Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
Hoje não é dia. nem de dia é dia. porque pulou pra fora do calendário.
e ninguém viu. o dia fugir ontem a noite.
então eu fico comendo brigadeiro e vendo amélie poulain.
dublado mesmo. porque isso não me chateia hoje. nem desgosto. de gosto.. só o do brigadeiro. outras vezes nem isso.
As vezes é muito tempo. em câmera lenta. legendado. disfarçado. amaldiçoado.
Tudo que eu cozinho queima.
todos os dias meu café esfria. minha saudade mata. meu silêncio grita.
minha gaita enferruja. meu travesseiro sonha. minha fome come. meu menino some. por trás do allstar verde.
mas deixe. que tudo da cozinha se queime. que a geladeira fique aberta. que o dia fuja. pra onde não existam relógios.
ainda tem brigadeiro. e amélie poulain.
Esperança...
Me visto de fantasia
pra alegrar meu dia
que insiste em machucar
quero um mundo enfeitado
olhar de lado
ver o colorido de um sorriso
a magia de uma criança
que movida pela esperança
não sabe o meu sofrer
Todos nós desaparecemos da terra algum dia,mas tem algo que nós precisamos mostrar para o mundo.
É a prova de que existiram na terra pessoas corajosas, que não tiveram medo dos seus problemas, que lutaram por seus ideais.
Continuarei a luta não importa quantas cicatrizes possam aparecer no meu corpo.Seguirei em frente, mesmo que seja um passo de cada vez.
Os humanos sofrem quando são separados daqueles que amam.Nós temos em que acredita e,é isso o que nos faz fortes.É isso que estou fazendo enfrentando superando a dor.
O DIA EM QUE TODOS OS CORAÇÕES PARARAM DE AMAR
"Em alguma parte da historia nos perdemos, e nos tornamos nós mesmos.
Acabaram as arvores. Os animais. Foi-se a água.
O amor ao próximo que algumas vezes fingíamos ter, não fingimos mais.
Ontem, o ultimo homem morreu, jogando em nossas mãos milhões de perguntas. Precisamos de novos lideres? Ou precisamos de novos sonhos?
Seguiremos em frente, mas dessa vez, todos de mãos dadas.
Marcharemos juntos. Nem tudo esta perdido.
Reconstruiremos o mundo do nosso jeito.
Não vamos mais adaptar a natureza a nós.
Nós que vamos nos adaptar a natureza.
Dinheiro não valerá mais nada.
Não é esse respeito falso que queremos.
Você será reconhecido, se merecer.
Não haverá paises, a partir de hoje, seremos parte do planeta terra.
Todos falaremos a mesma língua, todos teremos a mesma cultura.
Cuidem das crianças, elas são a chave de tudo.
Continuarão nosso trabalho, se ele for bem feito.
Nossa principal lei, e talvez a única delas: Não comeremos enquanto tiver alguém passando fome.
Somos todos iguais não somos?
Então assim seremos!
Os poucos animais que restam serão curados e alimentados.
As poucas arvores serão adubadas e regadas.
Vamos limpar os rios que ainda podem ser limpos.
A natureza nos ajudará.
E tudo voltara a ser como era antes.
Ame todas as pessoas acredite nelas.
Confie!
É só o que pode guiar o mundo para um futuro diferente do passado que acabamos de presenciar.
Hoje será lembrado como o dia em que todos os corações pararam de amar.
E amanha será o dia em que olharemos para traz, e não veremos o dia de hoje."
Dia sem fim.
Neste dia triste e sim fim,
tudo que desejo é
finalmente poder dormir.
Deito-me cansada dos fatos,
cansada de mim mesma.
As vezes sinto que mudei,
mas logo vejo que estou só evoluindo...
Está tudo complicado
e simples ao mesmo tempo...
Tempo? Tempo inútil,
que passa a minha
vida dão rápido , nem
Dá para respirar direito...
