Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa

Cerca de 110709 frases e pensamentos: Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa

"Se o que vale é só a Beleza Interior porque até ontem não fizeram Concurso de 'Miss' sobre o assunto? Por que os Concursos são só sobre Beleza Exterior? Expliquem! É cada uma, Hum!"
0684 | Criada por Mim em 2013

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thudocomh.blogspot.com

"Passei só para lembrar que faltam poucos dias para o Natal e não tenho noticias sobre se já compraram meu(s) presente(s)."


"Além de tudo mais, Natal, pra Mim, é também troca de presentes! Então, os que desejam insistir nos discursos dos queixumes de todos os anos, discursem pra lá, bem pra lá!"
0709 | Criada por Mim em 2014


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"Por que alguns que vivem 'aconselhando' sobre Deus e Jesus jamais perguntam se queremos ouvi-los? Por que eles esquecem desse papel Cristão (de respeitar a vontade de outros)? Sabem?"
Texto Meu 0860, Criado em 2017


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"Ainda sobre Rostinho Bonito! Que alguns insistem que 'não dura'! Mas, enquanto dura é a alegria de quem tem e dos que admiram e é a desgraça para quem é inconformado e/ou não tem. É ou não tem sido assim sobre Rostinho Bonito? Hein?"
Texto Meu 0861, Criado em 2017


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"Sonhei, não nego! Sonhei que a obra sobre Policarpo Quaresma era minha, além do Lima. Em coautoria, sabem como? Se não tivesse acordado eu daria destino diferente ao Major e o fim não seria triste, como no original. Mas acordei de mais esse sonho! E esse não foi o único sonho (desse tipo) que sonhei!"
Texto Meu No. 1001, Criado em 2021


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"Uma das melhores piadas sobre 'especialistas' em livros, autores e exibicionismo é aquela em que o sujeito alerta que, enquanto o outro está discursando sobre Autores que ele leu, o Dirceu está com a mulher dele, na casa dele, HeHeHe. Na piada, o Leitor é português, mas aplica-se a qualquer um!"
TextoMeu 1372

1457
"Cresce o número dos que acham que sabem sobre Deus. E que vivem tentando ensinar quem é Deus e o que Deus pensa. Estão em todas, mesmo onde não são chamados. Inacreditável que não se mancam. Chamam isso de Evangelização quando, na verdade, é 'Encheção'. Isso, sim!"
TextoMeu 1457

1473
"Sobre Renegar o Passado... Se o objetivo é convencer também os Não Incautos, não está funcionado (nem vai). Mas, se o objetivo é obedecer Líderes Religiosos e Manuais de Justificativas, além de impressionar Incautos, nesse caso sigam em frente, pois continuarão a ter 'sucesso'!"
TextoMeu 1473

1516
"O Editor me pediu 2 laudas sobre Deus... Eu disse NÃO. Não sei exatamente quem é Deus, então tudo que eu viesse a escrever seria Presunção ou só Vontade Minha ou Especulação Pesada ou Nada Além de Copia do que Outros já dizem e repetem. Não aceitei escrever 2 laudas mas, isso, o que escrevi aqui, o Editor gostou e publicou!"

Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.

Carta IV — A Solidão: Reflexão sobre a solidão e o tempo


Mais oito anos haviam se passado, e as rugas no meu rosto tornavam-se evidentes; os meus ossos perdiam cada vez mais a força; o tempo revelava-me o cansaço. A solidão sufocava-me como espinhos na garganta; os meus lábios secaram como um rio sem água; a sede matava-me aos poucos.


Já não havia urina no meu organismo. Tentei beber as minhas próprias lágrimas, mas também secaram. Os ratos já não me alimentavam; agora alimentavam-se da minha carne. Meus cabelos caíam sozinhos como folhas de uma árvore, e a minha pele amolecia como mingau. Os meus olhos enchiam-se de fadiga; sofria de insónia. O corpo produziu bactérias que me corroíam por dentro.
Quis suicidar-me, mas não encontrava forças para fazê-lo. Já não restou dedo algum nas minhas mãos: devorei-os todos para terminar de vos escrever esta carta.


