Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
Turbilhão
Escuta o final de uma conversa ao telefone, quando se senta ao lado de uma mulher no ônibus:
- Mas olha, Valmir, eu vou ter que desligar. Meu bônus tá acabando e eu ainda tenho que falar com…
Mas deixa a conversa alheia para lá. Mergulha nos sentimentos daquela música que ainda cantarolava desde que saiu de casa. Era de Caetano (sempre), I’ts a long way. Pegou dois ônibus para chegar ao seu destino e, na metade do caminho do segundo, um da linha 500 e alguma coisa, repetia, já cansada:
- “We’re not that strong, my lord, you know we ain’t that strong. I hear my voice among others…”
Mergulha não só nos sentimentos que essa música lhe causa, mas cai de cabeça na sua vida. Dói. Ela sempre dói. Sempre falta alguma coisa, sempre tem algo de errado. Ela, menina. Ela, mulher. Ela tão confusa. Incompreensível até para ela mesma. Dói. Sua cabeça bagunçada. Entorpecida, nada disso lhe vem à tona. Mas assim, pegando dois ônibus de uma vez só e triste com as coisas que não tem controle sobre, pensa em tudo. Sempre se entristece. Sempre acha que tem algo errado. O que seria? O que será? O que é?! As perguntas sempre lhe angustiaram. Mil imagens passam pelos seus olhos abertos que fingem observar as coisas que passam borrando pela janela. Mas não dá tempo de entender nada, ela pede parada, tem que levantar logo porque o ônibus tá lotadíssimo de gente, tá apertado. Desce, anda pela rua de pedras pretas e brancas, observando o anel no dedo do seu pé. Pensa que é melhor deixar para lá… são só coisas da sua cabeça, invenções que ela nunca compreende mesmo. Tem tempo para essas loucuras mínimas - ou máximas -, não. Vai embora, esquece a perturbação momentânea que teve. Já não sabe mais direito o que é sossego. Mas pensa que pode amar, ainda. Quem sabe esteja chegando a hora de novo. Pensa que daqui a dois ou três dias estará meditando e tomando banho de cachoeira. Pronto! Contenta-se com as coisas que lembra, assim, do nada. Mesmo quando são as memórias saudosas da sua breve vida. Conversa com as outras pessoas e brinca, sorri, dança. Passou. Pelo menos por enquanto.
A Dama de Branco
Mulher de coragem,
Deusa do campo,
Cheia de amor,
Oh, Dama de Branco.
Grande mulher,
Determinada e comunicativa,
Grande Coração,
Garregou-me em seu manto,
Santa mulher,
Oh, Dama de Branco.
Bonita e Caridosa,
Solidária e Bondosa,
Tem um belo canto,
que acalmo os bichos e acalanta os anjos,
Deusa do Campo,
Oh, Dama de Branco.
A menina que sonhava,
de boneca brincava.
E contando pedrinhas pelo chão, cresceu.
A mulher que foi menina,
sem ligar o presente ao passado,
da menina se esqueceu.
Escreveu a sua história
bem diferente do enredo
que sua infância viveu.
Quando a mulher encontrou o amor,
sentindo algo faltar,
à infância recorreu.
Mas nela nada achou.
A menina que sonhava,
dentro da mulher, morreu.
CUIDADO COM O QUE VOCÊ FALA E FAZ, PESSOAS NÃO SÃO BRINQUEDOS
Pâmela era uma mulher bem sucedida, uma empresaria de grande sucesso, tinha 35 anos, uma beleza extraordinária que chamava atenção por onde passava, ficava com os caras mais bonitos da cidade, tinha muitos amigos... Parecia ser feliz pois tinha tudo que uma mulher poderia ter materialmente sua empresa tinha cerca de 20 mil funcionários.
