Um dia Percebemos
A questão é que... Não percebemos que a ingratidão afasta as pessoas que sempre se importaram conosco.
É quando sentimos na pele o sofrimento,
que percebemos o quanto as pessoas são importantes para nós!
Sempre fale que "Ama", não espere sentir falta para fazer a pessoa feliz com um gesto de amor e de carinho.
Doe esse amor e carinho,
enquanto tens por perto!
🙏🏼😔❤️
Somos imortais mas só percebemos isso se deixarmos de olhar a matéria e passarmos a olhar a consciência e o espírito!
Com o tempo percebemos que a paz encontramos em meio a livros, poesias e música. Aprendemos que nada vai ser mais gratificante que estar bem com sigo mesmo.
Às vezes tomamos decisões que achamos corretas, só que, mais tarde, percebemos que eram erros óbvios.
O terceiro elemento da criação humana é aquele o qual nos tira algo que ainda nem ó percebemos.
O elemento transformador casual evolutivo, mas nos rebelamos crendo que é o mal, o destruidor.
Somos seres irresolutos e contrários à mudança
Vizinhos de tempo e espaço
Talvez, por estarmos distraídos, não percebemos o quanto a vida é cheia de nuances que beiram a magia. Um desses detalhes que normalmente nos passam despercebidos é a incrível e quase divina coincidência que faz com que as pessoas se tornem vizinhos de tempo e espaço.
Um exemplo é o encontro do casal Oswaldo Stival e dona Edith, ambos descendentes de diferentes famílias italianas que migraram para o Brasil no século XIX. Se a família Stival tivesse vindo “fazer a América”, e a família Spessoto (Peixoto) tivesse permanecido na Itália, o encontro entre o casal que descobriu o amor quase um século depois que seus descendentes chegaram por aqui, não teria acontecido. Se Oswaldo Stival e dona Edith tivessem nascidos em épocas diferentes, o desencontro seria certo, ou seja, essa vizinhança de tempo e espaço (pois ambos nasceram na mesma época e na mesma cidade) permitiu que se conhecessem, convivessem e se apaixonassem.
A incrível e quase divina coincidência que os aproximou é a mesma que dá ao leitor a oportunidade de se emocionar com uma linda história de vida e de amor.
As vezes não percebemos a grandeza de cada momento que passamos.
Quando recordamos sentimos a emoção daquele momento vivido e o quanto é valioso.
Às vezes, demoramos para amar, ou, por termos ficado tanto tempo sem amor, não percebemos que estamos amando. E, assim, não damos valor a quem nos valoriza. Outras vezes, começamos a amar rápido e nos frustamos com os corações lentos, os quais demoram para nos corresponder. Mas essa lentidão não é frieza, ela é o cansaço do coração que já sofreu muitas vezes com o amor.
Um toque. Um simples toque pode derrubar pétalas de uma rosa. Nós só percebemos que somos rosas, quando nossas pétalas caem.
Eu acredito que amar é quando percebemos que a regência verbal
do verbo casar, não deveria ser casar com...e sim casar para...
para fazer a pessoa feliz, para transformar sua vida, para dar seu melhor e assim convidá-la para viver o extraordinário ao seu lado.
É nos meros detalhes, nas coisas ínfima, nas maiores besteiras do mundo, que nós percebemos o valor que você tem para as pessoas. Elas te largam de mão sem um motivo plausível e não fazem a menor ideia do que podem estar perdendo por suas próprias mãos. Mas não grila não irmão, um dia a ficha vai e essa pessoa vão dar graças por ter você na vida delas.
O acordar adulto
“A gente só para de espernear
Quando percebemos que a nossa dor só machuca a gente mesmo...”.
Como somos imediatistas!
E nem percebemos que na ânsia de solucionar algo, apenas resolvemos temporariamente...
Esquecemos as lições que existem na espera pelo tempo certo de Deus para todas as coisas. Edessa forma, deixamos de aproveitar as surpresas que Ele reserva para cada um de nós!
Tempo
Um dos mistérios que inquietam
Achamos formas de medir
De contar
Percebemos certas mudanças na gente
Nas pessoas
Nas coisas
Olhamos e vemos as coisas passarem
Quando nos deslocamos percebemos isso mais facilmente
Em um carro são esquinas a frente e atrás
Esse ir adiante
Esse movimento
Essa noção de que as coisas passam
Essa nossa parte que lembramos
Esse aspecto imaterial de se ver criança
Enquanto já estamos adultos
Isso de nomear quando se é pequeno de um nome
E de que agora maior outro
Como se fossemos diferente
Esse tal tempo
É da mesma forma para mim e para você
O limite do seu está preso a ele
Só somos vinculados a ele?
Acho que não
Mas enquanto ele está aqui
Prefiro ignora-lo
Prefiro pensar que não existe
A sua não existência mesmo existindo é boa
O que é esse tal de tempo
Não sei, não quero saber e se alguém souber
Não precisa me explicar
Estou muito bem sem ele.
na turbulência da vida ,não percebemos o tempo, é preciso refletir se já não é hora de viver dentro do tempo...
O primeiro passo para perder a razão é generalizar, o segundo é ofender o ofensor.
Não percebemos, mas o único combate válido é aquele que não nos igualamos ao blasfemador.
Ao lermos o mundo, ampliamos a nossa condição humana: alcançamos esferas e percebemos dinâmicas antes invisíveis. Essa habilidade nos faz sujeitos ativos, com capacidade de criar e recriar a nossa vida: política, social e individual.
