Um Poema para as Maes Drummond
Ele guardava tanta tristeza em um corpo tão pequeno e frágil… Se ele pudesse amar de novo, eu gostaria de ser a pessoa que ele iria amar.
Eu ficava feliz quando estava com ela, mas isso doía um pouco, e doía quando não estávamos juntos também.
O abismo serve para nos lembrar que há um limite tênue entre a coragem e a estupidez.
(Divergente)
A respeito do amor, amo loucamente, como se pode amar aos vinte e dois anos, com todo o ardor de um coração cheio de vida. Na minha idade o amor é uma preocupação exclusiva, que se apodera do coração e da cabeça. Experimentar outro sentimento, que não seja esse, pensar em outra coisa, que não seja o objeto escolhido pelo coração, é impossível.
Possuo um entendimento realista das minhas forças e fraquezas. A mente é a minha arma, e uma mente necessita de livros, assim como a espada precisa de uma pedra de amolar se quiser que se mantenha amolada. É por isso que eu leio tanto.
Todo aquele que não declara o seu amor, mas o guarda para si, torna-se um túmulo vivo de sentimentos mortos.
O grande sofrimento do Criador: tirar tudo de um nada qualquer, e depois ser julgado por qualquer um que nem com todos os tudos do mundo seria capaz de fazer um simples quase!!!
... devo ter um sorriso materializando a falsa alegria. Porque poucas coisas te fazem sorrir com a alma vazia.
(trecho retirado do poema De onde vêm as lágrimas )
Certo dia eu tive um pai, Ele me disse que daria Qualquer coisa que eu pedisse. Então pedi o sol Ele não pode me dar. Então pedi as estrelas Ele me disse que o meu brilho Era muito mais intenso que Qualquer uma delas. Eu sorri e dei-lhe um beijo.
John Lennon tinha um problema: ele achava que era Deus. O meu problema? Eu acho que sou John Lennon.
Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um erro para emendar, emenda-o tu. Onde houver um esforço de que todos fogem, fá-lo tu. Sê tu aquele que afasta as pedras do caminho.
E lá estou eu achando que você pode ser um forte candidato a homem da minha vida. Lá estou eu acreditando que exista um homem da minha vida.
Um dia a gente aprende que palavras não bastam; e que buscar reciprocidade onde sequer há amor, é perda de tempo. Um dia a gente entende que amar é voltar-se para si mesmo e abrir mão de si para que o outro se complete. Um dia a estação muda, o dia anoitece, os planos recuam e a gente compreende que é preciso muito mais do que três palavras para descrever o que se sente. É que um dia, moça, tudo passa. E inevitavelmente a gente aprende a abrir mão. Um dia a gente muda! De tanto tentar, a gente cansa. E então aprende, finalmente, que certas coisas simplesmente não valem mais o nosso esforço. Mas leva tempo, viu? Leva noites mal dormidas, leva dias, meses e anos... até que um dia finalmente a gente chega lá, ou simplesmente finge que chegou. Mas a gente dá um jeito, lembra? O importante é nunca desistir! Porque eu sei que um dia a gente se esquece, ou esquece o passado e se encontra de novo.
Você save o que os heróis fazem? Vou dar o exemplo de um pedaço de carne, tudo bem? Piratas irão ter um banquete e comê-la, mas os heróis irão dividir com outras pessoas. Eu quero comer toda a carne!
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