Um Poema para as Maes Drummond
Como eu queria dormir agora e só acordar daqui uma semana. Daqui um mês. Um ano seria ótimo. Como eu queria que todos os problemas se solucionassem por si só, enquanto eu estivesse deitada, sonhando. Queria ir dormir agora e só acordar quando tudo estivesse bem. Como seria bom acordar e encontrar tudo passado à limpo, acordar e não sentir os sintomas dessa doença chamada amor. Ahh, trocaria o resto de todas as minhas noites para que essa, apenas essa, resolvesse tudo por mim. Sabe, ando tão cansada de pensar em certo e errado. Cansada de sofrer sem saber se vale a pena. Estou exausta. Olhar pra você com esse seu jeito me encanta, e me cansa ao mesmo tempo. Tudo anda tão complicado. Cada gesto desencadeia milhões de pensamentos e isso realmente faz minha cabeça doer. Não quero mais interpretar o mundo, não quero mais interpretar você. A partir de agora meu bem, você que corra atrás. Esse coração cansado não aguenta mais sofrer.
Vou dormir agora, não quero mais pensar.
”Formiga é um ser tão pequeno que não agüenta nem neblina. Bernardo me ensinou: Para infantilizar formigas é só pingar um pouquinho de água no coração delas. Achei fácil”.
(Extraído do "Livro Sobre Nada" (Arte de Infantilizar Formigas), Editora Record - Rio de Janeiro, 1996, pág – projeto releituras)
Você tem medo de fazer amor comigo
Você tem medo de acordar com um bandido
E ver no espelho escrito com batom:
- Tchau trouxa, foi bom!
Você não sabe de onde eu tiro o meu dinheiro
Você não sabe o que eu faço o dia inteiro
E esse mistério destrói a nossa paz
Ah, não posso mais
Não me pergunte nada, me deixe apenas vendo
Seu corpo lindo vindo para mim
E não se esconda tanto pois o seu corpo chama
Um outro corpo solto sobre o seu que eu bem sei
É o meu
Você suspeita que eu não seja um bom sujeito
E não entrega seu amor a um suspeito
Mas mesmo tentando jamais conseguirá
Não me desejar
Eles se olharam um pouco assustados pela coincidência e confusos, então ela sorriu.
– Soube que vai embora – comentou ele, indiferente.
– É, pois é. Vou sim. – Patrícia tentou ser fria, mas ficou desapontada com a falta de sentimento que ele exibia.
Os dois ficaram um pouco em silêncio, sabiam que era a última vez que se encontrariam, o jogo acabara ali. Lucas se aproximou e a abraçou, deixaram que o tempo atravessasse ileso por aquele local, era um momento deles, era algo que doía profundamente nos dois corpos, era uma despedida.
– Você foi muito importante para mim – sussurrou ele no ouvido dela, não encarando-a, apenas se afastou pela rua.
Fazia isso pela outra que existia na sua vida, a quem devia respeito, pronunciou tais palavras porque por mais que tentasse, não importa quantas outras aparecessem, seria pela garota que acabara de abandonar que dedicaria qualquer pensamento.
Patrícia deixou que Lucas partisse, deixou também que qualquer sentimento guardado viesse à tona, chorou sozinha, chorou pelo amor abandonado. Não queria ter sido importante, tinha algo muito mais egoísta nisso e doloroso, queria ser a única, importante pra sempre.
A L I E N A Ç Ã O
No Céu,
Um Avião
O Céu
Está azul
No Céu,
Nuvens
No Céu,
Pássaros
No Céu,
Liberdade
E...
Na Terra,
Eu
Eu
E um monte de coisas
Eu...
E o
Resto
Encarcerado!
Desabafo de um sofrer !!!
É meu Deus obrigado por está direcionando pessoas boas ao meu lado e sei que eu tenho um grande propósito nesse mundo. E obrigado pelas quedas, pelas angustias ,pelos desaforos pelas desconfianças, pelas humilhações sofridas pelas portas fechadas, pelas descriminação pelas necessidades passadas elo não sofrido...E creio se aguentei tudo isso é que meu milagre está próximo e vai ser grande como o Seu Coração!!! Obrigado Rei dos reis que deu a Sua vida por nós....Por ter me dado dois anjos lindos Henry Dias e Samuel Phelype por ter me Dado uma mãe maravilhosa Janete Basilio Domingos Domingos e irmão verdadeiros....Amigos, colegas e meu inimigos eu oro todo os dias pedindo e entregando nas mãos do Senhor Jesus para que o Senhor possa perdoa-los pois eles não sabem o que fazem....