Já não sinto mais dor,
meu corpo funciona ,
mas a alma está congelada
No tempo,congelada no nada.
Você me levou contigo, quando me
Deu aquele beijo...
O fim? Não, somente o começo
De uma luta por um Amor Real,
Que mesmo distânte vive e cresce
Cada vez mais um pouco e surpreende
A crítica de quem não compreende,
O que é Amar de verdade,
O que é ser Feliz,
Sentir que está vivo,
Sentir-se único,
Valorizar cada passo,
Cada olhar e beijos trocados,
Valorizar Quem você tem
Ao Seu lado.
Hoje
Hoje não é dia de se cobrar tanto assim
Hoje nem ao menos é dia de lembrar do fim.
Ja é hora de largar esse jornal sangrento
Hoje é o dia de mostrar que você se ama.
Na tv o choro insistente da novela
Tão fácil desligar desta porcaria.
Se entretenha de cultura ou prazer
Cante sua mais linda canção.
Caminhe nas ruas e esqueça o sujo
Na mente sinta a mais limpa melodia.
Bem no alto estará os pássaros
Tão juntos como um caminho.
Se chover não será um dia triste
Sempre há alguém para se entender.
Lembre que jamais haverá um dia como hoje,
Hoje é o dia de mostrar que você se ama.
Ela chega cedo, sorridente, dizendo bom dia. Senta-se... a esperar o dia terminar. Fica ali, só olhando, sem dizer nada. Sabe que já estou acostumado, como uma amante que chega na véspera do fim de semana e vai embora nas primeiras horas da segunda-feira. Tento fingir que ela não está ali, me distraindo, ficando ocupado; mas o tempo vai passando e sei que ficarei com ela, que ela está pacientemente à minha espera.
Junto com ela chegam os amigos fieis, daqueles que estão sempre em minha volta, e acreditam me conhecer profundamente, como quem admira um daqueles ridículos ovinhos pintados a mão, sem se importar com o que tem dentro. Possívelmente faço o mesmo com eles... não os culpo.
Pra piorar, ou melhorar, nesta semana a Syco (apelido que eu dou a psicologa) teve que mudar o dia para a quinta-feira, ontem, que é a vespera das sextas, que é a vespera dos metódicos fins de semana, que levam a igualmente metódicos dias de trabalho. Esta Syco tem sido diferente. Me manda eMails, recados pelo celular... quase que uma terapia 24/7. Procura os meus fantasmas e os explora, me empurrando de encontro a eles.
Me agarro às novidades como uma criança à um novo brinquedo. Há alguns meses tem sido o ciclismo, aquelas breves duas horas quase que diárias de dor literalmente escrota que eu, apesar disso, tenho valorizado mais do que um banho de espuma, no sentido absolutamente próprio da palavra.
Agora já são 11 horas da manhã. E ela continua alí, quieta e sorridente. Enroscos os dedos, balanço as pernas, me contorso na cadeira... inquieto... incondicional... Fujo para o banheiro, lavo o rosto, a vejo no espelho...
- Boa noite! Como será nosso fim de semana?, ela diz...
Não digo nada...
- Será do jeito que você quizer... leia um bom livro, saia com seu filho, gaste energia, encontre seu espaço... relaxe...
Continuo sem dizer nada...
- Te vejo semana que vem...
Dia dos namorados: a dialética do amor!
Flávia Squinca
As pessoas apaixonadas esperam ansiosas pelo dia 12 de junho, data “comercial” brasileira definida para comemorar o “Dia dos Namorados”. São meses, dias, horas, minutos planejando o melhor presente para o “grande amor” e, consequentemente, a melhor forma de celebrar o sentimento intenso que traz alegria e esperança no amanhã. Ou seja, é uma data de esperança para aquelas pessoas que ainda acreditam no amor romântico e eterno.
