Um Poema para as Maes Drummond
Nada alterava o fato de ela ser uma menina magrela e perdida em mais um lugar estranho, com mais gente estranha. Sozinha.
O que você escolhe? Um namoro forçado, sem sentimento, sem futuro, somente para manter aparências; ou ser independente, livre, sem medo do amanhã te surpreender? Que me desculpem os carentes, mas viver sem saber o que vai acontecer amanhã é sensacional.
Desejo-lhe toda a alegria de um coração abençoado por Deus. Toda paz e serenidade para confortar e aquecer sua alma... E que você possa desfrutar desta grande benção de poder viver as maravilhas lindas preparadas por Deus .
Um dia a saudade deixa de ser dor e se torna parte de nossa história, certas pessoas estarão eternamente presentes em nossas lembranças!
Manter um sentimento em silêncio faz muito mal, mas, às vezes, é preciso parar, refletir e sentir sozinho mesmo.
Em alguns momentos, a melhor forma de enfrentar um problema é mergulhando nele. Melhor do que fugir.
Pessoas são como músicas: Algumas, nós gostamos desde o início, outras gostamos depois de um tempo. São feitas para serem ouvidas e compreendidas. Algumas tocam a nossa vida, mas tem uma, aquela mais especial, que é a nossa trilha sonora.
Reagimos contra um insulto, uma dor física, uma humilhação, uma dificuldade material, mas como reagir contra o brando veneno de uma saudade?
Há garotos que crescem achando que vão se firmar em um futuro distante, e há outros que estão prontos para se casar assim que conhecem a pessoa certa. Os primeiros me deixam entediada, principalmente porque são patéticos; e os outros, francamente, não são fáceis de encontrar. Mas é nos sérios que estou interessada, só que leva tempo para encontrar alguém assim, e por quem eu também em interesse. Quer dizer, se a relação não consegue sobreviver no longo prazo por que é que eu vou investir meu tempo e minha energia em algo que não vai durar?
Vontade de ter um pensamento bem profundo, desses que fazem a gente se surpreender que tenham saído da nossa cabeça mesmo, naquela modéstia que só se tem quando se está distraído, desses pensamentos que nas revistas em quadrinhos aparecem em forma de lâmpada sobre a cabeça do cara.
Esse é só um dos sintomas, ficar muito tempo deitado. Tem outros, físicos. Uma fraqueza por dentro, assim feito dor nos ossos, principalmente nas pernas, na altura dos joelhos. Outro sintoma é uma coisa que chamo de pálpebras ardentes: fecho os olhos e é como se houvesse duas brasas no lugar das pálpebras. Há também essa dor que sobe do olho esquerdo pela fronte, pega um pedaço da testa, em cima da sobrancelha, depois se estende pela cabeça toda e vai se desfazendo aos poucos enquanto caminha em direção ao pescoço. E um nojo constante na boca do estômago, isso eu também tenho. Não tomo nada: nenhum remédio. Não adianta, sei que essa doença não é do corpo.
A morte tem dessas coisas: desperta o sentimental que há em nós. Diante de um túmulo vemos apenas o bom, ou o que queremos ver.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
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