Ela era uma mulher comprometida com seu trabalho, e em uma segunda feira ela não compareceu, seus empregados ligaram para ela mas nada... na terça se repetiu a mesma história seus funcionários preocupados comunicaram seu sumiço a policia após muita procura, encontraram o corpo de Pâmela em um rio de uma pequena cidade e em suas mãos uma carta que falava assim:
" nesse momento devem estar se perguntando o que o corpo de uma das mulheres mais bem sucedida desse país faz aí? poucas são as coisas que tenho a dizer, para começar queria agradecer a todos por me provarem que não vale a pena acreditar no amor, que ele é só uma ilusão e que acontece apenas em filmes. todo o tempo soube que não tinha amigos, apenas pessoas querendo se aproveitar o poder da minha influencia nesse país. sabem porque me tornei essa mulher forte e fria? porque um dia quando eu tinha apenas 15 anos, eu era uma sonhadora, sabem eu acreditava no amor, na bondade, que todos eramos iguais fui criada em um sitio em uma pequena cidade do interior... um certo dia conheci um homem que cheio de belas palavras me encantou, logo me entreguei aquele sentimento, o amei como ninguém, traçamos planos juntos e derrepente ele sumiu e eu, uma boba apaixonada fui atrás e perguntei o que estava acontecendo e para minha surpresa meu príncipe encantado falou assim: cansei de você, caí na real você foi só mais uma que eu peguei e me enjoei você é uma inútil e nem em sonhos me casaria com você idiota... naquele momento meu mundo caiu, misturou-se magoua com amor e ódio... passeis dias trancada chorando só Deus sabe o que vivi, após algumas semanas descobri que estava gravida, meus pais conservadores me expulsaram de casa, passei fome frio e não tive outra escolha a não ser dar o meu bebe. mas dali em diante decidi que ninguém mais me enganaria, voltei a estudar, aprendi a esconder minha dor com um sorriso idiota na cara, e me tornei quem sou hoje, mas sequer um dia deixei de lembrar das palavras daquele o homem, e pensar onde estaria o meu bebe, aquele que o destino arrancou de minhas entranhas. mas sou grata a esse homem, pois foi as palavras que ele me disse que me motivaram a ser quem eu sou... pois bem provei que eu não sou nenhuma inútil e agora continuar viva para que? "
O policial que encontro Pâmela, após ler sua carta chorou amargamente e disse para a equipe que acompanhava ele: pense bem nas palavras que saem da boca de vocês, elas tem um grande poder, eu destruí a vida dessa e não quero fazer o mesmo com a do meu filho, procurem-o e digam que eu fui o verdadeiro inútil, que iludi uma moça simples e de bom coração, falem para ele que a mãe dele foi uma mulher maravilhosa.
Após falar essas palavras ele se atirou no rio e não mais encontraram seu corpo.
Sou mãe/tia/avó/bisavó
Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe."
"Nós não consideramos 'mãe' um trabalho. 'Dona de casa' dá para isso", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante, do gênero oficial inquiridor'.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Pesquisadora Associada no Campo do Desenvolvimento Infantil e das Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente nesse campo?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me a responder:
"Tenho um programa permanente de pesquisa (qualquer mãe o tem), em laboratório e no terreno (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Trabalho para os meus Mestres (toda a família), e já passei quatro provas (todas meninas). Claro que o trabalho é um dos mais exigentes da área das humanidades (alguma mulher discorda?) e frequentemente trabalho 14 horas por dia (para não dizer 24...)."
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei a casa, com o troféu da minha nova carreira erguido, fui cumprimentada pelas minhas assistentes de laboratório - de 13, 7 e 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir a minha nova modelo experimental (uma bebê de seis meses) do programa de desenvolvimento infantil, testando uma nova tonalidade da voz.
Senti-me triunfante!
Tinha conseguido derrotar a burocracia!
E fiquei no registro do departamento oficial como alguém mais diferenciado e indispensável à humanidade do que "uma simples mãe"!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Especialmente ao ter um título na porta.
Assim deviam fazer as avós: "Associada Sênior de Pesquisa no Terreno para o Desenvolvimento Infantil e de Relações Humanas".
As bisavós: "Executiva-associada Sênior de Pesquisa".
Eu acho! E também acho que para as tias podia ser: "Assistentes Associadas de Pesquisa".
A mulher dos meus sonhos
Eu queria uma mulher como você,
Que me achasse bonito,
Que afagasse meus cabelos grisalhos,
E cantasse nos meus ouvidos,
Uma canção de amor.
Eu queria uma mulher como você,
Que saísse comigo,
E na minha embriaguez,
Me desse uma bronca de amor.
Eu queria uma mulher como você,
Que somasse minhas contas,
E no final do meu dia.
Houvesse saldo e não dívidas.
Eu queria uma mulher como você,
Que trabalhasse comigo,
Mas não me deixasse o Castigo,
De tua presença constante.
Eu queria uma mulher como você,
Humilde qual natureza,
da mãe, pura e beleza,
Da mulher, cativante, amante.
Eu queria uma mulher como você,
Forte como as escravas,
Doce como uma amante no leito,
Valente ao ver batom na camisa,
Companheira como amor em conjunto.
Eu queria uma mulher como você.
E, esta mulher existe, não é sonho,
Se eu a encontrasse, te juro,
Jamais sairia de casa.
