Um Homeme duas Paixoes
A Hipocrisia de uma Sociedade Cristofóbica
Essa semana estava assistindo à entrevista de um médium, e foi quando a minha ficha caiu para o seguinte: Quando um espírita diz que a depressão é uma desordem espiritual fruto do acúmulo de energia negativa derivada de sentimentos ruins, ninguém liga (se é que não acha belo e poético); mas quando um cristão afirma exatamente a mesma coisa identificando a origem da tal energia negativa como falta de Deus ou atividade demoníaca, rapidamente surge os xingamentos de "preconceituoso" e "ignorante".
O problema, portanto, não é dizer que o depressivo é alguém espiritualmente enfermo, e sim quem declara isso. Se for um kardecista ou budista a fala é tida como um discurso sobre "ciência da alma", "física quântica" ou qualquer outro eufemismo intelectualóide para o espiritismo ou sincretismos religioso; mas se for um crente na Bíblia, a coisa vira "superstição" e "estupidez".
A cada dia veremos mais dessas hipocrisias sendo vomitadas em programas de TV, rádio, blogs e redes sócias, sendo chancelados por celebridades decadentes, superficiais e cristofóbicas.
Mas, nada disso é surpresa, pois Cristo disse: “E de todos sereis odiados por causa do meu nome”. (Lucas 21.17).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Sete Tipos de Sermões
1. Textual: É aquele sermão que tem por base um texto bíblico. O tema central e suas argumentações são retirados apenas do texto escolhido. Esse tipo de sermão ajuda o ouvinte a acompanhar e assimilar a ideia do texto, pois as várias partes da mensagem estão próximas, dentro do próprio texto. E isso facilita o acompanhamento pelo ouvinte.
2. Indutivo: É aquele sermão que é realizado á partir de perguntas e respostas, as quais são feitas ao próprio texto. Esse sermão é muito usado em cultos evangelísticos.
3. Temático: É aquele sermão que começa pela escolha de um tema. Depois se segue na busca de textos que apoiaram a ideia do tema. Nesse sermão, o pregador não se detém em um texto especifico, mas em vários outros textos dentro das Escrituras para favorecer o tema proposto.
4. Biográfico: é aquele sermão baseado na história de grandes personagens das Escrituras, usando suas vidas como referência. Exemplo: Abraão, o pai da fé.
5. Expositivo: É aquele que se baseia em um único texto e contexto; deixando que o texto e contexto determine o conteúdo do sermão. Nesse sermão o pregador deve se esforçar para apresentar o verdadeiro sentido do texto bíblico e pregar aquilo que o autor bíblico queria dizer aos seus ouvintes originais e expor isso aos seus ouvintes atuais.
6. Segmentado: É aquele sermão que usa elementos lúdicos depois da leitura bíblica. Nesse sermão usa muito a música, biografias, leituras e discursos. Sermão muito usado em cantadas, jograis e festas comemorativas.
7. Extemporâneo: É aquele sermão onde o pregador prega de forma livre (O famoso recebi uma palavra agora.). Muito usado de improviso ou quando o pregador é pego de surpresa. Esse é um sermão perigoso, pois pode haver erros.
Então... qual sermão devemos usar? Não importa o tipo de sermão, mas se este sermão está ancorado nas Escrituras. Por isso, o que temos que analisar não é o tipo (modelo) do sermão, mas se esse sermão é bíblico!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Alguém me perguntou o que caracterizava um pastor bem sucedido, e minha resposta foi: “segundo o mundo gospel, ter uma "igreja" lotada, milhares de seguidores nas redes sociais e agendas em congressos famosos; mas segundo o Reino de Deus, um pastor bem sucedido é aquele que é fiel à palavra de Deus”.
Um dos truques mais eficientes do diabo nessa geração tem sido seduzir milhares de pessoas a filiar-se nos falsos ministérios. O resultado dessa artimanha é que enquanto essas pessoas se iludem que estão no caminho da salvação, na verdade elas estão indo a passos largos para o inferno.
Você é um instrumento de Deus, então reproduza a melodia da vontade de Deus e não da vontade dos homens.
Qualquer estudante honesto da Bíblia que realizar um exame minucioso da tagarelice calvinista da permissão divina descobrirá que essa tagarelice é completamente diferente do ensinamento Arminiano da permissão divina. A permissão divina calvinista é cobiçosa, desejosa, ávida, determinante e voluntariosa.
Tem situações em nossas vidas que Deus coloca um ponto final. Talvez você não entenda no momento, mas quando isso acontecer é prudente que você não tente colocar uma vírgula para insistir em situações que roubam a nossa felicidade e sonhos.
Assim é a Graça de Deus... Em um piscar de olhos Ele muda a nossa vida, nós dando novos sonhos, novas metas, novos sorrisos, novos relacionamentos...
Um dia a promessa se cumpre, e quando a promessa se cumprir você vai testemunhar dos dias que você sofreu aguardando a promessa.