Desacreditando a própria beleza
Criando um muro de auto defesa
E se acabando na própria tristeza
Recusa um amor mesmo que o mereça
"Cospe a pedrinha, Mansur!"
(*) Frase que se tornou proverbial. Mansur era um "boca-suja", sacristão de um bispo, que tentava inutilmente corrigir-lhe a linguagem, permeada de palavrões. Até que lhe ocorreu a idéia de que Mansur mantivesse uma pedrinha na boca para ajudá-lo a lembrar-se de evitar expressões indecorosas. Num certo dia de intenso calor, o bispo percorria a estrada - a pé, acompanhado por Mansur -, em visitas pastorais, quando ouviu uma velha que com insistência chamava por ele, do alto de um morro. Quando os dois acabaram de subir a penosa encosta, a velha explicou que o chamara para abençoar sua ninhada de pintinhos... O bispo, passando o lenço na testa, voltou-se para Mansur (também ele furioso...), dizendo: "Tudo bem, Mansur, pode cuspir a pedrinha!"
Tudo que eu aprendi na vida!
"A vida me ensinou como ser um guerreiro, me ensinou a ganhar e a perder batalhas, me ensinou a lutar mesmo quando tudo estava perdido, me ensinou a amar, mesmo quando eu era odiado, a vida que me ensinou a ser forte e resiliente no rosto da maioria das lutas. E com uma alma sangrenta que pode sentir feridas e sangrar amor, a vida me fez um grande artista quando eu precisava ser, ela me ensinou a ser forte para perdoar e forte para não morrer sem sangrar amor."
Wagne Calixto ✍️📖
Em cada planta e em cada flor,
em cada detalhe da natureza
vejo um grande Deus Criador
um Poeta que ama a beleza.
– Deixe-me adivinhar. Ele virou um bebê?
– Entre outras coisas, sim. O que faz aqui?
– Esse é o Paradoxo EPR. Em vez de forçar o Lang pelo tempo, podem ter forçado o tempo pelo Lang. É complicado e perigoso. Não avisaram para não fazer?
– Você avisou.
– Avisei? Graças a Deus estou aqui.
(Diálogo entre Capitão América e Homem de Ferro)
Na verdade seria um reencontro
Tão pouco tempo, mas tanto tempo para nós
Tanto rancor, mas ainda parecia ter aquele amor
De olhos repletos de lágrimas de alegria
E de peito repleto de entusiasmo eu iria te esperar
Te buscaria as 18:00 em ponto
E eu já tinha tudo planejado
Iria parar o carro no estacionamento
E me esconder
Eu ia fazer de conta que não iria
Mas na verdade eu estaria bem ali, escondido!
E chegaria perto de você por trás
Não deixaria você pronunciar nenhuma palavra
E nem mesmo eu falaria
Mas puxaria seu braço em minha direção
Beijaria sua testa
E depois a ergueria no meu colo
E depois de todo este tempo
Iria aproxima-la de mim
Olhar seus olhos e finalmente te beijar
Não só um beijo, mas nosso beijo
Minha alma finalmente reencontraria a sua
Eu iria fazer algumas piadas
Rir de nossas desgraças
Leva-la para jantar
Leva-la para deitar-se ao meu lado
E convida-la para ama-la
Ficaríamos ofegantes como verdadeiros amantes
E posteriormente sóbrios e reflexivos abraçados
Pensando somente no porque de tanta distância
E depois disso seríamos imbatíveis
E nada ficaria entre eu e você
Mas a realidade bateu
E no relógio mostrava 18:00h
Eu te esperei
E você não foi
Apenas mandou sua tão doce frieza
Eu não beijei sua testa
Não olhei nos seus olhos
Não reencontrei sua alma
Histórias de "amor" são assim
Sempre lindas
Mas na maior parte do tempo tristes
Onde o orgulho, a mentira e o medo vencem a sinceridade
Mas que nas noites, a consciência e momentos de solidão mostram reais sentimentos
E como poderia ter sido
PODERIA.