Arrancaram a cabeça de uma mãe, mulher, trabalhadora e, como adorno da rua, a prenderam friamente em uma estaca. Silêncio total da família e dos transeuntes.
Só isso. Nada mais.
Atiraram em uma personalidade artística. Correeeee! Mídia, passeata, discursos comoventes, repúdio, cobranças, justiças e injustiças, banners, gritos, pavor, compartilhamentos virtuais e muito mais.
E isso. Tudo isso.
Nos Direitos Humanos, está a vida?
Que a defendamos sem excludência.
E que pela vida de TODOS, seja isso; TUDO isso!
Deusa Mulher
coisas que você não sabia,
Agora eu sei bem mais,
Se fez partir meu silêncio
Em toda Espera
Destroçados nas asas de fênix
No breu do eu, nos braços de deus
Outro dia nascer e se fazermos um só.
Vermelhas são as rosas
Amarelas são as flores
Colorindo as alvoradas
Rimadas sem dó
Pensamentos soltos em uma manhã qualquer;
De sol radiante
Espero a brisa das palmeiras me aquecer no teu corpo de mulher
Auroras de Abu dhadi
Boreal nos céus Azul,
Contemplam a deusa
Menina tenderly
ANA, essa mulher indecifrável
Quando te vejo pela porta entreaberta , por uma fresta apenas, e te vendo em poucas mas adoráveis partes, lembrando um quebra-cabeça dificil de se montar, tenho um ímpeto de entrar no intuito de te decifrar. Mas, como simples mortal me contento em te amar, pois é o que é possivel, já que, você mulher, nem Freud conseguiu decifrar.
Doce mulher, menina
Mais é esse ser, que vem ao encontro trazendo alegria e quebrando barreiras, removendo impecilios e desafiando meu coração.
Vestida de rosa choque de saias transparentes e perfumes incomparáveis
De infindáveis palavras e curvas adoráveis
Vem com sorriso doce e deseja estar a cima
Desgoverna meus olhares sorrisos e disfarces
Sabe que encanta e sente que me domina
Quer amolecer meu coração com artes
Linda doce mulher menina
Rick Ferreira
Ricardo Ferreira: Doce mulher, menina Mais é esse ser, que...
Doce mulher, menina
Mais é esse ser, que vem ao encontro trazendo alegria e quebrando barreiras, removendo impecilios e desafiando meu coração.
Vestida de rosa choque de saias transparentes e perfumes incomparáveis
De infindáveis palavras e curvas adoráveis
Vem com sorriso doce e deseja estar a cima
Desgoverna meus olhares sorrisos e disfarces
Sabe que encanta e sente que me domina
Quer amolecer meu coração com artes
Linda doce mulher menina
Mulher fatal...
Colocaste a minha alma em apuros...
Vieste na minha fantasia, toda nórdica,
e decepou o meu coração, com o seu olhar felino...
Não sei se era pura quimera, ou a minha insanidade
vindo a tona, ou na verdade já estava a sua espera...
Vestida para mutilar e se saciar o meu amor contido...
Vieste como uma aranha viúva negra,
que quer a minha pele suada de prazer...
Agarrado a sua cintura, me levo a loucura,
na sua teia de uma noite escura..
E tu chegaste,
Desviaste meus sentidos
fizeste-me artigo indefinido da tua cotidiana oração
Ignorei todos os avisos de perigo
Quando me pegaste pela mão.
Hoje eu sou teu menino,
teu homem , teu amante,
herói e bandido
Do teu amor, sou artesão
E nessa guerra , sou-te paz
Sou-te entrega e perdição
Teu escravo, sem entraves
Depravado em emoções
Ernane Rezende / Erikah Azzevedo
PRECISO DE UMA MULHER... Que encare a vida de frete e sem querer ser uma
supermulher especial e comum, que nunca simule
afeições, nem transpassei com doçura, que saiba
orientar-me com inteligência, que aceite com
humildade os destinos do meu ser. Ela deve ser
alta, da altura de sua dignidade e bela, como a beleza do seu caráter. Sua ambição deve ter a
medida exata do alcance de seus sonhos. Preciso
urgentemente dessa mulher para por festa no meu
coração, atear fogo no meu corpo, afogar-se nos
meus braços e salvar por fim do aniquilamento,
resgatando nossas vidas com tributo de um amor..........
.....ETERNO! ! !
Feito criança, acredito. Como mulher, eu insisto. Junto a mulher que sou com a criança que nunca deixei de ser para viver um sonho complicado com você.
