Um Poema para as Maes Drummond

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⁠O amor flutuante
é como as nuvens
que voa alto que
faz parte de um
sonho de um
jovem que sonha
deitado em uma
cama flutuando
nos pensamento
mais bonito sobre
seu amor que é
único e mais
lindo. Mas, ele
flutua tão
profundo nos
seus pensamentos
que se conecta
intelectualmente
com seu amor e
ela suspira e a
barriga gela e diz
alguém nesse
mundo me ama!

"" Ajude a construir um mundo melhor
Distribua simpatia
Um olá, um bom dia pode fazer a diferença para alguém...""

Um bom dia, é a esperança de uma pessoa...
Uma palavra de Fé, pode mudar o dia de todos Nós...
E Deus é quem pode nos abençoar e nos fazer muito Felizes...
Bom Dia a Todos...

Hoje o mundo se curva em respeito,
não apenas por um dia,
mas pela história inteira
que cada mulher carrega.
São passos firmes na estrada,
mesmo quando o caminho pesa,
é a força que levanta o mundo
com mãos cheias de delicadeza.
Mulher é doçura no olhar,
é coragem no coração,
é luz que transforma a vida
em amor e superação.
Que hoje seja lembrado
o valor que sempre existiu,
porque a grandeza da mulher
é algo que o tempo construiu.

Ela tinha uma luz especial,
Um brilho sem igual.


Tal qual a lua no céu estrelado,
E o sol que renasce num dia nublado,


A verdade é que ela não é só o céu brilhante,
Mas sim o chão, estável, seguro e constante,
O céu se admira... o chão se contempla.

"O Destino que Descansa em Deus"
Pode o tempo parecer um deserto,
E o silêncio, um abismo sem fim,
Mas o que é teu já está por perto,
Guardado em um jardim que não tem fim.
Não se apresse em querer o detalhe,
Pois o mistério é o colo da fé.
Deus não permite que o plano falhe,
Ele sustenta quem se mantém de pé.
O que é teu por direito sagrado,
Ninguém rouba, ninguém desfaz.
Está no tempo de Deus reservado,
No compasso da Sua perfeita paz.
Confie no que os olhos não veem,
Pois o autor da vida sabe o que faz.
As mãos que te guiam também te detêm,
Para te entregar o que te traga paz.
Não se perde o que o céu já assinou,
Nem se apaga o que o tempo escreveu.
Descanse na promessa que Ele deixou:
O que é para ser teu, já é teu.

O mundo lá fora é um palco aceso,
Enquanto aqui dentro o tempo descansa.
Os grilos, em coro, num ritmo preso,
Regem a noite com sua constância.
Ouço o motor que na estrada se apressa,
Levando destinos pra longe de mim,
E a fala das crianças, que nunca tem pressa,
Brincando no eco de um tempo sem fim.
Um cão ao longe reclama da lua,
Um som solitário que corta o sereno,
Enquanto a paz se faz toda nua,
Neste meu canto, tão meu e pequeno.
Sou apenas silêncio, sou só audição,
Ouvindo o pulsar que a noite revela:
O grilo cantando pro meu coração,
E a vida passando além da janela.

A casa é um templo de paredes mudas,
Onde o silêncio senta e faz morada.
Lá fora, os grilos — vozes agudas —
Regem o vácuo da noite calada.
Ouço o carro cortando a distância,
Um rastro de luz que na estrada se vai,
Perdendo o som, perdendo a instância,
Como a folha seca que do galho cai.
Um cachorro late, num aviso ao vento,
Cobra do mundo sua parte de atenção,
Enquanto eu sigo aqui, no recolhimento,
Medindo os compassos do meu coração.
Não há mais vozes, nem passos, nem pressa,
Apenas o grilo e o asfalto a rolar;
A noite é um livro que enfim começa,
No instante em que o mundo decide parar.