Não brincar o tempo todo.
Quem vive brincando não é visto como um homem de respeito. São igualados aos mentirosos, e nunca lhes dão crédito. De um tememos a trapaça, do outro a zombaria. Nunca se sabe quando os gaiatos estão exercitando o discernimento, o que equivale a não tê-lo.
(A Arte da Prudência)
Economia pura: Essa é muito boa: Um estudo na Universidade Federal de Santa Catarina mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km ao ano.
Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que o brasileiro consome, em média, 86 litros de cerveja ao ano.
A conclusão é animadora:
O brasileiro faz 16,74 km por litro!!!!
E no alcool!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Quietude
Eu sempre quis ser o mar revolto com ondas gigantes...
Hoje me alegro em ser um lago parado onde o reflexo de sua água espelha o meu rosto quieto e calmo!
Eu sempre tive uma labareda querendo inflamar a tudo e a todos...
Hoje me vejo como uma pequena chama que o vento balança!
Eu sempre quis ser o céu de alguém ...
Hoje me limito a dividir espaços e já não penso em ser o céu porque tenho os meus pés no chão!
Eu sempre quis ser muito amada, eu lutei tanto por isto...
Hoje tanto faz, eu só quero a minha paz!
Talvez um dia eu volte a querer ser o mar,
e o meu fogo me inflame novamente.
Talvez eu sonhe em ser o céu de alguém
e faça de tudo para ser amada.
Porém por enquanto estou serena
e estranhando esta minha quietude
de não querer mais nada!
LAMENTO DE UM RIO...
Me perdoem por toda esta "bagunça"... Eu só queria passar.
Eu não fui feito pra Destruir... Eu só queria passar.
Já fui Esperança para os Navegantes...
Rede cheia para Pescadores...
Refresco para os banhistas em dias de intenso calor.
Hoje sou sinônimo de Medo e Dor...
Mas, eu só queria passar...
Me perdoem por suas casas
Por seus móveis e imóveis
Por seus animais
Por suas plantações... Eu só queria passar.
Não sou seu inimigo
Não sou um vilão
Não nasci pra destruição...
Eu só queria passar.
Era o meu curso natural
Só estava seguindo meu destino
Mas, me violentaram,
Sufocaram minhas nascentes
Desmataram meu leito... Quando eu só queria passar.
Encontrei tanta coisa estranha pelo caminho... Que me fizeram Transbordar...
Muros
Casas
Entulhos
Garrafas
Lixo
Pontes
Pedras
Paus...
Tentei desviar ... Porque eu só queria passar.
Me perdoem por inundar sua história,
Me perdoem por manchar esta história...
Eu só estava passando...
Seguindo o meu trajeto
Cumprindo o meu destino:
Passar....
Deve de ser cisma minha
Mas a única maneira ainda
De imaginar a minha vida
É vê-la como um musical dos anos trinta
Quando eu encontrar todas as razões
Talvez eu encontre um outro jeito
Encontre um outro dia
Com todas as mudanças de estações da minha vida
Talvez eu faça certo da próxima vez
E agora que você esta por baixo
Tire sua cabeça das nuvens
Você está de volta ao chão
E você não fala tão alto
E você não anda tão orgulhosa
Não mais, e para quê?
Filhos são como navios.
Ao olhar um navio no porto imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte ancora.
Às vezes não percebemos que ali ele está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro de suas próprias aventuras.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos. Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto feliz à sua espera.
Assim são os filhos. Por mais segurança que possam sentir junto aos pais, eles nasceram para singrar os mares da vida e viver suas próprias aventuras. Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a vivência e a experiência própria é necessária. É claro que o lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali. Se os filhos foram destinados a partir, temos que perceber que ninguém pode traçar o seu destino, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar valores herdados como: humildade, honestidade, disciplina, gratidão e generosidade.
Porém, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que: quem ama educa. Ah! Como é difícil soltar as amarras.
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