Mas eu não sabia o que é “ser peregrina”. Aprendi no Caminho que o peregrino não sabe nada: onde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. Assim, comecei a entender que as duas forças dialéticas da fé podem ser a certeza e a obscuridão.
Dessa experiência existencial, um dos grandes aprendizados na minha vida: quando pensei que o objetivo infinito estava ao meu alcance, nas minhas mãos, Deus se ausentou e silenciou; apareceu, desapareceu; aproximou-se, afastou-se; tornou-se concreto e se desvaneceu. Foi nas montanhas, em direção à Astorga (Espanha), onde me perdi por 14h. Pedi socorro a Ele mas tão logo encontrei o “sinal” do Caminho, deixei de crer e me perdi de novo...
Apesar do meu “afastamento/alheamento”, passei a perceber que deveria reduzir a silêncio a minha mente quando ela tentasse se rebelar e que deveria abandonar-me na fé.
Mas, como é difícil ter “aquela” fé que tudo suplanta!
Só Ele sabe como tenho tentado/venho tentando...

Nós de certa forma somos engraçados, se é que posso dizer isso.
Pedimos a Deus um emprego mas reclamamos de acordar cedo e dormir tarde, pedimos a Deus para passar em um faculdade mas deixamos de ir á igreja porque estudamos de mais e estamos cansados, pedimos a Deus paz familiar, mas quando tudo está bem não vamos no culto para curtir a familia, pedimos amigos para confiar mais não podemos participar das programações da igreja porque temos que sair com eles, pedimos a Deus um namorado ou namorada mas colocamos esse relacionamento á cima de Deus. Pedimos compreensão mas não sabemos compreender.

Nós julgamos os mais fracos e nos revoltamos quando somos criticados, sabemos que não somos nada mas agimos como se fossemos tudo diante do próximo, pedimos para sermos amados mas sabemos tão pouco sobre o amor. Pedimos fartura mas desperdiçamos, pedimos um carro mais não damos carona ao próximo, pedimos uma casa mais reclamamos por que temos que arruma-la, pedimos uma familia unida mas somos os primeiros a se trancar no quarto para ficar um pouco sozinho.

Falamos sobre times, filmes, lugares mas poucas vezes de Deus, presenteamos os outros e ate nos mesmos e não ofertamos a Deus, gastamos nosso tempo com coisas desnecessárias mas não oramos por que não temos tempo.

Diante desses fatos busque menos de ti e mais de Deus.

Que ele cresça e diminuamos

Amor apaixonado


Tem que ser de repente


De forma inesperada


Com cara de hora errada


Prá paixão acontecer


Paixão é pedra bruta


Que precisa lapidar


Para o amor poder nascer


Amor é coisa que leva tempo


É paciente, é persistente


Faz a alma florescer


Paixão é bom e necessário


Mas o amor é o protagonista


É aquele que mais exige


E que nos faz amadurecer

⁠Da primeira vez que bateram no coração dela aconteceu de forma calma e tranquila, ela abriu a porta e, receosa, deixou ele entrar como quem diz:
"-Entra, tira os sapatos, a casa é nossa, cuide com amor." Ele ficou alguns dias e depois foi embora.

Da segunda vez ela deixou bater na porta por dias, abriu, confiou, e disse:
"-Entra, eu consegui arrumar tudo, cuida"

Dessa vez ela deixou a porta com uma fresta aberta e quando ela se virou, lá se foi ele novamente.

Ela disse que não iria tentar mais, mas sempre acreditou no amor, dessa vez ela não abriu a porta, deixou lá fechada por meses e ninguém bateu, em um dia qualquer ela decidiu abrir e ele entrou, cansada ela sentou no sofá e disse:
"-Fica dessa vez, não aguento mais te ver sair"

Ele ficou, arrumou toda a casa, cuidou de cada espaço que existia ali. Ela sorriu, sentiu firmeza na sua chegada, deu as partes do seu coração para ele montar. Ele as colocou na mesa e deixou aquele quebra cabeça quase pronto, quando ela viu que ele estava terminando e que estaria inteiro novamente, sorriu. Olhando na mesa, faltando um pedaço que ela não achou ali, escutou a porta cair com um chute. O som foi estrondoso, lá estava ele indo embora de novo, dessa vez com o último pedaço do seu coração no bolso.