O silêncio da casa é um manto pesado,
Que me deixa a sós com o meu próprio ser.
Lá fora, o grilo está sempre acordado,
Fazendo a noite inteira tremer.
Um carro na estrada é um brilho fugaz,
Um cachorro que late pro escuro sem fim,
Fragmentos de um mundo que segue em paz,
Enquanto o vazio se instala em mim.

O mundo lá fora se lava aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
e que, de tanto afeto, me faz tanto bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Tua bondade é a minha claridade,
teu abraço é meu porto e o meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois te amar é onde enfim encontrei paz.
Teu brilho é o meu presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor só satisfaz.

Sem amizade, o sentimento é como um castelo de areia: bonito, mas sem estrutura
Ser amigo significa: Conhecer o mundo interno da pessoa. Quais são os sonhos dela? O que a faz chorar? O que ela valoriza?
A Diferença: Enquanto o "apaixonado visual" foca em como a pessoa o faz sentir, o "amigo que ama" foca em quem a pessoa é e em como ele pode contribuir para a vida dela.

..."As flores"
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"Ela alada as suas reflexões,
criou um guarda SOL,☀️
uma enorme flor.
E assim o seu 💧 suor
passou a perfumar 🌹 o ar..."
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Enfim, a Teoria da Abiogênese estava certa:
Uma coca-cola + o desejo de ser milionário gera um rato.

Meire Moreira

Nesse exato momento a vida esfrega um monte de coisas na sua face.
Para que você veja, você sinta, você passe por isso.
Não fuja.
Não corra.
Não esmoreça...
Ao final, haverá sempre um resultado.
Nem que seja a sua cara torta.

Bom dia, eu digo
Você responde
Bom dia.
Um novo dia nasceu
Mas tudo parece o mesmo
Mesmos problemas
Mesmas reclamações
Mesmos passos...
Só mudou a maneira de ser problema
Mas é o mesmo.
Será que um dia vamos resolver?
Será que um dia vamos fazer valer?
Será que um dia vamos fazer valer toda nossa cruz?
Não sei, sempre incerto...
Te vejo num véu escuro, uma cortina de fumaça...
Precisa fazer tudo isso?
Até quando vai deixar tudo pra debaixo do tapete?
Até quando vai ser assim?
Até quando...

A Lucidez do Paraíso é o Instante do Devaneio


O Paraíso não é um jardim que nos espera,
com portões de pérola e árvores de ouro estático.
Não é uma recompensa por uma vida finda,
mas uma suspensão lúcida do tempo presente.
Ele reside naqueles instantes-limite,
em que a consciência se afina e a imaginação se liberta.
A lucidez é a navalha que corta o ruído do mundo,
reconhecendo o peso exato de cada elo da corrente.
Ela sabe: o muro é muro, a dor é dor, o efêmero é a regra.
Não há ilusão que resista à sua luz fria.
Mas a alma, cansada da geometria do real,
não aceita a clausura do que é apenas "fato".
Então, o devaneio se apresenta.
Não como uma fuga cega ou uma negação covarde,
mas como a afirmação mais alta da potência do ser.
O devaneio é o arquiteto que refaz o mapa da realidade,
desenhando rios onde antes havia deserto,
dando voz ao silêncio que a rotina impõe.
É a permissão para que o possível
se sobreponha à tirania do presente.
E o Paraíso, finalmente, não é a terra de ninguém,
mas o ponto exato de interseção:
É a lucidez que reconhece a precariedade da vida
(sabe que o tempo vai passar, que a beleza é breve)
e, por isso mesmo, usa o devaneio
para saturar o momento com uma perfeição temporária.
É o piscar de olhos onde a razão e o desejo conspiram:
"Isto não é real, mas é tudo o que importa."
Naquele instante de flutuação, a mente está desperta
(lúcida de sua própria criação),
e a alma está em êxtase
(devaneando um mundo que ela mesma sustenta).
O Paraíso, portanto, é a plena consciência da nossa capacidade de ser feliz, mesmo que seja apenas um pensamento. É o gozo da ilusão assumida.
É quando a mente, lúcida e livre, se permite voar.