O fundo das paredes oferecia um profundo silêncio. Ainda assim, era meu desejo voltar a ouvir, só mais uma vez, o grito alegre das crianças na aldeia de Kandembe; o canto dos pássaros na floresta de Mayombe; o canto do galo nas madrugadas; o sorriso das senhoras quitandeiras no mercado de Kalukembe.


Infelizmente não pude concretizar esse desejo. As correntes no meu pescoço e as grades que me prendem não me permitem realizá-lo. Aliás, já não me resta muito tempo. A solidão tornou-se um vício que se alimentava da minha penúria e dos traumas da minha lembrança. Quanto mais próximo dela eu me encontrava, mais perto me sentia da morte.


Talvez…


Será que devo arrepender-me das minhas escolhas?
Será que fui ingénuo ao preservar os meus ideais?
Será este o preço a pagar por ser diferente deles?


De que vale estar livre do calabouço, se lá fora continuarei a ser escravo?
De que adianta recuperar a voz, se lá fora me haverão de retirá-la?
De que vale livrar-me destas correntes, se lá fora existirão outras algemas à minha espera?


Aqui, ao menos, ainda posso falar, pensar alto e questionar.

E lá fora?


Não me haverão de censurar por pensar?
Não me haverão de açoitar por falar?
Não me irão condenar por contestar?
Não me irão matar por questionar?


A dúvida, o ceticismo e o remorso ganharam espaço na minha mente e no meu coração.


Tentei conversar com as paredes, mas elas não possuíam ouvidos. Procurei perguntar aos espíritos daquela masmorra, mas já haviam partido. As caveiras ao meu redor exigiam silêncio. E as únicas coisas que ainda podiam dialogar comigo eram a morte e a solidão.

O Nosso Verão


O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.


O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.


As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.


Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.

Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.


Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.


Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.


E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”

Fúria! Todos procuram defeitos para atirar pedras sobre mim, mas nem mesmo me procuram para saber sobre mim!


Acaso és perfeito, oh, julgador? Por que não crucifica a si mesmo? Pois apenas olhas a trave dos mais fracos, impiedoso!


Dizes tu que queres ajudar-me com críticas que ferem como espadas de dois gumes? Portanto, eu te afirmo: Médico, cura-te a ti mesmo!!

Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.

O acaso




Caneta, papel, café e uma vela acesa sobre a mesa,


depois da explosão sobraram alguns estilhaços, pedaços de você estão espalhados entre as linhas,


a uma voz que já não ouso ouvir, não por medo mas por saber os efeitos colaterais da colisão causada,


os desejos não podem sufocar as esperanças, não podem ser mais fortes do que a sabedoria encontrada no silêncio,


atravessar um iceberg com a tocha acesa não foi um feito, foi uma versão do meu futuro encarando a realidade sem desistir,


e caso aconteça o acaso de eu encontrar um novo amor por um acaso, estarei vibrante na mesma órbita de enfrentamento dos olhares e sentimentos.

ENTRE A LUZ E A SUPERSTIÇÃO: A VERDADE ESSENCIAL SOBRE O QUE O ESPIRITISMO É E O QUE ELE JAMAIS FOI.

