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Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

Cerca de 439305 frases e pensamentos: Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

Ninguém me ensinou a mastigar
até o dia em que senti fome...

Inserida por LilianFarias

Pintei você no meu coração, e todo dia retoco as cores pra que jamais desbotem.

Inserida por ednafrigato

"A nossa vida a cada dia começa com uma página em branco, para que possamos escrevê-la"

Inserida por Maelteol

Algumas pessoas conseguem melhorar nosso dia inteiro em apenas algumas horas, outras, no entanto, podem passar a vida toda tentando nos bajular e não passará de uma vã tentativa.

Inserida por RegianeReguelim

Talvez você não saiba, mas todo dia, eu choro mais do que devia.

Inserida por Libby

Pode ser que algum dia, eu possa fazer uma mulher feliz...
mas esse dia não é hoje, e a mulher não é você.

Inserida por JoseCarlosAlves

Hoje é dia de fazer as pazes, com Deus.

Inserida por Carlotinhas

O dia que o homem amar o seu semelhante, a paz reinará em toda a terra.

Inserida por Lukas55

Bom dia aos que cansados de olhar pro céu esperando uma resposta divina que acalmasse suas tormentas, resolveram dançar na chuva, organizaram suas tempestades e finalmente ouviram o grito de Deus.

Inserida por Carlotinhas

E se algum dia eu for embora
por esse mundo à fora
para nunca mais voltar,
Seguirei minha vida,
Aonde ela queira me levar,
Mas se não te levar comigo
Não saberei se consigo
A felicidade de novo encontrar...

Talvez o meu destino seja ficar com você,
Ou talvez simplesmente seja o que eu queria crer,
Mas se por algum motivo não possa te ter,
Só me resta, me resta apenas sonhar.

Inserida por RafaelBlein

aí a menina posta na legenda da foto: “Tão natural como a luz do dia” com a cara cheia de maquiagem e uma lente de contato azul.

Inserida por NickollyMelo

Por que me encontro com frequência num estado de felicidade? Por impedir que o meu dia de ontem se apodere do meu dia de hoje.

Inserida por ananeto

"SABE AQUELE DIA MÁGICO?"

Pois eu queria ter tocado o que na hora fazia sentido tocar.
Beijar o que desejava sentir.
Amar cada segundo, um pedacinho de ti.
Entender todas as tuas mensagens que nunca foram ditas.
Apenas visualizar o êxtase daquele momento e entregar sem medo, o que guardo há tanto tempo... Meu amor por ti."

Inserida por Adelise

Queda-se o dia, desmaia o sol,
A janela desenha o crepúsculo,
A noite chega, a solidão surge,
É hora de sentar e escrever.

Inserida por ideniramos

Bom dia meus queridos alunos hoje vou ensinar para vocês uma teoria muito complexa, cheia de pormenores e de regras e que não serve para absolutamente nada.

Inserida por ideniramos

Enigmatizado

Ismael nasceu no dia dezenove de dezembro de 1985. Teve uma infância comum e uma adolescência tumultuada. Depois morreu em um acidente de automóvel no dia primeiro de janeiro de 2008. Fora atropelado por um carro enquanto caminhava tranquilamente pela beira da estrada. Sua família, como é de praxe em todas as épocas com todas as famílias, providenciou um epitáfio com palavras absolutamente vagas e imprecisas. Nem uma vírgula daquele epitáfio seria aprovada por Ismael. O pobre coitado atravessou esse mundo como um homem igual a todos os outros, teve seus amores seus sonhos e suas frustrações. Dedicou-se a projetos triviais para ganhar seu pão, era de família simples e provinciana, e o resto, como diria Shakespeare, é silencio.

Até aqui Ismael seria um homem genérico, sem nada de especial, digo nada de relevante que mereça ser contado em uma biografia. Não pensem que estou fazendo pouco caso dele – longe disso, todo ser humano merece respeito e todas as vidas têm suas particularidades que se bem exploradas podem tornar-se incomuns. Se estou criticando alguém é a família dele por não ter conhecido de fato Ismael. O certo, para falar a verdade, também seria culpar Ismael por sua invisibilidade histórica, porque ele não compartilhou sua vida com os outros? Porque fez questão de levar uma vida mecânica, vivendo o que tinha que ser vivido sem fazer grandes indagações, sem desafiar a ordem pré-estabelecida desse universo misterioso e complexo? Morreu como um carneirinho que seguia o rebanho sem olhar para os lados, sem identificar seu algoz. Claro que em se tratando de um individuo suas idiossincrasias apontam sinais, se, por exemplo, fosse feito um estudo freudiano de tudo que Ismael fez, se coletássemos depoimentos de quem conviveu com ele, provavelmente teríamos uma história mais profunda, adornada com episódios, frases e nuances que certamente desencadeariam uma possível empatia em nós estranhos. Ismael não era nenhum animal, tinha que ter algo de interessante. Mas a história tradicional é assim. A vida de cada indivíduo não tem grande importância. Interessa-nos a história das guerras, dos grandes movimentos sociais, dos reis, dos cientistas e filósofos, dos escritores e poetas, dos santos e mais alguns poucos privilegiados que viveram algo de inusitado e original. Depois disso tudo é a eterna mesmice do eclesiastes. Geração vai e geração vem... levanta-se o sol, põe-se o sol... o vento vai para o sul e faz seu giro para o norte... todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir, etecétera.

