Um Poema para as Maes Drummond
O que é o amor?
Uma combinação de algoritmos?
Uma criptografia biológica avançada?
Uma invenção social? Uma narrativa?
Você pode estar sozinha nesse momento, mas algum dia, você definitivamente achará compenheiros! Ninguém nasce neste mundo para ser completamente sozinho!
O dia dos Namorados
para mim é todo dia.
Não tenho dias marcados
para te amar noite e dia.
O dia 12 de junho,
como qualquer outro, diz
(e disso dou testemunho)
que contigo sou feliz.
O ano passado
O ano passado não passou,
continua incessantemente.
Em vão marco novos encontros.
Todos são encontros passados.
As ruas, sempre do ano passado,
e as pessoas, também as mesmas,
com iguais gestos e falas.
O céu tem exatamente
sabidos tons de amanhecer,
de sol pleno, de descambar
como no repetidíssimo ano passado.
Embora sepultos, os mortos do ano passado
sepultam-se todos os dias.
Escuto os medos, conto as libélulas,
mastigo o pão do ano passado.
E será sempre assim daqui por diante.
Não consigo evacuar
o ano passado.
Não morres satisfeito.
A vida te viveu
Sem que vivesses nela.
E não te convenceu
Nem deu qualquer motivo
Para haver o ser vivo.
A vida te venceu
Em luta desigual.
Era todo o passado
Presente presidente
Na polpa do futuro
Acuando-te no beco.
Se morres derrotado,
Não morres conformado.
Nem morres informado
Dos termos da sentença
Da tua morte, lida
Antes de redigida.
Deram-te um defensor
Cego surdo estrangeiro
Que ora metia medo
Ora extorquia amor.
Nem sabes se és culpado
De não ter culpa. Sabes
Que morre todo o tempo
No ensaiar errado
Que vai a cada instante
Desensinado a morte
Quanto mais a soletras,
Sem que, nascido, mores
Onde, vivendo, morres.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Quando se está feliz, tudo parece dar certo! Quando se está feliz, você se torna ainda mais bonito(a). Quando está feliz, seu perfume parece mais agradável. Quando está feliz, você se torna mais amável e encantador(a). Quando está feliz, pode se tornar um alvo fácil por causa de suas qualidades. Isso acontece porque, ao estar feliz, você atrai tanto coisas boas quanto ruins. Você pode ser feliz por toda a vida, ou pode arruinar sua vida inteira, simplesmente por estar feliz.
O texto reflete sobre a dualidade da felicidade e como ela pode influenciar a vida de uma pessoa. A mensagem central parece ser que a felicidade tem o poder de melhorar a percepção de si mesmo e do mundo ao redor, tornando tudo mais vibrante e positivo. No entanto, também alerta que a felicidade pode tornar alguém vulnerável ou cego para os aspectos negativos da vida, o que pode levar a consequências indesejadas. Em essência, o texto sugere que, embora a felicidade seja desejável, é importante manter um equilíbrio e estar ciente de que ela pode atrair tanto experiências positivas quanto negativas.
Se houver uma camisa branca e preta pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento
O Amor não procura seus interesses., não busca a si mesmo. O Amor não busca sequer aquilo que é seu.
Ao examinar sua vida pregressa, voce perceberá que os momentos mais importantes são aqueles em que ajudou os outros.
Está preocupado ou insatisfeito com algo? Não adianta enrugar a testa, chutar o poste, arrancar de raiva as lixeiras da sua vida. É preciso estufar o peito, organizar as ideias, ver a situação de cima e agir com sabedoria e perspicácia. Agir para mudar o panorama. E se preciso for, também buscar outras avenidas e horizontes; assim você evita algumas pessoas que não te acrescentam nada. E se sobrar energia, você ainda aproveita para caminhar ou correr por estes caminhos novos. 😂O corpo e a mente agradecem! Super dia pra você! 😘❤️
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Está precisando se soltar de todas as amarras e convenções sociais? Quer desafrouxar a gravata, deixar o terno de lado, descer do salto alto, tirar a maquiagem, ficar despenteado, andar pela casa de cueca e pijamas?