Por outro lado, o dia 12 de junho é a data da saudade e dor para aquelas pessoas que perderam o “grande amor”. É uma data simbólica do fim do amor romântico, uma vez que ela marca a impossibilidade de viver e colocar em prática os mais lindos planos construídos junto com aquela pessoa que dizia acreditar no amor eterno, queria casar-se, ter filhos e envelhecer lado a lado... como “Tarcísio Meira e Glória Menezes”, o casal eterno dos folhetins globais.
Para as pessoas apaixonadas, a data é o momento para relembrar os primeiros acontecimentos: os olhares, as palavras e os beijos trocados, por exemplo, em uma festa universitária cheia de pessoas loucas para “curtirem” sem compromisso; os cinemas, os encontros, a oficialização do relacionamento, as juras eternas, os apelidos vacinados contra as piadas dos amigos (“lindinha”, “fofinha”, “docinho”, “godinho” – ‘sem r para personalizar’, “benzinho”, “baby”...), os planos para serem executados após ambos passarem em um bom concurso público (“ritual do concurso público”), os sonhos, os toques - as mãos e os pés se tocando como se selassem o compromisso de caminharem juntos para realizarem o sonho de amor eterno.
Já para as pessoas que perderam o “grande amor”, a data é o momento para relembrar os acontecimentos que tiram o “amor eterno” da esfera do sonho e o transferiram, sem chance de volta, para a esfera do pesadelo. As primeiras lembranças são idênticas às das pessoas apaixonadas, porém são seguidas de dor, saudade, mágoas e de várias lembranças turbulentas: desvirtuação dos planos, geralmente potencializada pela empolgação financeira (marco da realização do “sonho eterno”), e, consequentemente, pela possibilidade de conquistar a “pessoa ideal” compatível com o novo status quo; as mentiras, as traições, as acusações, os momentos de brigas e ofensas, que em nada lembravam as juras de amor eterno do primeiro momento.
Paralelo ao mundo dos apaixonados e dos ex-apaixonados tem o “comércio do amor”. Nesse período, a cada 10 propagandas ou reportagens na mídia, 9 abordam a temática do dia dos namorados – presentes (o “casal BBB” é chamado para orientar os apaixonados), receitas para selar o amor eterno, entretenimento (no cinema o filme “Eu odeio o dia dos namorados”) e até a fiscalização do Procon nos motéis (point final do dia dos apaixonados...o desejo é compulsório nesse dia)– a mídia busca abordar todos os detalhes do “ritual do dia dos namorados”. Porém, cabe destacar alguns pontos sobre esse “ritual do dia dos namorados”: a valorização de uniões heteroafetivas e a invisibilidade de uniões homoafetivas, para exemplificar o “amor romântico e eterno”; a ausência de campanhas sobre violência doméstica, DST/Aids (como se o relacionamento estável fosse à proteção, em oposição à casualidade do(s) relacionamento(s) vivenciado(s) durante carnaval (palco de muitas traições), evento permeado por diversas propagandas preventivas contra as doenças sexualmente transmissíveis) e, por fim, a ausência de reflexões sobre os efeitos psicossomáticos de relações pautadas na lógica do consumo e do padrão ideal. Certamente, esses efeitos são alguns dos potencializadores de vários transtornos psicológicos ou psiquiátricos (considerados pelos leigos como “síndrome do pé na bunda”) – depressão, síndrome do pânico, suicídio, estima baixa, isolamento, vícios (drogas, bebidas, comida, relacionamento ou outros que permitam a fuga da realidade).
É inegável o caráter paradigmático do dia 12 de junho para as reflexões sobre a dialética do amor. São apaixonados e ex-apaixonados vivendo as mais diferentes e, ao mesmo tempo, semelhantes histórias de amor e ódio, alegria e tristeza, sonho e pesadelo, gargalhada e lágrima, esperança e desesperança, saudade e medo, utopia e real e outras unidades de contrários que se completam e se negam na lógica dos relacionamentos. Enfim, como reflete Mário Quintana sobre o amor e perdas “O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”.
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