Um Poema para as Maes Drummond
O tempo passou, e vejo meu rosto,
Cada ruga de um sorriso bem dado com gosto,
Cada fio de minhas cãs, remetem as lembranças,
Muitas quando ainda estava na minha infância,
Quem nunca se arrependeu, não pode dizer que viveu,
Arrependimentos nos tornam mais sábios,
Aprendemos a usar de forma a errar menos com os lábios,
Juventude, um dia, um verão, uma quimera,
Utopia de um poeta, com vinho e já era.
Vejo anjos iluminando
E um clarão vindo do céu
Ofuscou a minha visão
E um momento raro de paz
Pairou sobre nós...
Essa Luz,
É Jesus...
NADA MUDA!
Mais um dia seu doutor
outro que o senhor recua
mais um sol que vai se pôr
pra nascer uma nova lua
já trocaram de gestor
mas a fome, seca e dor
no NORDESTE continua.
Sol Maior
Eu lembro de um tempo todo tempo
E todas as suas medidas pelos meus olhos
De um outro plano
Se lembrar era o meu plano
Através d'uma cortina de sonhos
Reminiscências de uma mulher adornada com o sol
Um pouco trigueira
"Minha Amanda é minha e eu sou dela"
Ainda maior que eu será a lembrança
Do amor saboroso como doce promessa
Tempo tão longínquo nos olhos de um cego
Ela me dá na boca um beijo santo espírito
Ela é per-feita pra mim
Reserva dos do Divino
Um rio vem da nascente,
seja ela de onde for,
as lágrimas que brotam na gente,
quase sempre são por amor!
Ele tem consigo um olhar único.
Que mesmo sem falar, diz muita coisa.
Possui um sorriso do qual eu me apaixonei, e um abraço do qual você não quer mais sair.
Mas acima de tudo, ama sua liberdade.
Então não vive um amor, ele é o amor!
De repente fui invadido por um pensamento, a premissa ideia surgiu,
a maioria dos que lutavam por liberdade foi justamente dos que estavam do lado do poder, onde a minoria enraizados em falsos princípios agarrados ao seu ego arrastavam um grupo de miseráveis revoltosos onde infundiam ideais que nem eles sabiam.
Uma vez que a aristocracia com seus ritos impediam seus rebentos de degustarem uma felicidade particular dos que sobreviviam do nada onde eram plenos em apenas um vislumbrar de uma miragem do ter e poder...
Todos os dias um fio de cabelo cai,
Todos os dias algumas células morrem e se renovam
Todos os dias alguém dormirá por toda eternidade
Todos os dias nosso relógio sobe um ponteiro.
Todos os dias a vida nasce
Todos os dias ela acaba
Todos os dias uma flor morre
Todos os dias uma ela nasce
Todos os dias alguém ganha
Todos os dias também perde
Todos os dias envelhecemos
Todos os dias renascemos
Todos os dias temos certezas,
Todos os dias não temos coragem,
Todos dias são menos 24 horas,
E todos os dias devemos lembrar
um abraço não é pra sempre,
Um beijo não é pra sempre,
Nossos pais não são pra sempre,
Nossa dor não é pra sempre,
Nosso dinheiro não é pra sempre,
Nossa água não é pra sempre,
Nosso ódio não é pra sempre
Porque todos os dias um dia não existirá, pra nós.
Por isso a vida é tão valiosa porque a morte existe
Porque corremos contra o tempo todos os dias
E aos que estão inércia, o tempo não para, talvez amanhã não consiga o emprego que tanto quer, pois no qual você odeia, te pagam mais
Talvez amanhã não consiga falar que tanto o ama
Talvez amanhã não conseguirá pedir perdão para quem mais queria.
Talvez amanhã, você não tenha conseguido viajar pelo o mundo
Talvez amanhã, sinta falta da pessoa e não poderá ligar mais
Mas é claro, sempre achamos que temos tempo.
Mas o tempo não tem a gente.
Antigamente — ainda ontem, quando eu tinha vinte anos —-, exigia-se muito de um escritor. Ele tinha de dominar os recursos da sua arte ao ponto de que toda a história dela, de algum modo, transparecesse no seu estilo. Tinha de possuir uma visão espiritualmente madura do universo e da vida e haver absorvido nela a cultura dos milênios. E essa visão devia estar tão bem integrada na personalidade dele que sua expressão escrita não comportasse o mínimo hiato entre idéia e palavra.
Hoje não é preciso nada disso. Basta uma afetação de sentimentos politicamente corretos na linguagem dos estereótipos mais sufocantes — e pronto: o pimpolho garantiu seu lugar nos suplementos de cultura e nas antologias escolares. Se escreve no estilo padronizado dos manuais de redação, é um primor de nitidez cartesiana. Se embrulha idéias sonsas em jargão lacaniano indigerível, é um assombro de profundidade. Se não articula sujeito e predicado, é um grande comunicador, sensível à linguagem do povo.
Ótima tarde a todos... que Deus em sua infinita bondade cubra a cada um com poderosas bênçãos e conceda a vocês o milagre que tanto esperam... cada um de nós traz consigo sonhos,desejos,curas e eles estão apenas ao passo de uma oração... feita de corpo, alma e coração... pois a vontade de Deus sempre prevalece sobre aqueles que o amam e respeitam seus preceitos.
Tenha um dia repleto de PAZ e do Amor de Deus...