O VAZIO DAS FORMAS E A PUREZA DA IDEIA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há um desvio silencioso que, pouco a pouco, infiltra-se nas consciências menos vigilantes: a substituição do estudo pela aparência, da essência pelo símbolo, da verdade pela ornamentação ilusória. No campo do Espiritismo, tal desvio revela-se particularmente grave, porque atinge o núcleo de uma Doutrina que se fundamenta na razão, na moral e na simplicidade.
O Espiritismo não se edifica sobre formas exteriores. Não necessita de sinais, talismãs, objetos, vestimentas especiais, consagrados ou fórmulas ritualísticas. Toda tentativa de materializar o invisível por meio de instrumentos simbólicos constitui regressão às práticas supersticiosas que a própria Doutrina veio dissipar. A relação entre o mundo corporal e o mundo espiritual não se estabelece por meios mecânicos, mas por afinidade moral, elevação de pensamento e sinceridade de intenção.
A crença em objetos dotados de poder espiritual é expressão inequívoca de desconhecimento das leis que regem a comunicação entre os Espíritos e os homens. A matéria, por si mesma, não exerce ação sobre os Espíritos. Atribuir-lhe tal capacidade é reduzir o princípio inteligente a uma submissão que ele não possui. Espíritos não se atraem por amuletos, nem se afastam por símbolos. Aproximam-se ou se distanciam conforme a qualidade moral daqueles que os evocam.
Essa verdade, embora simples, exige disciplina intelectual para ser assimilada. E é justamente essa disciplina que muitos evitam. Preferem o caminho breve das crendices ao esforço contínuo do estudo. Onde falta investigação séria, proliferam invenções. Onde escasseia o compromisso doutrinário, surgem práticas híbridas, destituídas de fundamento, mas revestidas de aparente espiritualidade.
O resultado é uma adulteração da Doutrina. Introduzem-se elementos estranhos, mesclam-se conceitos inconciliáveis, e o Espiritismo, que é ciência de observação e filosofia moral, passa a ser confundido com um sistema de crenças arbitrárias. Essa deformação não apenas compromete a compreensão individual, mas também obscurece o caráter da Doutrina perante aqueles que a observam de fora.
É preciso afirmar com clareza: O Espiritismo repele toda forma de superstição. Não há dias propícios, objetos sagrados, palavras mágicas ou rituais secretos. Há, sim, consciência, responsabilidade e elevação moral. A mediunidade, quando existe, manifesta-se de modo natural, sem aparato, sem teatralidade, sem necessidade de qualquer suporte material.
O estudo sério constitui, portanto, o único antídoto contra tais desvios. Estudar não é acumular informações superficiais, mas compreender princípios, analisar consequências e aplicar ensinamentos à própria vida. Sem esse esforço, o indivíduo permanece na periferia da Doutrina, vulnerável a interpretações equivocadas e inclinado a preencher o vazio do desconhecimento com construções imaginárias.
Não se trata apenas de erro intelectual, mas de responsabilidade moral. Ao deturpar o Espiritismo, o indivíduo não compromete apenas a si mesmo, mas contribui para a disseminação de ideias falsas que afastam outros da verdade. A ignorância, quando assumida com humildade, pode ser corrigida. Mas quando se reveste de convicção infundada, torna-se obstáculo mais difícil de remover.
A simplicidade é, pois, o critério seguro. Onde há excesso de formas, desconfie-se da ausência de conteúdo. Onde há necessidade de símbolos, suspeite-se da fragilidade da compreensão. O Espiritismo é despojado porque é profundo. Não precisa de adornos porque se sustenta na coerência de suas leis e na elevação de seus propósitos.
Preservar sua pureza é tarefa de todos os que o estudam com seriedade. E essa preservação começa no íntimo, na recusa consciente de tudo aquilo que não encontra respaldo na razão, na moral e na observação.
Porque, em matéria espiritual, não é o que se inventa que ilumina, mas o que se compreende que transforma.