Muitos criticam jeito sua forma de ser, mas somos únicos.
Somos uma pilha de sentimentos uns borbulhando mais do que os outros, aqueles que criticam não sabem o que você sente, só quem sabe a real situação é quem passa, ninguém melhor que nós mesmo ⁠para saber o que nos passa, a vida ensina muitas lições em uma delas você poder perder, e quem dedicou o mais puro dos sentimentos já não pode lhe dar mais, pois sua quando você abrir os olhos seu tempo já se foi e só lhe resta se contentar com a chance perdida.

Ah, o amor
Me disseram que o amor é dor
Que é a morte em forma de ilusão
Me disseram que ele p'ra quem foi machucado
É sofrimento, não salvação

Ah, o amor
Porque vem de forma tão avassaladora
Queria poder lhe defender
Mas, esses corações machucados
Perdoe-me, preciso compreender

Ah, amor
Você realmente é inevitável
É impossível lhe previnir
Mas, por Obséquio...
Nesses corações machucados
Entre, costure retalhos
Porque, p'ra quem tanto sofreu
O amor é pura ilusão

Poesia do amor

Deixe-me imaginar
Sorrisos no ouvido
Abraço em forma de laço
O calor da tua voz, murmurado
No meu olhar atento, no compasso
Do passo das batidas do coração
Do meu, do seu, onde cada pedaço
Nos faz um todo na emoção...
Deixe-me sonhar, num só traço
Que liga o meu eu a sua paixão.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
fevereiro de 2016 - Cerrado goiano

Um velho sofá, uma ilusão...
ou uma nova forma de amar?

Esse sofá tem muitas histórias,
Lembro do dia que seu desejo me prendeu,
E meu coração pela primeira vez se estremeceu.

Minha alma parecia estar no desfile de uma escola de samba... estava pela primeira vez alegórica... seria um sonho ou uma noite eufórica?

Oh fevereiro, anda devagar, ainda não me decidi se eu corro ou se devo me entregar. O medo me domina, e a alma tem medo de se magoar.

Minha alma implora por presença, mas o medo clama por ausência.

Esqueci apenas de uma coisa, não conhecia
Um encontro de almas, e nele aprederia que não existe espaço ou calma.

De repente, o som dos bloquinhos de rua não mais tinham melodia, e o carnaval gritava: ei, vem pra rua, estou aqui.. que heresia.

A alma simplismente se envolvia, em um encontro desconhecido com o que me consumia.

O toque dos teus labios no em pescoço, criaram um novo mundo... e no meu coração um alvoroço. Oh carnaval desculpe, não consigo sair deste abraço, estou presa no tempo-espaço destes braços.

Uma historia ou uma estória? Posso eu me permitir aceitar essa alforria que enaltece a minha alma? Ou peço pro meu coração ignorar, e dizer: ei, calma.

Esse sofá tem muitas histórias... com certeza nele vivi a mais bela de todas as minhas memórias.

O mundo se hostilizou de tal forma que ser você mesma é motivo de intolerância.
O mundo impera a hipocrisia, então ser nós mesmos tornou-se um ato de audácia, ímpeto e bravura ao meio ao caos em que vivemos.
Ser nós mesmos dá trabalho não é nada fácil, mais no fim das contas saibam que nada é entre nós e os humanos é entre nós e o Grande Arquiteto do universo.
Autora Aline Kayra