De vez em quando a gente precisa sim se soltar. E se permitir. Precisamos deixar de lado as armaduras. Ou melhor do que isso: precisamos ignorar o olhar do outro, as críticas, cobranças e aquilo que a sociedade, a família, emprego, chefe, pais, amigos, religião esperam de nós. Para deixarmos de ser fantoche das expectativas dos outros. Arranque suas roupas, suas amarras. Desconstrua-se sempre! Liberte-se! Tenha coragem de ser você!
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Até gosto de frio, mas não sou muito de dias cinzentos. E sim: os dias em que estivemos em Colônia del Sacramento estavam cinzas. A primeira sensação é de querer reclamar, com uma leve tristezinha. Mas decida fazer justamente o contrário, como intuitivamente fiz: já acorde agradecendo, viva o momento, tenha uma postura de felicidade a despeito do seu entorno. E enxergue beleza mesmo naquilo que seja diferente de você e das suas vontades. Porque sim: pode haver beleza no caos (que às vezes é só na sua mente) e há muito colorido e intensidade na natureza, nos outros e na vida, mesmo quando apenas parece ser cinza!
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Atrás desse mar há o sol
Por trás do sol há tantos fótons
Por trás dos fótons há energia
E por trás da energia há desejos
Tão magnéticos capazes
De unir todo esse meu universo
Às investidas do seu gracejo
(Victor Bhering Drummond)
Amanhã é dia de dádiva. Data de gratidão. Meu aniversário, 24 de março. Porque aniversários são dádivas. Logo, de gratitude.
É momento em que um novo ciclo nos é dado de presente, somando-se a todos os outros. Em que abrimos nossos cadernos em branco e os preenchemos com o poderoso livre-arbítrio.
É quando abrimos as asas e respiramos sentindo o poder do Sol, e da Força Divina nos tocando e dando aquele empurrãozinho camarada para continuarmos voando, mesmo quando chegamos à beira dos abismos. E assim como na mitologia da Fênix, ressurgimos plenos de vida e com pulmões repletos do ar azul mais puro, da mesma cor do céu que a gente constrói para nós mesmos.
É assim que quero receber meu dia, minha dádiva. E que seja assim também para quem ainda vai aniversariar.
É momento de tantas mudanças, tantas novas decisões, tantos novos caminhos a desbravar. Que em todos eles haja flores; muitas delas: coloridas e as que eu mesmo irei pintar: lírios, jasmins, rosas, begônias, orquídeas. Pássaros e libélulas voando sobre todas, porque compõem cenas de onirismo e poesia. E claro, que haja sempre essa poesia, necessária para que doemos o melhor de nós para os outros e que colhamos apenas o melhor do outro para dentro de nós. E se essas flores ao longo do caminho tiverem espinhos, não faz mal. É parte da natureza delas. Não as culpo. À minha, cabe colhê-las, jogar os espinhos fora, cuidar do meu cerne espiritual caso me fira e me refazer feliz, forte, pleno de amor, vida, respeito e liberdade. Porque é assim que o Deus em que acredito me ensina dia após dia. E como espero devolver no dia da Graça e em todos os dias que for escrevendo e guardando-os carinhosamente na Biblioteca de minha vida. (Início de outono solar, chuvoso e com brisas fortes como meus sonhos, em Buenos Aires de 2018)
Luisa
Quando vi Luisa nascer
A criança sabia que a pequena
Infante, princesa ia ser
Nasceu sob o luar de uma família de poetas, de cabelos escorridos
Como escorrem palavras pelo nosso caderno de emoção;
Olhinhos amendoados, sofisticados,
De quem nasceu para reinar absoluta nas graças dos versos
De uma menina solta, doce,
Que virou mulher forte,
Com sorriso de boneca,
Mas voz e olhares de sedução
Onde meu suspiro e o sentimento
Do mundo balançam
Por essa menina que nasceu para
Ser da lua, com a alma do sol,
Onde a discrição se desnuda
Para cobri-la com cifras e acordes
Que deixam tão poetinha
Até o mais duro coração.