Há equívocos persistentes que atravessam os séculos, nutridos pela ignorância, pela má interpretação dos textos sagrados e pela tendência humana de associar o desconhecido ao temível. O Espiritismo, desde o seu surgimento no século XIX, tem sido frequentemente confundido com práticas mágicas, supersticiosas ou mesmo proibidas pelas Escrituras. Contudo, uma análise rigorosa, à luz da razão, da moral e da própria revelação espiritual progressiva, revela uma distinção profunda, essencial e intransponível entre a Doutrina Espírita e tudo aquilo que ela mesma condena.
O primeiro ponto que se impõe com clareza é o contexto histórico da proibição mosaica. Ao se referir ao trecho de Deuteronômio, capítulo 18, versículos 10 a 12, é imprescindível compreender que Moisés legislava para um povo rude, recém-saído da escravidão egípcia, profundamente inclinado às práticas idólatras e supersticiosas. As evocações, naquele tempo, não possuíam caráter moral, instrutivo ou elevado. Eram, ao contrário, instrumentos de adivinhação, comércio e manipulação, frequentemente associados a práticas degradantes, inclusive sacrifícios humanos.
Dessa forma, a proibição não recaía sobre a comunicação espiritual em si, mas sobre o uso indevido, interesseiro e supersticioso dessa faculdade. Tal distinção é capital. Confundir a interdição de abusos com a negação de um princípio natural é um erro de interpretação que não resiste a um exame sério.
A própria lógica bíblica reforça essa compreensão. Se Moisés proibiu a evocação dos mortos, é porque tal fenômeno era possível. Uma proibição de algo inexistente careceria de sentido. Logo, admite-se implicitamente a realidade da comunicação espiritual, ainda que mal utilizada à época.
Avançando na revelação espiritual, encontramos no Evangelho e nos escritos apostólicos indicações ainda mais claras. Em Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículos 17 e 18, lê-se que o Espírito seria derramado sobre toda carne, resultando em profecias, visões e sonhos. Já na primeira epístola de João, capítulo 4, versículo 1, há uma orientação precisa: "não creiais em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus". Tal recomendação não apenas admite a comunicação espiritual, como estabelece o critério moral para sua validação.
Assim, a revelação cristã não apenas não proíbe a manifestação espiritual, mas a reconhece e a regula pelo discernimento e pela elevação moral.
O Espiritismo, ao surgir, não introduz um fenômeno novo, mas explica, organiza e moraliza uma realidade que sempre existiu. Ele retira o véu do mistério e do temor, substituindo-o pela compreensão racional e pelo propósito ético. Não há nele qualquer elemento de magia, feitiçaria ou milagre no sentido vulgar. Tudo se insere no campo das leis naturais, ainda que desconhecidas em épocas anteriores.
A Doutrina Espírita afirma, de maneira categórica, que os Espíritos são as almas dos homens que viveram na Terra. Não são entidades sobrenaturais, tampouco seres demoníacos. São consciências que prosseguem sua jornada após a morte do corpo físico, conservando suas qualidades morais, seus conhecimentos e suas imperfeições.
A comunicação com esses Espíritos, quando realizada sob princípios sérios, possui finalidades elevadas. Entre elas destacam-se o consolo aos aflitos, o esclarecimento dos encarnados, o auxílio aos Espíritos sofredores e o aperfeiçoamento moral de todos os envolvidos. Não há espaço para curiosidade fútil, interesses materiais ou pretensões de domínio sobre o invisível.
É igualmente fundamental destacar que o Espiritismo rejeita, de forma absoluta, qualquer prática supersticiosa. Não há talismãs, fórmulas, rituais secretos, horários especiais ou lugares privilegiados para a comunicação espiritual. A matéria não exerce influência direta sobre os Espíritos. O que determina a qualidade da comunicação é o estado moral e mental daquele que a busca.
A evocação, quando legítima, é simples, natural e desprovida de aparato. Realiza-se pelo pensamento elevado, pela prece sincera e pelo recolhimento interior. O Espírito não é constrangido a vir. Ele comparece, ou não, conforme sua vontade e conforme a permissão divina. Tal princípio preserva a dignidade do mundo espiritual e impede qualquer tentativa de subjugação.
Outro aspecto de grande relevância é a impossibilidade de utilização da comunicação espiritual para fins egoístas. O futuro, por exemplo, não é revelado livremente. Isso ocorre porque o desconhecimento do porvir é condição necessária para o exercício do livre-arbítrio. A revelação antecipada dos acontecimentos comprometeria a responsabilidade moral do indivíduo.
Do mesmo modo, os Espíritos não substituem o esforço humano no campo da ciência, da indústria ou do progresso intelectual. A evolução do conhecimento é fruto do trabalho, da inteligência e da perseverança. A intervenção espiritual ocorre apenas como inspiração, jamais como substituição do mérito humano.
A crítica que associa o Espiritismo à magia decorre, portanto, de uma confusão entre essência e desvio. Há, sem dúvida, práticas desviadas, exploradas por charlatães e indivíduos de má-fé. Contudo, tais abusos não pertencem à Doutrina, assim como a hipocrisia não define a religião verdadeira.
O Espiritismo, ao contrário, expõe esses desvios, denuncia-os e os combate. Ele não se oculta ao exame. Seus princípios são públicos, racionais e passíveis de verificação. Não exige fé cega, mas propõe uma fé raciocinada, que se harmoniza com a ciência e com a moral universal.
Há ainda um ponto de profunda significação filosófica. Ao explicar a natureza dos Espíritos e suas relações com o mundo material, o Espiritismo oferece uma chave interpretativa para inúmeros fenômenos que outrora eram considerados prodígios. Ao compreender as leis que regem esses fenômenos, desaparece o maravilhoso, e tudo se insere na ordem natural das coisas.
Dessa forma, o Espiritismo não destrói a religião, mas a purifica. Não nega a revelação, mas a amplia. Não combate a fé, mas a esclarece.
Ele se apresenta, enfim, como o Consolador Prometido, não no sentido de substituir os ensinamentos do Cristo, mas de explicá-los em sua profundidade, retirando-os das sombras da alegoria e conduzindo-os à luz da compreensão.
E ao fazê-lo, revela ao homem não apenas a continuidade da vida, mas o sentido do sofrimento, a justiça das provas e a finalidade educativa da existência.
Porque compreender é libertar-se. E libertar-se é, enfim, aprender a caminhar com lucidez diante da eternidade que nos observa em silêncio.

