Um Poema para as Maes Drummond
De certa forma, construir um relacionamento é como preparar uma refeição. Você tem que ter os ingredientes certos, na combinação certa, para garantir um bom resultado. [...] Os ingredientes apropriados devem estar presentes no início de um relacionamento. Caso contrário, acrescentar mais coisas depois pode piorar tudo. [...] Raramente funciona acrescentar um bebê a um relacionamento ruim, ou mudar para outro bairro. [...] Quando os problemas se encontram na raiz do relacionamento, acrescentar alguma coisa é como colocar um band-aid em um câncer. [...] Disfarces não tratam das questões fundamentais de um mau relacionamento.
A única forma de consertar um relacionamento amargo é admitir que está faltando algo essencial e dispor-se a descobrir qual é esse ingrediente. Devemos rever nossos passos lembrando do que fizemos ou deixamos de fazer. Quando descobrirmos o que está faltando, pode ser que tenhamos de raspar o fundo do tacho e começar de novo.
Frequentemente, o meio-tempo é um período de incerteza. Você está sentindo uma certa ansiedade que não consegue exatamente localizar. Pode parecer que, por fora, está tudo bem, mas por dentro está acontecendo alguma coisa.
Às vezes, essa coisa é tristeza. [...] Mas, atenção, é justamente no momento em que as coisas parecem estar se desintegrando que elas estão se encaixando. O meio-tempo é o momento da preparação que irá nos curar. Estamos sendo preparados para a maior de todas as experiências da vida – a do amor incondicional. Então é preciso aguentar o sentimento de confusão e desamparo. Lembre-se sempre de que o meio-tempo não é um estado permanente. É um processo de cura.
Se você se "ofendeu" por um erro pontual de alguém - passando a criticá-lo e inclusive a ignorá-lo -, alguém que a vida toda esteve ouvindo teus erros e dilemas, sem te julgar e sem te descartar... Se você tem agido assim, você está sendo hipócrita, leviano e muito "possivelmente" deve ter inveja de quem sempre te serviu, pra não dizer "com certeza".
O prelúdio do sonho seja o prenúncio de um novo tempo, recomeço, ao despertar; segundo a anuência de Deus.
Mulher de curvas perfeitas, de tanta delicadeza, igual um violão que inspira uma canção, que para o trânsito e rouba a atenção, quero-me perder nas curvas do seu corpo e colidir com seu coração causando uma explosão de emoção.
Se eu fosse um gênio teria a receita do porquê o amor termina... mas, como simples poeta e amante da vida, digo que o amor não acaba, nem morre, ele apenas se exila.
No Brasil, um país terceiro-mundista, Allan Kardec é quase leitura obrigatória (e Chico Xavier um “Deus”). Na França, onde ele nasceu, viveu e implantou suas teorias (de ficção), nem os presidiários franceses querem saber, não figurando nem entre os 15 finalistas.
Ser gente tem sido excessivo demais, para sobreviver em um mundo onde as pessoas são objetos de valor.
Eu quero hoje, eu quero amanhã, eu quero daqui um mês, eu quero, continuamente, sempre, o benquerer, o bem-estar físico, espiritual, eterno, do meu próximo.
Em noites de inverno solitário, o vento sarcástico sopra até doer os ossos, um vento que carrega consigo vozes de lamentações dos nossos ancestrais gritando suas histórias, vozes essas que bramam e vituperam num só clamor
Algumas perguntas são tão idiotas que somente um idiota para ser tão idiota de perguntar tamanha idiotice. De maneira semelhante, algumas respostas são tão imbecis que somente um imbecil para ser tão imbecil de responder tamanha imbecilidade.
Ouvir a voz de um tolo é como escutar o insuportável zumbido de uma mosca. E o toque é tão repulsivo quanto.
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