Sorria para a vida... e ame-se ... para amar aos que estão a sua volta.
Seja luz✨✨✨
Seja amor♥️♥️♥️
Ótima noite para você!
E mais um dia se desfaz com a chegada de uma linda noite estrelada.
Que seja de paz, que seja de amor!
Que a fé acalente seu coração!
Que as mãos de Deus estejam sobre você e que você sinta em sua alma a presença Dele viva em ti.
Seja luz!
Seja amor!
Bom dia... e mais um final de semana chega e com ele a certeza de que somos amados, iluminados, abençoados e guardados por um Deus ... que faz o impossível acontecer... que nos dá vários livramentos ... e que nos aceita como somos ... incondicionalmente ...
Que seu dia seja de muita tranquilidade e sabedoria ... e que seus passos sejam muito iluminados ... e que você transponha essa sua luz aos que te rodeiam!
Seja luz...
Seja amor ❤
UM ANJO
Um raio fulgura
um coração magoado
Acende, incendeia.
A cinza
se transforma em luz
Rutila e seduz
A alma retalhada
por uma navalha.
Vem a calmaria,
Amar sem pressa
Em inteira confiança
Não ser trocada
Repartida, corrompida !
A alma feliz descansa
A vida retoma cores …
O teu amor ilumina
De mulher me faz menina .
Tão seguro e tão atento
Um anjo … meu apego !
Amor em Lugares Submersos
Ao mesmo tempo inspira e assusta
Como um suave toque
Que de repente se torna forte
Necessário, preciso
Na determinante braçada final do competidor
Aquilo que não se conta
E ainda nem está escrito.
As Chaves de Fendas Que Não Desapertam os "Nós"
É o dedo que aponta um deslize de quem se ama
A mágoa que insiste em permanecer após um pedido de perdão
O tapa na face do filho que chegou tarde e não avisou
O receio de novamente errar e o não querer mais tentar
A conspiração sobre o menino que ainda não aprendeu a ser "grande"
O descontrole ao traçar o próprio destino
A desculpa de não ter tempo para caminhar
O não querer dar, com medo de não receber
A insistência em lutar contra o que realmente se quer de verdade
A permissão dada à mesmice para que não seja necessário mudar o time perdedor.
Assim seguimos, levando nas costas uma caixa de ferramentas insalubres, alimentando o improvável sonho de consertarmos os desajustes da vida.
Qual o Desafio do Século?
Para muitos é controlar um vulcão em plena erupção, diminuir o desejo das lobas fêmeas em pleno cio, tornar retornar à torneira os pingos d'agua desperdiçados.
Já para outros, seria ter um dia de aconchego em seu lar, acalentar os seus filhos e pô-los para dormir, tomar uma xícara de chá com um amigo no final da tarde, sentar-se no sofá e uma fileira de chocolate degustar.
Assim, temos feito os nossos dias improváveis, não querendo calçar sapatos para não ser necessário justificar os calos nos pés, evitando sorrir para não fazer esforço em vão, afinal devemos viver para ganhar dinheiro e não permitir "perdas de tempo".
Diante de tanto caos, estamos eliminando de nós o racional, desfalecendo o "pensar" e desesperançando o se perceber como ser humano: cabeça, corpo e membros.
Assim ele surge
Mesmo seguindo um destino congelado
Mantém-se firme em sua jornada
Sobre os trilhos encobertos
Sem medo de trepidar
E por fim descarrilar
Preparado não desiste
Segue radiante
Deixando para trás paisagens Passagens dos que perderam a hora Saudades dos que ficaram
E acenaram pra ti antes da aurora.
Um foco. Dois caminhos
A mesma entrada
O mesmo ponto de partida
E assim para um seguir
Precisa com o outro estar em sintonia
Início, chegada
Se na frente um lado parte
De imediato o outro atrasado
Corrompe, entorta, amassa
Desanda, estraga
Fere a arte.
Castelo na Areia
Um dia construí um castelo sobre areia
E na minha ingenuidade pensei que se as paredes fossem forte e que ele jamais cairia
Mas o tempo, o vento, a maresia, a chuva aos poucos foram chegando
E quando eu vi o castelo já estava no chão
Foi tão de repente, só que me lembro da queda
Naquele momento vi minha vida desmoronar
Como doeu...
Chorei toda as lágrimas que eu tinha
Havia colocado o melhor de mim naquela torre
Em vão...
Mas assim como o tempo lentamente nos destruiu
O mesmo tempo agora vem de mansinho e
Lentamente está me dando forças, aceitação e compreensão
Já sei que não posso construir nada se não tiver base sólida
Reconheço e aceito minha parcela de erros
Não, não me culpo não! Mas sei onde errei
Esse conhecimento me dá forças para lutar
E amanhã vou construir outro castelo
Mas dessa vez vou escolher melhor o solo onde plantarei meu alicerce
E para sempre terei dentro mim as lembranças dos bons momentos
Das festas, dos momentos de carinhos, da alegria vivida
As paredes caíram, mas para sempre lembrarei do que lá dentro foi dito e vivido
Momentos de cumplicidades que não tiveram a força que eu acreditava que tinha
Mas eu sei que um dia construirei outro castelo
E voltarei a sorrir com o coração pleno de alegria e harmonia
Por que viver e um constante recomeço e sempre que a vida nos der essa oportunidade e preciso recomeçar.
Um novo castelo será construído, em breve, logo ali.
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