Cuidar do outro é a melhor forma de cuidar de nós mesmos. Quando nos colocamos no lugar do outro, fica improvável qualquer atitude grosseira, arrogante ou desrespeitosa.
Colocarmos-nos no lugar do outro cria uma conexão com o nosso semelhante impressionantemente forte e inabalável.
Os sentimentos, os anseios e as ideias criam uma surpreendente comunhão. Há uma relação de irmandade com o outro. Onde o bem estar do outro vem em primeiro lugar que o nosso.
Perceberemos claramente que ao zelar pelo outro durante sua dor e seus problemas, tudo aquilo que acreditávamos ser um grande problema já não o é mais.
Enxergamos tão claramente que não somos o centro do universo, que nossos problemas não são os maiores e nem sem solução.
Todo o resto fica tão pequeno e sem sentido. Porque vemos neste momento que temos a mania de achar que não há dor, angústia e provação maiores que as nossas.
Só que existem e são muitas. E na grande maioria das vezes maiores e mais graves.
E de fato só percebemos isso ao cuidar do outro.
As nossas dores, as nossas angústias, nossas provações e principalmente nossas feridas abertas que sangram e que não cicatrizam são curadas enquanto nós tratamos com amor das feridas abertas do outro.
Por isso meu desejo e oração para nossas vidas neste dia é para que Deus abençoe profundamente nossos corações com irmandade e com nossos olhos cheios de carinho para enxergarmos no próximo uma extensão de nós mesmos.

Forrest Gump é uma pessoa que vê a vida de uma forma diferente do padrão comum imposto pelo amadurecimento e pelas exigências sociais. No filme ele é descrito como “retardado”, adjetivo que é contraposto por uma frase do próprio personagem: “idiota é quem faz idiotice”. A visão do personagem em relação a vida é a verdadeira matrix. Matrix que se trata absolutamente da percepção, a forma de ver o que está para ser visto, ou seja, “olhar para a matrix é olhar para a nossa mente.” A ilusão torna-se a realidade do personagem, ou a ilusão é tudo o que ele não vê?
Levando em conta que tudo o que vivemos, criamos e temos definidos como correto ou incorreto, é uma questão de percepção, pode-se dizer que tudo trata-se de uma ilusão. Tendo em vista a realidade cinematográfica, o personagem é o verdadeiro mundo. No filme tudo se torna mais fácil e decorrente para Forrest Gump, que ao longo de sua vida conquista por mérito, milhares de coisas e inspira muitas outras.
Na faculdade, Gump, acredita que conquistaria o mundo com os pés e é com essa fantasia que se torna um grande jogador de futebol e ao se formar entra para o exército americano, do qual participa da tão famosa Guerra do Vietnã. Em meio a tanta crueldade e discórdia, Gump permanece todo o tempo dentro da sua fantasia, o que desmascara todo o controle social existente na época, pois Gump vivencia toda a guerra, vendo somente de forma clara os objetivos, ou seja, ele nunca teve a necessidade de matar ou entender o motivo de sempre “procurarem por alguém chamado Charlie.” A que se remete o bem e o mal? Qual é a linha de separação dessas duas oposições e qual é a vantagem desse binarismo?
A riqueza tem muita consequência negativa para o ser humano devido a sua mente egoísta e egocêntrica natural, pois nunca nada é suficiente num mundo capitalista. Essa ilusão consumista não diz respeito a identidade ou classe social, diz respeito ao ego e ao superego da sociedade. No filme, quando a riqueza e a fama chegam á vida de Forrest Gump, ele não percebe essa ocorrência, fato que comprova que o intuito do filme é questionar verdadeira ilusão, pois a riqueza não mudou a vida do personagem e é perceptível na narrativa: "O Tenente Dan investiu em um negócio de frutas e disse que eu não precisaria mais me preocupar com dinheiro, e eu pensei: ‘- Ah, um problema a menos. ’”
Com o passar trama, Gump, depois de mais velho e feito, “maduro” no ponto de vista social, num entardecer de outubro, sentado em sua varanda, decide correr sem destino, e faz isso durante 3 anos, 2 meses, 14 dias e 16 horas. Sem nenhum motivo ou causa, Gump, corre por todo os Estados Unidos. A população com o decorrer da noticia, não entendia que o fato não tinha nenhuma causa e sim, ser só uma questão de liberdade. Diante disso, mil falsas causas tornaram-se para os estadunidenses o motivo para a corrida exaustiva e inspiradora de Forrest Gump. O que era real a partir disso? O fato de Gump usar do seu livre arbítrio e correr sem nenhum motivo, ou a ilusão rotineira da sociedade em acreditar que pra tudo existe uma explicação?
Algo sempre perturbou a mente de Forrest Gump, algo maior que tudo que ele havia conquistado e que ele não explicava, justamente por não viver com a ilusão de que pra tudo existe uma explicação. Era o amor, Jenny, que ele levou a vida inteira por onde andou. Algo que sempre buscou internamente mas que não precisava de libertação por não precisar de reciprocidade. Mas o que é a libertação? A morte de Jenny não afeta Forrest negativamente, justamente por acreditar no natural. A libertação é produto da ilusão. O natural não precisa de salvação, é súbito por ser de certa forma inconcebível.
O filme indaga a curiosidade sobre o real e o imaginário. A posição que a sociedade toma no âmbito da comunidade de todas as formas, como o preconceito, o costume, o imoral, a ética e a noção que passam a ser questionados quando o normal, padrão, se contrapõe ao ver do natural e do comum. A desilusão causa o afrontamento da realidade e o fortalecimento do ilusório.

