Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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"" Os verdadeiros amigos não valorizam coisas pessoais, cada um tem o que lhe cabe e isso basta.. A essência da amizade é a alegria que vem do coração...""

"" A paixão é a química de uma imagem em um cérebro pronto para se viciar, o amor é um vício que o coração insiste em cultivar...""

" Talvez eu seja um tolo
de acreditar no amor,
mas enquanto houver flores
amantes de mãos dadas
namorados se beijando
Pássaros fazendo ninho
de tolo serei todo
pois acreditarei no amor
de novo
E de novo
E de novo...""

Não há inimigo maior do que pensamento ruim.
Dê um refresco à vida
Pense bem...

" Ninguém deve perder a chance de aprender com os próprios erros, embora custe um pouco, o aprendizado pode abrir a porta do saber...

" Que os problemas façam fila, porque hoje estou resolvendo um de cada vez...

Um ser humano deve ser capaz de mudar uma fralda, planejar uma invasão, carnear um porco, pilotar um navio, projetar um edifício, escrever um soneto, puxar o saldo de contas, construir um muro, encanar um osso, confortar os moribundos, cumprir ordens, dar ordens, cooperar, agir sozinho, resolver equações, analisar um novo problema, carregar estrume, programar um computador, fazer uma refeição saborosa, lutar com eficiência e morrer corajosamente. A especialização é para os insetos.

Robert A. Heinlein
Time Enough for Love (1973).

Era um bolo econômico,
como tudo, antigamente.
Pesado, grosso, pastoso.
(Por sinal que muito ruim.)

Cora Coralina
Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global Editora, 2014.

Nota: Trecho do poema Antiguidades.

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Um homem que não chora tem mil razões para chorar.

Sergio Porto
O homem ao lado. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.

Nota: Trecho da crônica O homem ao lado.

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"Se você pensa que é um idiota perfeito não se engane: Ninguém é perfeito!"

Às vezes as melhores combinações amorosas são quando um é o caos para o pensamento do outro e o outro, o veneno para o seu coração.

Quantos anos vocês tem? Menos de 18, um pouquinho mais? Por que pro jovem é sempre tão difícil assumir a sua fé e viver Jesus?! Medo, né? Das pessoas e de você mesmo. Das pessoas porque elas julgam e de você porque você é fraco. As pessoas julgam porque quando você vive Jesus você vive 100% na contra mão do mundo. Isso é bizarro, louco, careta, o que mais eles falam... Já você, é fraco porque é escravo da sua própria carne e nem se esforça pra lutar contra ela. Por que é tão difícil? Por que tanto jovem acha que JESUS não combina com a gente que é jovem? Na verdade, tem razão, Ele não combina mesmo, porque Ele é SANTO e nós, PECADORES! Então, concluímos que pra viver com Jesus não é uma questão de combinação, é uma questão de aceitação. Aceitar que nós não podemos nada, nem somos nada, porque só Jesus pode tudo porque Ele É tudo. Jesus é um estilo de vida, não uma religião cheia de dogmas. Jesus é NÃO precisar de bebida, nem droga, nem homem, nem mulher pra se achar alguma coisa durante uma noite. Se eu tenho Jesus, EU SOU alguém de valor pra vida INTEIRA e não preciso de nada além Dele.

Muito tarde para me prometer um mundo que não me importa mais!

Então maio, seja muito bem vindo! E já que és meu mês, só quero te pedir um presente: afaste da minha vida tudo o que é “maiomenos”.
Só isso!

A vingança não é um prato que se come frio.
É um prato negado quando se está com fome.
E ambos os lados continuam famintos.

Querer alguém "a qualquer custo" será sempre um investimento fadado à falência.

O que me faz querido e abençoado é ter um coração do bem, que cabe gratidão e oferta para o próximo.

Falar a verdade a um amigo é uma perspicácia, e nem sempre lhe garante permanecer na amizade.

Nara Nubia Alencar Queiroz

A Oficina dos Dias

Somos retalhos de vivências
alinhavados pelo tempo, sem pressa.
Cada um carrega no avesso do pano
o mapa de uma guerra, o sal de uma promessa.

Não nascemos inteiros. Fomos feitos
na oficina de perdas e achados.
Um pedaço veio do primeiro tombo;
outro, do beijo que ficou calado.

Buscamos sinais no passado
como arqueólogos de nós mesmos.
Escavamos a argila da memória
para entender o molde do que tememos.

E o que achamos? Um baú sem chave,
onde o riso dorme ao lado do pranto;
onde o nome que não dissemos
ainda ecoa num quarto.

Reciclamos paixões, sim.
Somos mestres em alquimia tardia.
Pegamos a cinza de um amor que não vingou
e fazemos dela nova poesia.

Tiramos do mar do esquecimento
náufragos que julgávamos mortos:
uma carta, um cheiro, uma música antiga,
e o peito vira cais, vira porto.

Nos deleitamos com as lembranças
não por fraqueza de quem não anda,
mas porque toda raiz precisa
da água escura que a expande.

Guardadas na alma, elas fermentam:
são vinho velho em pipa de osso.
Quando a vida aperta a garganta,
um gole de ontem desfaz o nó grosso.

Injetamos vida no que foi
com a agulha da insistência.
Ressuscitamos instantes banais
e os coroamos de transcendência.

Porque viver não é linha reta:
é espiral que volta e avança.
O menino que fomos nos olha
e cobra do homem a mesma esperança.

Somos feitos de fins que viraram meio,
de adeuses que aprenderam a voltar.
Cada cicatriz é uma costura
onde a luz resolveu morar.

E se alguém perguntar do tecido
que veste a nossa humanidade,
responde: é colcha de mil histórias,
remendada com dor, com fé, com saudade.

No fim, quando o corpo cansar
e a linha da vida se romper,
que nos enterrem com essa colcha:
pois fomos tudo o que deu para ser.

O Enigma do Professor Números


Era uma vez, numa escola esquecida no fim da floresta, um professor que ninguém via envelhecer. Chamavam-no de Senhor Ângulo, e seus olhos brilhavam como giz sob a lua cheia.


Contam que ele trocara sua alma com uma bruxa por uma lousa mágica: quem errasse uma conta em sua sala, desaparecia entre os números, virando apenas um sussurro na equação.


Toda noite de lua cheia, o relógio da escola batia treze vezes, e o Senhor Ângulo abria a porta da sala 13 — que de dia não existia.


Diziam as crianças que, se você resolvesse seu problema mais difícil, ganhava um desejo. Mas se errasse... seu nome sumia da chamada para sempre, e uma nova carteira vazia aparecia no fundo da sala.


Uma menina corajosa, chamada Alice, decidiu desafiá-lo. Resolveu a equação impossível sob a última página do livro proibido de fórmulas antigas.


O professor sorriu — pela primeira vez em cem anos — e sussurrou: "Finalmente, alguém quebrou o feitiço."


A escola inteira acordou de um sono de gerações, e o Senhor Ângulo, enfim livre, desapareceu como pó de giz ao vento.




Ficou bem mais tenebroso, com o professor como uma figura misteriosa e ameaçadora, sem muito foco em contas de matemática. Quer que eu deixe ainda mais sinistro, ou ajuste o final para deixar em aberto (tipo "ela ainda está lá...")?