FONTES CONSULTADAS.
"O Livro dos Espíritos", 1857.
"O Livro dos Médiuns", 1861.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", 1864.
"O Céu e o Inferno", 1865.
"Bíblia Sagrada", Deuteronômio 18:10 a 12.
"Bíblia Sagrada", Atos dos Apóstolos 2:17 e 18.
"Bíblia Sagrada", 1 João 4:1.
"Bíblia Sagrada", Isaías 8:19 e 19:3.
Traduções e estudos doutrinários segundo José Herculano Pires.

Uma pequena reflexão sobre POLÍTICA

Apôs ler e ver vários artigos sobre essas eleições e principalmente sobre como esta sendo todo esse processo desta eleição. A cada dia dá mais repulsa, e por que não dizer, nojo mesmo.
Vivemos mais uma eleição cheia de coisas ruins e por que não dizer sem qualquer duvida que isso na verdade não é fazer politica.
Hoje vejo que na maioria das vezes os pretensos candidatos (muitos sem qualquer condição de representar os eleitores) são muito ruins, sem qualquer qualidade ou por que não dizer, sem conhecimento do que realmente é o trabalho que esta pleiteando.
Vejo uma disputa de poder, uma verdadeira corrida por ser o melhor, o mais querido, o mais honesto, mas no fundo, para muitos não passa de uma ótima oportunidade de se dar bem.
Vejo muito despreparo, muita arrogância, muita falta de verdade naquilo que dizem e principalmente, prometem coisas que nem sequer tem condições de realizar em seu mandato.
Por que na verdade, para essas pessoas, o que importa é ser eleito, é o status do cargo.
Os que estão dentro não querem sair, os que estão de fora, querem entrar de qualquer maneira.
Alguns desses candidatos querem passar uma imagem de um politico preocupado com os problemas que afligem as pessoas. Mas, em alguns casos, fingem que o cargo a que aspiram é para beneficio da comunidade, da coletividade, mas deixam transparecer que é para seu benefício próprio.
Nesta época de eleição vale-se de tudo para conseguir seu intento, são tantas falcatruas, mesquinharias, mentira, promessas, falta de caráter e de respeito às pessoas. Há diversas maneiras absurdas de se conseguir ser eleito. E não poupam ninguém.
Quanta mentira e hipocrisia, quanta falta de caráter e honestidade, e depois de terem conseguido seu intento, simplesmente esquecem tudo que foi feito para chegar lá.
Acabam as promessas, acabam as ajudas, acaba a preocupação com o próximo. (isso só será importante na próxima eleição).
Quando vamos tomar vergonha na cara e acabar com essa maneira de fazer politica, com essa sujeira, com tanta demagogia, e falsos valores?
Quem não sabe escolher o bom candidato, quem não se importa com quem vai estar nesses cargos, quem só procura levar vantagem com esses candidatos, quem se deixa corromper com essa maneira de fazer politica. Quem vende seu voto por qualquer coisa, não merece cobrar nada. Não deve ter o direito de querer alguma coisa, quando aceitou uma situação dessas, se igualou a quem o corrompeu.
Por isso, penso eu que é por esses motivos que todos nós já estamos cheios dessa situação, com essa falta de honestidade, falta de respeito, falta de caráter, falta da verdade. Situação esta, que faz a gente ficar cada vez mais descrente e insatisfeito com tudo o que vemos a respeito de politica.
Para mim, isso não é politica, Isto é, politicagem.
Politica é necessária em todas as situações de nossa vida. É uma coisa boa, desde que seja feita com respeito ao próximo e com verdadeiros objetivos.
Vamos pedir ao maior politico que existiu neste mundo “JESUS CRISTO”, por que, JESUS usou de politica para atingir as pessoas, mas foi a politica da verdade, das palavras claras e objetivas, das palavras de amor e interesse do bem comum de todos, nada quis para Ele, que abra a cabeça de todos os eleitores, para que tenham a capacidade e vontade de colocar um basta nesta situação.
Mas também lembrando que mesmo pedindo a Deus, temos de fazer nossa parte para que esta situação seja consertada.
E também lembrando a esses candidatos, que mais cedo ou mais tarde a prestação de conta será com alguém que não vai conseguir corromper, e nem subornar.