Infelizmente estamos vivendo um tempo de profunda apostasia no altar. E isso que fica evidente nas pregações que omitem temas como pecado, juízo final, inferno e mudança de vida. Qualquer líder que omite esses temas é um falso profeta infiltrado no rebanho. Um líder segundo o Evangelho e que ama o rebanho de Deus nunca omitiria esses temas que são decisivos para vida eterna.
Muitos ainda não aprenderam que o passado deve ser enxergado como um lugar de referência, e nunca de residência.
Um dos ensinos mais importantes dos Metodistas ensinado por Wesley a respeito da Liberdade Cristã é que não podemos exigir das pessoas que façam aquilo que as Escrituras não exigem.
Nossas orações são usadas por Deus como uma via de comunhão com Ele, e também como um instrumento de realizar no Cronos aquilo que Ele desejou no Kairós. As orações não alteram o propósito de Deus, mas o cumprem!
Todo Cristão que busca ser aceito pela sociedade com uma mensagem progressista é um falso cristão; pois ele está na contramão do Evangelho e do que Jesus disse que no fim "seríamos odiados por todos"!
(Mateus 10.21-22)
Os Confessionalistas
A confessionalidade é apenas um modo esperto (desonestidade e proselitismo) de tratar como definitivo e canônico aquilo que não é definitivo, canônico e nem infalível.
Frequentemente escuto algumas criaturas nas redes sociais ou em alguns púlpitos arrotando: “eu sou presbiteriano confessional”, “eu sou luterano confessional”, “eu sou anglicano confessional”, como se eles fossem alguma casta de cristãos especiais (espécie de Illuminatis gospels) e todos os outros cristãos fossem uma espécie de casta inferior (dálites ou xudras).
Para os confessionalistas, seguir minuciosamente os documentos da sua instituição, letra por letra, é ser um cristão hiper-mega-power-salvo-sacro-santo. O que essa gente ainda não entendeu, é que ninguém dá a mínima para essa babaquice deles. Essa postura é apenas uma CONFISSÃO (trocadilho foi intencional hahaha) arrogante, que pressupõe a infalibilidade dos seus credos, tornando esses documentos em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas, o que é um absurdo!!!
A prova dessa aberração patética e arrogante, é que quase nenhum dos confessionalistas é humilde para reconhecer que esses documentos são produções humanas, e por isso em diversos pontos contem declarações erradas, obsoletas e algumas até absurdas, quando comparadas com a Bíblia e a ortodoxia. Outro ponto absurdo nessa postura, é que esses confessionalistas são quase todos indispostos a iniciativa de dialogar com outras tradições cristãs em busca de um vínculo de unidade. Afinal, para eles, apenas a sua tradição está correta.
Precisamos lembrar que existem várias tradições protestantes, que divergem em muitos pontos importantes, portanto, todas não podem estar corretas ao mesmo tempo. Essa postura irredutível e arrogante dos confessionalistas não faz sentido algum, como se o seu reformador (ídolo) particular fosse o único que conservou o Evangelho e a doutrina dos Apóstolos em sua forma mais pura.
Os documentos confessionais são importantes, mas são produções humanas; não canônicos; não estão em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas e se contradizem em diversos pontos entre si.
Pense nisso e ótima semana!
No Verbo que se Fez carne e é o único Caminho, Verdade é Vida, Marcelo Rissma.
Um Pequeno Resumo da Graça de Deus
O que é Graça?
A Graça é um favor imerecido. A Graça é algo bom que é dado, não porque a pessoa que recebe merece, mas porque a pessoa que dá é misericordiosa.
Deus nos oferece a salvação de graça; e quando alguém oferece um presente de graça, significa que quem recebe não tem que pagar pelo presente, mas tem que querer recebê-lo (João 3.16; João 3.36; João 5.24; João 11.25-26; At 16.31; Rm 4.5; Rm 10.9-10) e ser zelosos (Mt 24.13; Fp 2.12; Hb 2.3; 1º 6.20-21; 2º Tm 1.12-14; Ap 2.26) por esse precioso presente.
Portanto, a Graça é um ato de amor incondicional, não depende da pessoa que recebe, mas essa pessoa precisa humildemente aceitar essa oferta misericordiosa e zelar desse presente, ou então ficará privada dos benéficos do mesmo. A Graça revela o amor de quem dá e não de quem recebe; pois quem recebe, recebe como um mendigo com mãos estendidas.
Agora, o ato de receber um favor ou um presente pela fé não é mais meritório do que é o de um mendigo ao receber uma ajuda. Seria bizarro dizer que o mendigo teve mérito por receber um presente, e não o doador! Assim como seria uma insensatez afirmar que um mendigo que estende as mãos para receber uma esmola dada por Graça a recebeu “por suas boas obras” ou que causou a própria doação; assim também é ridículo alegar que o ato de aceitar a Graça é uma “boa obra” que “causa a salvação” e a torna “centrada no homem”.
A decisão da fé não é causa meritória ou eficaz da salvação; a única causa é Cristo e sua morte. A decisão da fé é apenas a causa instrumental de salvação (como o ato de descontar um cheque), ao fazer isso, o dom é ativado. Mas isso não acrescenta nada ao dom ou o torna menos gratuito.
Cuidado com as heresias deterministas e fatalistas do calvinismo e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
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