As Extremidades de um Ócio Inabitável


O Ócio, prometido como santuário,
revela-se um deserto sem ecos.
Não é descanso, mas uma suspensão ácida,
onde o tempo não cura, apenas se estende.
Um ócio inabitável não possui janelas.
É o silêncio sem paz, a quietude sem centro.
É o lugar onde a alma, despojada de tarefa,
começa a roer os próprios limites.
Chegamos às suas extremidades,
onde a ausência de propósito se torna tão aguda
que se transforma em algo novo e terrível.
A Primeira Extremidade: A Vertigem da Consciência
De um lado, a fronteira se dissolve na Vertigem.
O excesso de tempo livre, desprovido de âncora,
lança o olhar para dentro, sem distração.
É ali, nessa margem, que a mente se confronta
com o volume inteiro de seus não-ditos e não-feitos.
O ócio cessa de ser vazio e se torna um espelho cego,
refletindo a forma pura da ansiedade.
O descanso vira vigília; a calma, tormento.
O ser não trabalha, mas sua consciência freme.
A Segunda Extremidade: A Apatia Gelada
Na extremidade oposta, a fronteira é de gelo: a Apatia.
O ócio se aprofunda tanto em si mesmo
que a vontade de ser, de agir ou de sentir, atrofia.
É a saturação da inatividade,
o ponto onde a ausência de estímulo
transforma a liberdade em paralisia.
O ócio, de promessa, vira destino.
Não há dor, mas tampouco há vida.
A existência se torna fina, transparente,
esperando apenas que o tempo, sem pressa, a esqueça.
O Ócio Inabitável é, portanto, a prova:
O Paraíso só é sustentável quando há um pequeno projeto.
A verdadeira quietude não reside na ausência de movimento,
mas na tensão vital entre o descanso e a criação.
E quem reside nessas extremidades,
sabe que o pior trabalho não é o esforço físico,
mas o esforço mental de dar sentido
a um tempo que se recusa a ter forma.

A morte do fim.


Criamos e idealizamos um divino que possa aliviar o nosso sofrimento de existir sem respostas e sem sentido. A falta de respostas da vida e do que vem depois da morte inquieta a nossa mente, fazendo com que esperemos que a nossa existência se encha de alguma esperança.


Ao mesmo tempo, também queremos nos sentir seres especiais, carregados de significado aqui e além daqui. A vida parece injusta quando pensamos que a morte pode ser apenas o fim, mesmo que o fim seja, de fato, a própria morte.

"Ser macho é um pedaço; ser homem,
é um "talo" inteiro...
(Victor Antunes)

⁠O Nada e o Tudo
No princípio, antes do verbo, o vazio,
Um espaço sem cor, sem forma, sem fio.
No nada, o silêncio é um grito mudo,
E o tempo, ausente, não é nem um segundo.
No nada, a mente flutua, perdida,
Angústia e paz, em dança indefinida.
É negro, é branco, é o oposto do ser,
Um espelho que reflete o não-acontecer.
Deus, talvez, sentiu o mesmo vazio,
Um universo sem alma, sem rio.
E no nada, em sua solidão infinita,
Criou o amor, a conexão bendita.
Somos reflexo de Sua criação,
Mas também criadores, em nossa condição.
No nada, buscamos sentido e essência,
E o tudo emerge da nossa presença.
O nada é pausa, mas não permanência,
Um sopro que dá vida à consciência.
Do vazio, surgimos, e a ele voltamos,
Mas no intervalo, amamos, criamos.
Então, se no nada Deus nos encontrou,
Foi porque no vazio o amor brotou.
E no eterno mistério de tudo e nada,
Está a verdade jamais revelada.