Agora me deixem explicar um curtíssimo período de tempo na vida de Ismael, dois meses apenas, que podem dar sentido a sua existência e quem sabe até resumir todos os dias de sua vida aqui nesse mundo. O detalhe é que ninguém sabe que isso aconteceu com ele. O que vou contar se passou em agosto e setembro de 2005.

Ismael estava com dezenove anos e resolvera sair da casa de seus pais para morar sozinho na capital. Tinha arrumado um emprego em um supermercado e decidira continuar seus estudos. Se não me engano, ele planejava estudar arquitetura assim que conseguisse ingressar na faculdade, mas começou fazendo um cursinho de inglês. O resto de seu tempo livre era gasto na biblioteca pública num desbravar eufórico e insano de livros de ocultismo, misticismo e religião. Como sou o bibliotecário e vez por outra eu ajudava-o a encontrar determinado livro posso dizer (e garantir) que algo de muito estranho estava acontecendo dentro daquela mente enigmática. Numa quinta feira a tarde ele aparece meio desorientado, com o rosto pálido e procurando livros sobre anjos. No outro dia pela manhã ele queria tudo que estivesse disponível sobre demônios. Ele olhava para os lados a todo o momento, passava a mão sobre o rosto e deixava transparecer uma sensação de desconforto. Depois daquela manhã ele nunca mais apareceu e algumas semanas depois eu soube, através de um conhecido que tínhamos em comum, que ele havia morrido. Não sei por que, mas aquela morte prematura, de um cara que eu pouco conhecia, me fez refletir sobre isso que chamamos vida.

Logo que cheguei ao trabalho fui procurar os livros que Ismael tinha lido em seus últimos momentos nesse mundo. E para minha surpresa encontrei um bilhete dele no meio de um livro de capa esmaecida. O que segue são as próprias palavras de Ismael:
“Encontrei a resposta. Agora tudo faz sentido. Só importa o mundo espiritual, anjos e demônios guerreiam entre si a todo instante. O embate nunca cessa a espada jamais descansa. Céus, eu quero fazer parte disso. Que venha o fim do mundo, que chegue a aniquilação. Que os elementos se desfaçam em fogo e o filho do homem retorne para fazer justiça”.

Confesso que fiquei um pouco assustado no começo, porém logo me acalmei e deduzi que Ismael tinha surtado. O que sei é que ele sempre foi um cara sensato e normal segundo aqueles que o conheceram. Como um homem consegue esconder um furacão dentro da alma? Como uma tempestade bravia atravessa um espírito e ninguém percebe? Será que Ismael era maluco ou descobriu a sensação oceânica e misteriosa que a religião provoca - aquela que Freud ignorava?

Inserida por ideniramos

"Que não nos faltem o pão e o riso de cada dia".

Inserida por lavinialins

Que tudo de mais positivo e verdadeiro prevaleça nesse dia ;)

Inserida por Ronialves

“A cada dia que passa você me encanta mais ,
preciso tomar cuidado para não
me apaixonar por você.”

Inserida por venusbabi

Eles eram como cão e gato. Os dois brigavam indispensavelmente todo dia, mas independente disso eles tinham um carinho diferente. Ele implicava com ela, ela brincava com ele, ele a visitava e vice-versa. Ele não passava mais um dia sem ela, mas ela não se imaginava sem ele. Ela tinha apenas cinco anos e ele sete. O tempo foi cruel, e a distancia mastigava ambos. Ele foi obrigado a ir embora, e ela impedida de viajar com ele. Ele não queria ir, e ela também não queria ficar. Muito tempo havia passado e as lembranças iam vagamente se sumindo. Não havia mais ressentimento quando ela terminou o último ano de faculdade. Ela mudou de cidade e preferiu não casar, e a única notícia que se tinha dele era que havia ido embora de vez para o exterior. Ela já tinha um filho e esse queria fazer novas amizades. A vizinhança havia se mudado e o garoto já houvera se enturmado com a nova coleguinha. Ela queria dar boas vindas aos novos vizinhos, mas tudo o que viu foi aquela mesma imagem de quando eram crianças e viviam felizes como cão e gato.

Inserida por Haricya