⁠Você...

Você não sai da minha mente
Exite uma forma de evitar?
Talvez até haja!
Mas pretendo conquistar sua mente e tudo o que há de bom e misterioso em você.
Seu olhar nas fotos que vejo, me encanta e me atraia, pois parece olharem para mim.
Não sei o que esta acontecendo comigo! Será que existe uma resposta?
Cada vez que falo com você, mais me sinto envolvido.
Ao olhar sua boca, já imagino ser doce e quente, me vem a cabeça ter o gosto de mel quando por ventura te beijar.
Subo ao céu quando falo com você.
Ao ver seu sorriso, como vi em algumas postagens, parece uma flor mais mais linda em meio a um jardim imenso. Aquela flor que enche de alegria qualquer alma em sua plena solidão.
Seu jeito me encanta ao falar comigo.
Sua pele aparenta ser macia e virgem, digo virgem pois não deve ter cido tocada devidamente como deveria, com volúpia e dedicação.
Meu Deus, que anjo é essa que colocaste na terra, que cada vez mais me facina?
O fato é que aconteceu... Me prendi a este sentimento.
Meu corpo tremeu, minha boca secou, o coração bateu forte e minhas mãos suaram, ao vê-la puxar conversa comigo e me da atenção.
De imediato já carimbou meu coração, só falta assinar. Será que as páginas em branco da minha vida vão ser preenchidas e vai esta assinatura?
E nos conhecemos em pura obra do destino. Incrível!
Quero me apaixonar.
Quero amar, mesmo que em pequenos momentos, os quais tornarei inesquecíveis.
Portanto, quero que meu coração bata junto com o seu, que nossos pensamentos se encaixem, que nossos olhos olhem juntos a uma mesma direção.

Estou antecipadamente escrevendo tudo isso? Estou! Mas e daí? Situações assim, não acontecem sempre e aprendi que devemos aproveitar os momentos que nos é posto em nosso caminho.

Odin.

⁠⁠"Oh vontade de escrever quão tola é sua origem... Se teu objeto é a comunicação, e tua forma as possíveis frações deste objeto então é teu nome o desejo das fracmentacoes de se recomporem no objeto. Poéticamente aquecido para tolice humana, é da vontade de ler o que se cala que fala a vontade de escrever o que se lê.

