Um Sentimento Nobre

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Infelizmente, uma super abundância de sonhos é compensada por um crescente potencial de pesadelos. (Sir Peter Ustinou)

Um toque simples no amor:
Desejo, tesão, paixão...
Personalidade, cumplicidade...
Pegada, atitude, delírio e sedução
Agora misture tudo dentro de você
E deixe extravasar na cama as delícias
Do teu prazer.

Amor é enigma?

Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento.

Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver.

Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes.

O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver.

Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede".

Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade.

O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas.

Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma.

É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração.

Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma.

Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora.

Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento.

O contrário não é viver: é durar.

Eu tenho um anjo
Ela não usa nenhuma asa
Ela usa um coração
Que se junta ao meu
Ela usa um sorriso
Que pode me fazer querer cantar
Ela me dá presentes
Apenas com sua companhia
Ela me dá tudo
Que eu poderia querer
Ela me dá beijos nos labios
Só por ter vindo para casa

Com um pé no chão e o outro nas estrelas, o professor pode levar seus alunos a todos os lugares.

Romantismo

Quem tivesse um amor, nesta noite de lua,
para pensar um belo pensamento
e pousá-lo no vento!...
Quem tivesse um amor - longe, certo e impossível -
para se ver chorando, e gostar de chorar,
e adormecer de lágrimas e luar!
Quem tivesse um amor, e, entre o mar e as estrelas,
partisse por nuvens, dormente e acordado,
levitando apenas, pelo amor levado...
Quem tivesse um amor, sem dúvida nem mácula,
sem antes nem depois: verdade e alegoria...
Ah! Quem tivesse... (Mas quem tem? Quem teria?)

Se eu posso te dar um conselho, eis aqui: Não mendigue atenção de quem quer que seja. Não se esforce para compartilhar minutos com quem está mais interessado em coisas que não te incluem. Não prolongue a conversa apenas para ter o outro por perto, quando você perceber que precisa se esforçar bastante para que o monólogo vire um diálogo. Esqueça. Prefira a sua solidão genuína à pseudo presença de qualquer pessoa. Ainda digo mais: Perceba que existem pessoas que curtem dividir a atenção contigo sem que você precise desprender esforço algum. Aproveite o que te dão de livre e espontânea vontade. Dispense o que te dão por força do hábito ou por conveniência. Esqueça o que não querem te dar. Cada um dá o que pode.

Mario Calfat

Nota: Autoria não confirmada. Fontes indicam que o texto é da autora do blog "Porque Sublimar é Preciso", onde foi publicado em 13 de dezembro de 2011.

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Pense bem no que fará amanhã pois é muito importante, estará trocando um dia de sua vida por isso.

Ela: Tá triste por quê?
Ele: Tô quase desistindo de algumas coisas...
Ela: Posso te dar um conselho?
Ele: Claro...
Ela: Nunca desistas de nada que te faça feliz...
Ele: É por isso que eu ainda não desisti de você...

"As Flores brotam, e morrem...

As estrelas Brilham, Mas um dia se

apagarão...

Tudo morre...

A terra,o Sol, a Via Láctea e até mesmo todo este universo não é exceção!

Comparado a isto,

a vida do homem é tão breve e fugidia quanto um piscar de um olho...

Neste curto Instante,

os homens nascem, Riem, choram,

Lutam, Sofrem,

Festejam, Lamentam,

odeiam pessoas e amam outras!

Tudo é transitório...

E em seguida,

Todos caem no sono eterno chamado morte..."

Não confie no amor industrial, cheio de padrões e patrões. Cada amor é único, cada amor é um artesanato do coração.

Não chores por uma desilusão amorosa, porque se você se iludiu não foi um amor verdadeiro.

Isso é o que acontece quando uma força que não se pode parar encontra um objeto imóvel.

Têm palavras que chegam como um abraço. E tem abraços que não precisam de palavras.

Meu caro amigo,
A vida é um presente do Pai e disso você entende muito bem. Cada aniversário é um novo começo. Desejo-te sempre a mais completa renovação, que ela flua interiormente e contagie a todos que tenham o privilégio de ter sua amizade.
Continue assim, fazendo com que cada dia seja encarado com esperança e exemplo a todos, de modo que as sombras do ontem não sejam levadas para a luz do amanhã.
Um olhar amigo alegra o coração, uma boa foto nos faz sentir bem. Que a luz de Deus ilumine sempre sua vida, guie seus passos e alegre seu caminho em toda sua existência. Feliz aniversário, meu amigo, seja imensamente feliz juntamente com sua família.

⁠Que ironia um escravo poder viver sem seu senhor, mas o senhor não poder viver sem seu escravo. Quem é dono de quem agora?

A felicidade é igual a uma borboleta, quanto mais você corre atrás mais ela se afasta. Daí um dia você se distraí e ela pousa no seu ombro.

Desconhecido

Nota: Apesar de por vezes ser atribuída a Nathaniel Hawthorne e a Henry David Thoreau, a frase surgiu pela primeira vez em 1848, publicada de forma anônima em diversos jornais dos Estados Unidos.

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Sinto um vazio dentro de mim, uma falta tão grande de algo que eu sequer sei o que é, preciso deter esse meu vício de querer coisas que não sei o que é, essa minha eterna busca por coisas novas.
Preciso mudar, crescer, amadurecer e ser mais criança. Nem eu entendo o que eu quero e o que eu preciso, parece que estou perdida nesse mundo sem ter a mínima ideia para onde ir, a única coisa que eu sei é que não posso ficar parada!
Preciso agilizar, correr, ir devagar, preciso imediatamente de vida, tenho sede de vida, tenho fome de aventura, tenho desejo de ir, ir, ir, ir… Até onde as minhas pernas e o meu dinheiro podem me levar.
Preciso chorar mais, sorrir mais, sentir mais a vida, entender melhor o que é a vida, o que se passa dentro de cada pessoa. Necessito entender as coisas, entender e esquecer tudo. Preciso de sei lá o que. Preciso viver, ir além, ir onde eu jamais imaginei que iria, viver cada aventura que o mundo pode me proporcionar, quero viver o que o universo inteiro tem. Quero viver tudo em uma só vida. Quero me permitir…

Diálogo entre uma mulher e um homem no metrô:

– Se eu fosse casada com você, colocaria veneno no seu café.
– Se eu fosse casado com você, eu o beberia.

Desconhecido

Nota: O diálogo bem-humorado costuma ser atribuído a Winston Churchill e Nancy Astor, porém, a versão mais antiga de que se tem notícia é de um relato do episódio com pessoas anônimas em jornal de Nova York em 1899.

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O medo é que faz que não vejas, nem ouças porque um dos efeitos do medo é turvar os sentidos, e fazer que pareçam as coisas outras do que são!