Um Estranho Impar Poesia
Se um dia já queimastes a tua mão por tê-la colocado no fogo, só tornarás a repetir esse ato se na primeira vez não sentiste dor alguma...
Um violão se resume a ser uma estrada de cordas que sempre nos leva a calmaria e a solidão de poder entrar em harmonia com as notas da alma
Profetas que profetizam bênçãos à um povo que está totalmente errado, me mostra na bíblia aonde está escrito isso. Estão seguindo o Evangelho errado.
Se você quer ser reconhecido pelos homens por suas obras no bem, é um direito seu, mais não espere reconhecimentos celestiais, pois já recebestes o seu galardão aqui na Terra.
"Não sou de demostrar sentimentos. Mais sou um tantinho sentimental. Não sou de mandar flores, pois prefiro que as fiquem em seu habitar natural, pois só assim sua essência se prolongará por mais tempo..."
"Nunca imites ninguém! Que a tua produção, seja à mais criativa,apreciada como um novo fenómeno da natureza. Pra que tudo igual??? seja você mesmo o autor de tuas belas arquiteturas. ponha uma dose de autenticidade em seus projetos e observarás, que tu fazes a diferença."
Dizem que um homem não é completo até que tenha um livro, escreva numa árvore e plante a mão no seu filho, não pera...
O desejo é um farol, um registrador, prova incontestável, apontando uma vontade quase orgânica. Que por vezes ardia e arde sem ninguém ver...
As vezes crescer significa transferir a confiança que antes era depositada em um ídolo a você mesmo. Não que os ídolos tenham perdido sua força e que simplesmente, está na hora de você se garantir.
Quem me dera ter em mim um pouco de cada poeta. Sairia do clichê de falar em amor, tristeza, tempo, saudade, agonia. E saberia ter olhos aos detalhes do dia. Queria aprender a falar sobre estrelas, flores, pássaros, coisas como essas… Ah, quem me dera… Quem me dera ser poeta.
Faça um análise das coisas que tiram o seu sossego e veja que essas coisas você não vai levar da vida. Porque a única coisa que você leva da vida é o que você é. Então seja. Invista em ser um bom ser humano.
As pessoas partem, e isso já não me assusta. Mal consigo prender um lápis atrás da orelha: quem dirá alguém no coração.
Tanta informação faz minha cabeça dar um nó. Eu não consigo te olhar e imaginar o que aconteceria se tudo desse certo e, também, se tudo desse errado. Por isso opto pelo certo. Mas quase sempre dá errado.
Que tenhamos cuidado com a velha empolgação. Pois ela bem se parece com um camaleão: embora ainda seja a mesma, se disfarça em muitas coisas.
Quero que a gente não se preocupe em doar um sorriso, mas que não deixemos de reservar o nosso. Que ouçamos atentos a necessidade do outro sem precisar esquecer a nossa. Que continuemos entregando o que há de mais belo em nós para alguém; mas que tenhamos o que entregar de mais belo à gente também. E tudo isso sem passear pelo egoísmo.
As pessoas fora de série não conseguem estabelecer vínculo duradouro em um emprego ou trabalho que não valorize as suas competências, os seus diferenciais e as suas virtudes. O ser humano que é fora de série precisa, obrigatoriamente, de desafios a sua altura, caso contrário, sentirá o amargo gosto da derrota a cada fração de segundos da sua vida. Quando um desafio toca o coração de um fora de série, ele assume, sem dúvidas o seu posto e, inevitavelmente, o sucesso acontece. Todo fora de série sabe que precisa compartilhar desta filosofia com pessoas que pensam no mesmo nível e reconhecem a dádiva de evoluir com pessoas que desfrutam dos mesmos valores.
Abortar é indelicadeza, é grosseria. É cegar quem poderia ser amante das estrelas, surdear um apaixonado pelo canto dos pássaros, cortar as mãos de um grande escritor. Abortar é o cúmulo do egoísmo: é ansiar tanto a própria vida a ponto de esquecer a capacidade de amar outras.
Eu queria ser palhaço, mas na terça-feira desisti. Fui, alegre, ver um no circo da cidade, e após o espetáculo fui até o seu camarim. Estava ele lá sentado, triste, cabisbaixo, nem parecia ser o mesmo palhaço que me matou de rir.
Estava cansado de perguntas que me rodeavam há mais de um mês. Nada perdura tanto em minha mente, já que me conhecem por meu aparecido esquecimento. Afinal, quem sou eu? Ora alguém que desperta. Menino, poeta, outras vezes, ninguém. Se contar com a mesma mente, sou gente. Momentâneo, mas sou. Olho à porta alta, penso ser astronauta, mas findo como o Zé que cansou do codinome. Cansado do farto de escrever como poeta. Miro a janela incerta. Corro e me jogo como um pássaro deve ser. Não me restou tempo nem para gritar. Caí na grama, não fraturei uma perna! Me atirei do primeiro andar.
Ele tem cheirinho de giz de cera. É só olhar para ele que me surge um enxame de boas lembranças. Nem foi preciso convite. Ele veio porque quis, e eu fico porque o quero.
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