Um Poema para as Maes Drummond
Tudo na vida tem um motivo, podemos não compreender o significado dos fatos no momento ou até mesmo a vida inteira, mas temos de aprender e crescer com essas adversidades.
O medo tenta te fazer desistir dos seus sonhos...
Mas se você tiver sorte, um anjo entra na sua vida e te dá coragem.
Sei lá, as vezes preciso ficar sozinho, para pensar, imaginar as coisas, preciso de um tempo só pra mim.
Viver som alegria, sorrisos, hoje eu não sei mais o que é isso, mais eu só quero um lugar tranquilo para poder viver, um lugar, sem tristezas, sem decepções, queria morar em um lugar que chama o seu coração.
Um racista que necessite de uma transfusão ou transplante pergunta se o sangue ou o órgão é de um branco ou de um afro-descendente?
Não tenha medo de perder um alguém que ama, porque o amor não morre, e as lembranças existem para acolher nosso coração nos piores momentos.
Um dia pretendo tentar descobrir porque o pensamento individual é inteligente e o coletivo é estúpido, analisada individualmente toda pessoa parece ser de fato inteligente, porém, o que resulta das decisões coletivas geralmente são reflexos de um mar de estupidez.
"O passado pode até me desfazer um sorriso, mais o presente o refaz, e me dá a certeza de que no futuro ele será permanente."
A vida é assim. Ás vezes o vento nos empurra para um lado, e sem pensar, lutamos contra ele, indo em direção ao outro lado, desejando lá no fundo conseguir chegar. E ficamos assim… Caminhando em zigue-zagues.
Eu vejo o fato de pensar racionalmente como um dos primeiros requisitos para ser odiado, acredito que por isso as pessoas que sofrem de tríade oligofrênica sejam tão amáveis.
Nós somos um conjunto das quatro estações: às vezes, estamos frios, tristes, seja chuva ou seja neve sobre nós, a esperança está tão no fundo que parece não existir. Mas o inverno passa. Chega a primavera, nossos corações se aquecem, a esperança começa a vir à tona, e a alegria também. O verão aparece para esquentar, para fazer algumas coisas ferverem, outras pegarem fogo ou, quem sabe, nada disso, mas, sim, nos libertar totalmente do inverno, algo que a primavera tentou, embora não tenha conseguido em sua totalidade. O outono é, principalmente, a época em que nos permitimos aprender, errar, evoluir; as folhas que caem são as nossas falhas, bem com os momentos bons e maus: elas caem, passam, para que novos momentos e novas falhas possam surgir, dando origem a outro recomeço. Assim é a vida. Altos e baixos. Mas ela não é exatamente um ciclo. Essas estações, enquanto dentro de nós seres humanos, não ocorre nessa ordem. Algumas duram mais, outros duram menos; algumas tomam conta de grande parte de nossas vidas, outras nem perto disso. Então, independentemente do que pode vir a acontecer, é preciso fazer escolhas, pensando nos outros, mas, especialmente, em nós mesmos. Sua vida, como já dito, é sua, e ninguém mais deve, ou deveria, ter controle sobre ela.
Perceba: a linguagem do amor é e será sempre através de gestos. Um abraço, um carinho, um beijo.. Provas de que o que se sente, não fica guardado apenas no coração, mas sim que é exposto para que todos percebam, exteriormente, o que se passa dentro do interior de alguém.
Há pessoas que, em um dia, quase te jogam em um abismo; e, no outro, te dão um abraço. Há pessoas que possuem quase um milhão de caras, e não apenas duas. Há pessoas que, além de humilharem outras, pisam e cospem. Há pessoas que julgam e caluniam. Há pessoas que sentem prazer em magoar. Há pessoas más por natureza. Há pessoas que, por onde passam, deixam sofrimento. Há pessoas dos piores tipos. Há pessoas que, simplesmente, não merecem e não têm o meu respeito.
Para homem que quer ter um harém eu desejo apenas uma coisa: que todas as mulheres dele virem lésbicas heterofóbicas!
’Vasculhando nas memórias algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E depois de repousadas aquelas palavras eu percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro.Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos.
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