Um dia a Gente se Conheceu
Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.
Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.
O Olhar Que Esperamos
O olhar que esperamos,
chega, mesmo que tarde,
como um segredo não dito,
como o vento que nos toca
sem pedir licença.
Quantas memórias,
o tempo roubou de nós,
sem que sequer soubéssemos?
O tempo, esse amante implacável,
caminha sem piedade,
nos arrasta,
mesmo quando resistimos.
E nos encontramos, então,
diante de anos perdidos,
diante de sonhos
que se afastam,
como estrelas fugidias
em um céu distante.
Como encontrar coragem para seguir,
quando o desejo é de ficar,
quando a alma implora por descanso
nas margens do que é seguro?
Oh, como se faz isso,
quando tudo parece tão distante,
quando a esperança se dissolve
no horizonte da incerteza?
O futuro não pertence a mais ninguém,
ele é nosso —
mesmo que o mundo tente nos convencer do contrário.
Você, que se sente esquecido,
é mais importante do que imagina.
A cada passo,
deixamos rastros invisíveis,
como marcas no vento,
tocando corações,
permanecendo
em silêncio, mas eternos.
Nos olhos guardamos memórias,
não escritas, mas profundas,
como ecos de um tempo que não se apaga.
E quando a dor tentar nos silenciar,
é nesse instante que devemos levantar,
seguir,
pois o futuro é nosso —
e ninguém, nunca,
poderá roubá-lo.
Lembre-se, sempre:
nada, nem ninguém,
pode silenciar a voz da sua alma.
Você é importante.
Faça-se ouvir.
“Não gosto da frieza nem da grosseria da vida, mas sei que a firmeza é um mal necessário. Ser firme não é ser grosso. É essencial distinguir firmeza de frieza: precisamos de firmeza para liderar, decidir, orientar e controlar situações em qualquer área da vida.”
Senhorita
musica que mais parece um poema de autoria do cantor Zé Geraldo
Senhorita
Minha meiga senhorita,
eu nunca pude lhe dizer.
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou.
De onde eu venho
não importa, pois já passou.
O que importa
é saber pra onde vou.
Minha meiga senhorita,
o que eu tenho é quase nada,
mas tenho o Sol como amigo.
Traz o que é seu e vem morar comigo.
Uma palhoça no canto da serra será nosso abrigo.
Traz o que é seu e vem correndo, vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Comigo, doce, meiga senhorita,
vem morar comigo.
Senhorita: Zé Geraldo
Às vezes, é essencial se afastar do barulho e da agitação, buscando um espaço de calma e silêncio. Esse retiro é vital para a mente criativa e sábia, pois é nele que surgem os pensamentos mais profundos e onde conseguimos enxergar com a clareza da mente.
Em meio ao caos e à agitação, é essencial saber se retirar para um espaço de calmaria, onde reinem a paz e o silêncio. Esse é o lugar onde nossa mente criativa e sábia encontra espaço para se expandir. É ali, na quietude, que surgem os pensamentos mais profundos e verdadeiros, e onde conseguimos enxergar com a clareza da mente. Às vezes, o silêncio é o que precisamos para realmente ouvir a nós mesmos e entender o caminho que devemos seguir.
Então, veio o silêncio —
um silêncio que, embora pesado,
guarda em seu peito a beleza do que foi verdadeiramente vivido.
Liberdade é um estado de ser
Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.
E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.
Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.
Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.
E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.
Cultivar a felicidade não é correr atrás de um ideal, mas permitir que ela surja naturalmente, respeitando nosso ritmo e o dos outros.
“A ciência suave de amar”
Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.
No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.
Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.
Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.
Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.
Então, pelas experiências humanas, amar é isso:
Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.
Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.
“A melhoria de um país começa pela escolha consciente do bem por cada indivíduo, afastando atitudes nocivas e assumindo responsabilidade moral coletiva para construir uma sociedade melhor.”
Hoje vendo as gravações da minha câmera de segurança, vi um jovem indo para a escola às 6:00horas da manhã que pisou no COCÔ de cachorro, deixado na noite anterior por uma moradora do bairro com seu cachorro na minha calçada, vi o desespero deste jovem tentando se desvencilhardo COCÔ em seu tênis, ele teve que voltar para sua casa e trocar o tênis!
Quando às pessoas vão ter CONSCIÊNCIA e EMPATIA, de que suas IRRESPONSABILIDADES poderão afetar a vida de tantas pessoas???
Se você pretende comprar um terreno para construir sua casa, procure um bairro do mesmo padrão de construções que deseja construir sua casa!!!
Construa sua casa nos mesmos padrões deste bairro, se construir uma casa fora dos padrões do bairro, você além de ficar malvisto, vai desvalorizar os imóveis deste bairro!!!
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