(Aniversário de Luisa Ramos Martins [Drummond], em noite escorpiana de músicas e encontros)
Amante...
Da vida, do conhecimento, do ser humano, de Deus, do amor que se pode sentir entre pessoas.
É vero, amante!
... da poesia, do sorriso do meu irmãozinho, tão cheio de dentes!
Do "colo" de minha mãe, do carisma de meu irmão, da interação entre minhas duas irmãs.
Amante!
De amizades tão antigas quanto aparentemente esquecidas;
das atuais, tão queridas!
Das conversas com idosos;
com crianças - em seu português "particular", com tanta vontade de aprender a falar, quanto quem foi criança há muito tempo, tem vontade de mostrar que sabe, que tem história, que é interessante. Como não ser?
Amante!
De aulas de Teologia que me fazem ver que ser humana é mais e é também tão desafiador! Acho que continuarei a ser...
Amante!
De todas as boas coisas que Deus me tem dado... até do meu olho que enxerga bem por si mesmo e também pelo outro, que nem tanto, mas que se esforça.
Para que serve essa minha vida, se passar por ela sem ver tantas coisas, tantas pessoas, tanta esperança e tantas letras se não me tornar uma dessas infames pessoas que amam? Leia-se:
Amante!
Pois até nos tempos ruins ainda me vejo assim, na loucura da urgência em usufruir da experiência, que me faz ainda mais humana, mais capaz de entender e Diaconar.
Pode ser assim então, Deus... meu amigo, meu parceiro de verdade e minha força gratuíta. Continuo sim, e agregando mais capacidades. Especializando-me na arte de ser - inclusive depois das rugas e artrites...
Amante!
Não sabemos ao certo o que há entre o olhar e sonhos...só sabe-se o que sente e o que sinto está preso no olhar e no sonhar e nada mais é mais real que isso pois me faz sentir realmente um aperto, uma saudade do que nem sei , do que não conheço, do que não existe.
Será que é real você, terra, terra de ninguém ou de alguém, terra que permite que se plante e cresça os sentimentos. Por que deixar as flores crescerem pra depois elas serem arrancadas, por que elas nascem e mesmo sabendo que no auge de sua beleza e esplendor elas morrerão somente pra embelezar por alguns momentos...será que alguns momentos valem uma vida ... só elas que sabem e só elas poderiam nos dizer, se elas falassem...
Oceanos de lágrimas caem sobre a terra sem saber o que fazer, o que pensar, a julgar o certo e o errado, uma tempestade se forma e junto com ela vem o medo, a desconfiança...
Mas o que se pode fazer, só esperar que o sol venha brilhar e com ele o mar a nos abençoar...a terra e o oceano sempre estarão pertinho um do outro, nos seus limites, um é o chão do outro e por isso eles precisam confiar sempre pra que a harmonia continue a existir.
Interagindo e se divertindo e sempre ligados pelo carinho que as ondas fazem na areia...sempre unidos e protegidos...pelas flores jogadas ao mar de Iemanjá.
Não nasci sabendo tudo
Sou aprendiz do mundo
O tempo passa e vejo que não sei nada
Não sou nada
Mas aprendi a sonhar
Aprendi a cantar
Aprendi a escutar
Aprendi a sorrir
E quanto mais dou sorrisos
Mais escuto,
Mais canto,
Mais sonho!
E é assim que aprendo a viver.
Com uma aquarela,
Pintando meu carrossel colorido
Vivendo um conto de fadas,
Uma fábula sem fim.
Converso com as flores
Pássaros me contam segredos
Vou girando o mundo
Desvendando culturas e mistérios
Saio por aí, sem rumo e sem critério
Minha vida é assim,
A música fala por mim.
E o meu telhado se mantem sustentado pelos alicerces de uma casa deserta de cores mas cheia de memórias, que escorrem pelas janelas que batem incessantemente me lembrando que ainda estou viva ainda que tudo tenha se esvaído.
Então, em meio à ausência, vou domesticando a dor, ensinando bons modos à angustia, buscando saídas de emergência pra me abrigar de mim mesma.
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