Quão potente é poesias por poesia? Quão não crítico deve ser a liberdade de ser poeta quanto crítico deve ser a definição de ser poesia, se não assim, como duraria? Por quanto tempo é macia a almofada no chão? Para que poesias não sejam trabalho em vão, a origem dura é o caule de espinhos, mas o fruto resulto é o doce da cessação."

⁠Amor a distância

Amor de qualquer forma eu posso afirmar,
que nesse mundo não tem coisa melhor que te amar.
Distância são números e são imensos,
mas o que sinto é intenso.
A lua fica mais linda quando se junta com o mar,
assim como o sol, fica mais lindo com a praia.
Eu fico bobo, quando você sorrir,
vendo na tela do meu celular.
que distância são apenas números,
e números que nunca vão nos separar.
como diz a Marília Mendonça :
"A garrafa precisa do copo
O copo precisa da mesa
A mesa precisa de mim
E eu preciso da cerveja"
Igual eu preciso de você na minha vida
não quero despedida
só quero viver contigo e que todos os momentos
seja umas das lembranças mais lindas.

⁠É engraçado a forma que eu penso em você
Não quer me apaixonar
Mas me apaixono só em te ver
Nem da mais para disfarçar

Em cada um desses versos, mil pensamentos
Para realizar só uma ação
Não são só palavras ao vento
Tudo isso é para ganhar seu coração

O meu já é seu desde o momento que eu te vi
Me da o seu, vou cuidar muito bem
Confia em mim
Acho que nunca senti algo assim por alguém

Um milhão de estrelas ao céu
Uma lua a brilhar
Eu sei que aqui meu papel
É eternamente te amar

Com o som das ondas do mar
No fim da tarde de um o pôr do sol
Um gostosa brisa, mas briso em seu olhar
Sem você fico completamente só

Sou um poeta e vivo do amor
É algo meio complicado
Com isso vem a dor
Os dois andam lado a lado

Assim como o milagre do amanhecer
O nascer do sol as seis da manhã
Acordo desejando você
Tu é meu talismã

⁠Ao olhar as estrelas
Lembro do seu olhar
Da sua forma carinhosa
E do seu jeitinho peculiar

Se eu pudesse voltar no tempo
Apreciaria mais você
Pelo seu jeito belo e meigo
E sua forma de viver

Ao olhar para lua
Penso eu e você vendo um luar
Entoando lindos versos
Onde o título "é vem me amar"

Infelizmente isso é um pensamento
Que poderia ser realizado
Basta você querer
Ser só desse homem apaixonado

⁠Meu amor nunca aumentará
Ele já nasceu imenso
Não há forma de aumentar
Pois ele já ocupa todo meu coração
Dele ´só resta as maravilhas
A descobrir cada dia
Novas formas de demonstrar meu amor
Te fazer brilhar esses seus olhos
Meu amor não aumentara
Pois ele já é por inteiro
Meu amor por você nunca acabará
Pois a mera lembrança do
Toque na sua mão
Do beijo escondido
Do tremor do nosso corpo
Do abraço apertado
O brilho dos seus olhos
O toque na sua pele
Sempre me faram lembrar
De como meu amor por você
É imenso
Meu amor nunca aumentara
Pois ele já é eu todo
Meu amor nunca acabara
Pois não sou eu é ele

O que é gratidão nos dias de hoje?

É ter certeza que Deus colocou anjos em forma de médicos, enfermeiros, assistentes e todas as pessoas que estão se doando e lutando contra o corona vírus direto ou indiretamente, na maior causa humana, a vida. Mesmo sem me conhecerem, saiba que minhas lágrimas e meu coração estão em silêncio , refletindo e sentindo a gratidão de vossas existências.

É muito difícil pensar na distância
Que há entre a minha terra e o seu mundo
É da mesma forma complicado
tentar entender os meus desejos
Diante da cegueira que você deixou
Quando esteve em meus braços
Há uma imensidão que só será
Preenchida quando estivermos um com outro
Respirando um ao outro
Vivendo um com o outro
Amando nossos próprios sonhos