Todos dizem: ''pare'', eu digo ''me dê licença.'', e sigo em para você, que eu amo tanto e me tem por inteira, que me machuca e me cura. Creio nas palavras, mas elas nunca te mostrarão a metade do que somos. É a cumplicidade, é a verdade e a desordem, é assim, ser por não ser, querer por temer, desejar por amar. Eu te amo, e assim que é, assim seja, como um amém pronunciado com toda a fé.
Uma mulher deve sempre ter em mente que nada é provisório e que o tudo não dura para sempre.
Atacar,diminuir ou se degladiar contra suas perdas e fracassos,não muda a conduta de quem esta disposto em ser feliz.Eu não me preocupo com as escolhas de quem amei,eu me preocupo com o que deixei de ofertar,para que na minhas proximas paginas eu posso completar.Destino conduz o que consente e arrasta o que resiste,emerge do própria vontade.Às vezes você precisa criar o que você quer para ser parte daquilo.
O nome dela é Bethy
No ano de 2011 pude conhecer uma mulher sensacional,
Sempre de bem com a vida, uma verdadeira Diva, a tal.
Essa é a Elisabeth, mas para os íntimos “ A Bethy”.
Nunca conheci alguém semelhante, nem por instantes.
Sabe curti sua vida, arrisca bastante, se importa apenas
Com uma única coisa, ser feliz.
Realizar seus desejos, por mais loucos é seu grande lema
Pedi humildemente a receita desse grande sucesso.
Ela simplesmente me disse: Pense sempre em você, que tudo vai dar certo.
Compartilhamos segredos, nos damos conselhos.
Sempre com mente aberta.
Nunca amou de verdade e nem por isso
Vive sonhando, ela conquistou seu espaço.
Essa é a Beth, uma mulher poderosa, glamorosa, cheia de charme, que jamais se engana.
Ela não busca o Poder, pois ela é “O Poder”.
Eu como mulher, devo muito a ela, uma pena que nem todas a possam conhecer.
A verdadeira mulher, enfrenta os problemas de cabeça erguida.
Aquela que pensa que é mulher, se esconde dos problemas.
A verdadeira mulher, cuida de seus filhos, trabalha para sustentar á todos e ainda tem tempo para cuidar de si mesma.
Aquela que pensa que é mulher, faz filho, abandona ou deixa com sua mãe, vai para as festas, fazer mais filhos e ainda pegar alguma DST!
Sou uma mulher,
Tenho meus direitos e deveres
Tenho meus sentimentos
Mas também há alguns argumentos...
Sou uma mulher guerreira
Luto pelo que eu quero
Sou uma mulher independente
Sou uma mulher lutadora
Sou uma mulher batalhadora
Sou mãe,filha,posso ser tudo menos infiel.
A confiança existe em mim um pouco
A desconfiança também só desconfio de pessoas
Tenho amigos e inimigos
Amo a minha vida!
Sou apenas uma mulher
Mas também,não finjo ser o que não sou.
50 TONS DE REALIDADE
Linda, deixa eu te contar uma coisa: Christian Grey é mulher.
Eu sei, é chocante e difícil de aceitar, mas achei que tinha que te contar isso. O nome dele na verdade é Erika e ela tem 49 anos.
Nada contra você querer acreditar que ele exista, fique a vontade. Mas temo que você irá gastar muito tempo procurando por ele, provavelmente a vida toda.
Enquanto isso passarão alguns Gustavos, Pedros, Antônios, Lucas, Brunos, Márcios, Tiagos, Leonardos, Carlos e tantos outros na sua frente, imperfeitos, de classe média, sem olhos azuis e que não te mandam bilhetinhos provocantes no decorrer do dia. E o problema é que você pode não reparar em nenhum deles, os reais, porque estará ocupada demais com os olhos no Christian Grey.
Por favor, entenda, até porque você é inteligente. Não estou querendo dar uma de "estraga prazeres".
Leia, curta, entre na história, sinta, chore, sorria, se delicie, imagine, viaje...ler é uma delícia!
Mas por favor, depois de fechar o livro, vá viver a SUA VIDA. A real. E não se esqueça que aquilo tudo é inventado.
Não deixe que a fantasia se transforme em expectativas.
amor inútil, és a invasão anucleada da vida que se aflora no ser escondido da mulher amada, vergando a inocência.
o homem em evolução nos escombros da história venceu o heroísmo de ser ser humano, no pensamento inevitável e ofendido da inconsciência.
não existe o pecado no esfregar dos lábios e nem estragos no entrechocar de nossos corpos, só sobra palavras e o prazer da reivenção, sem receio e sem ser horrível,
a vida só é nostalgia quando ao te olhar um dia, pulsar forte meu coração,
assediado nas labaredas do amor, inatingível.
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