Inserida por marcelo-martins

Resposta sobre o Apego

Essa história retrata muito bem, quem fica com uma sem tampa ou pior quem é a própria panela.
Para sermos vitoriosos e escolher o que nos fará feliz na vida, temos que primeiramente nos conhecer, nos ouvir, nos sentir, nos respeitar e nos amar.
Assim teremos tudo ao nosso favor, abraçar as melhores oportunidades no melhor momento, utilizando a estratágia, a sabedoria, nossos sentimentos e valores.

A inveja, a ganância, o orgulho, o medo, a insegurança, a impaciência a falso crítica não nos levará a nenhuma vitória.
É ficar acomodado esperando que o pior aconteça para os outros, e assim quem sabe sobra algo, "QUE NÃO NOS PERTENCE" para nos agarrar.

É conquistar a mediucridade e fazer a infelicidade.

Inserida por Waldetes

Eu tento incessantemente controlar o desejo insano que sinto em escrever sobre ti, ou rabiscar teu nome na folha do meu caderno, mas quanto mais eu guardo mais forte ele se torna. Meu coração possui um ímã que é constantemente atraído por ti, mesmo a quilômetros de distancia eu consigo te sentir e a forma como isso quebra meu coração em pequenos pedaços nunca será compreendida. Você torce o meu coração como se ele fosse um pano de chão sujo e nojento. Você poderia simplesmente torce-lo e deixar o amor escorrer, mas em vez disso você prefere contamina-lo cada vez mais com suas mãos sujas e falsas. Mergulha meu coração em um balde com uma estranha mistura de amor e ódio, e por isso me sinto como se te odiasse e amasse ao mesmo tempo; como se te perdoasse, mas no fundo te abominasse.
Não existem parágrafos ou pontos finais, só reticencias. Malditas reticencias, deixaram de ser pontos e viraram pontes que me ligam a ti contra a minha vontade.
Estou me ligando a pó, soterrado sob mais pó e esperando que tu renasças das cinzas, mesmo sabendo que é impossível. E todas as vezes que eu sinto sua falta eu tenho que aceitar que você morreu, e aceitar é a pior parte de todas. Pior mesmo que superar, que seguir em frente... eu superei, e aprendi a conviver com isso, mas ainda sei que não me permiti aceitar que algo que possuía uma parte tão boa, também possua uma parte tão ruim.

Inserida por twoanyr