Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Deus entende tudo: a pausa necessária, o tempo exato, aquela intensidade bonita que a gente só entende depois que passa.
Mesmo que o universo seja caótico e nada tenha sentido absoluto, a gente pode encontrar sentido nas nossas conexões e escolhas cotidianas. 🛐
Se tem uma coisa que a vida exige da gente é coragem. Quando aprendemos a enxergar as coisas com o coração, tudo muda. A página vira sozinha quando a gente está pronto. A vida adora nos lembrar que ainda dá tempo de ser feliz. E talvez o milagre seja exatamente esse: continuar, apesar de tudo.
Tem dias em que o cansaço não vem só do que a gente faz, mas do que esperam que a gente resolva. E nem sempre dá pra estar em todos os lugares, atender todos os pedidos ou carregar o mundo, mesmo com o coração querendo ajudar. Às vezes, só queria que entendessem que também estou tentando respirar.
Cronica “Seu pai não sei ler”
Era fim de tarde quando, na pressa dos dias que a gente já não vive, apenas atravessa, mandei uma mensagem de texto para meu pai pelo WhatsApp. Algo simples, corriqueiro, como quem diz “tô indo”, “compra pão”, “te amo”.
Passaram-se uns minutos. Chegou um áudio. Apertei o play, distraído — e fui parando, devagar, como quem freia diante de algo que nunca deveria ter passado batido. Do outro lado, a voz dele. Firme, mas doce. E, entre pausas que diziam muito, ele soltou a frase que carrego até hoje como cicatriz:
“Filho, fala por áudio, por favor... seu pai não sei ler.”
A frase veio seca, sem rodeios, sem drama. Mas bastou para me desmontar por dentro. Naquele momento, percebi que a ausência das letras tinha um nome, um rosto, e mãos calejadas: meu pai.
Ele, que desde novo trocou cadernos por tijolos. Que largou a infância para vestir o avental do trabalho e o peso de uma casa inteira nas costas. Nunca teve tempo de ser aluno. A escola da vida o esperava com lições duras e sem recreio.
Mesmo sem saber ler, meu pai sempre foi sábio. Sabia interpretar silêncios, somar esperanças, dividir pão e multiplicar amor. Ele escrevia com gestos. E ainda que seus dedos nunca tenham deslizado sobre uma página, eles desenhavam o mundo com dignidade — cada parede erguida, cada telha assentada, era uma frase inteira dizendo: “eu estou aqui”.
Nunca vi meu pai se envergonhar por não saber ler. Mas percebi, nas entrelinhas dos dias, a solidão de quem vive num país onde tudo grita por letras. Placas, receitas, contratos, celulares... O mundo exige leitura. E quem não a tem, acaba empurrado para a margem — como se fosse menos, quando, na verdade, é mais: mais forte, mais lutador, mais humano.
Meu pai é daqueles heróis que não cabem nos livros, porque ele é o livro. Sua vida, cada capítulo, é aula de resistência. Nunca frequentou uma sala de aula, mas me ensinou tudo que importa: respeito, esforço, afeto e verdade.
Hoje, quando falo sobre alfabetização de jovens, adultos e idosos, penso nele. E em tantos outros “seu João”, “dona Maria”, “seu Antônio”, que a sociedade esqueceu. Alfabetizar não é apenas ensinar letras; é devolver a voz a quem só foi ouvido por áudio.
Se um dia eu tiver filhos, e eles me perguntarem quem me ensinou a ler a vida, responderei com orgulho: foi meu pai — mesmo sem saber ler.
tem gente por aí infeliz, preocupado por tentar agradar os outros para ser aceito, minha preocupação é saber qual é o meu próximo dia de folga.
A gente só entende o valor de uma foto quando não tem mais a chance de tirar outra. Só percebe o peso de uma conversa que não aconteceu quando o tempo se encarrega de fechar portas que nunca mais se abrem.
Quantas vezes ignoramos sentimentos por medo? Quantas vezes deixamos de ser quem queremos, só para não dar o braço a torcer? E então, o que sobra? Histórias que nunca foram vividas, amores que ficaram no “e se...”, amizades que eram apenas ilusões bem montadas.
É fácil olhar para trás e perceber onde deveríamos ter sido mais corajosos, mais atentos, mais vivos. Difícil é mudar isso enquanto ainda há tempo. Porque, no fim, todos vão olhar para alguma coisa e pensar: “Eu poderia ter aproveitado mais…”.
E quando esse momento chegar, não se engane. Muitos não vão atravessar a rua para te ver, mas vão andar quilômetros para te enterrar. No fim das contas, o adeus sempre vem a questão é se, até lá, você realmente viveu.
"O amor é flor que flora no coração da gente e quando encontramos pessoas tão especiais Ficamos sorrindo à toa, ficamos sorridente. É porque o amor floresceu, brotou, cresceu, exalou o seu perfume. tão lindo tão contagiante tudo é flor quando a gente tem um grande amor"
A gente sabe e sente quando é pra ficar
Quando o toque marca, não dá pra negar
E a memória roda, roda, roda em loop
Não para até continuar a história
“O pior é que a gente queria que até mesmo o nosso sofrimento fizesse algum sentido — mas sofremos ainda mais justamente por saber que ele não tem.”
A gente se viu de novo,
troca de olhares, toque, beijo.
Tudo tão igual, e ao mesmo tempo, tão diferente.
Você disse que sentia minha falta,
quis ouvir isso da minha boca,
mas eu não sabia o que dizer.
Não por não sentir nada,
mas porque o que eu sentia já não era o mesmo.
Você falou de recomeçar,
de nos conhecermos mais,
mas o tempo já fez seu trabalho,
e algumas feridas já querem se cicatrizar.
Não sei se eu não te quero mais,
mas sei que não te espero mais do mesmo jeito.
A gente sempre foi isso, né?
Dois corpos que se encontram nas festas,
trocam olhares, se perdem em beijos,
mas nunca se encontram de verdade.
Não quero ser só uma vontade passageira.
Quero algo que faça sentido, que construa, que dure.
E a gente não tem isso.
A gente já sabe como essa história termina.
Não é diferente de tantas outras noites:
beijos que vêm e vão, palavras que ficam pela metade,
promessas que nunca foram cumpridas.
É hora de ir embora.
De fechar a porta que ficou aberta pra você só por costume. Ou expectativa.
Eu não quero mais ficar presa ao que nunca vamos ser.
Não quero mais ser sombra de um sonho que nunca se tornou realidade.
E hoje foi a última vez que você me levou embora pra casa.
A última vez que a gente saiu da festa juntos.
A última vez que eu me permiti acreditar que, depois do nosso encontro,
viria algo a mais do que o vazio que a gente sempre deixou.
E por mais que o nosso beijo tenha sido intenso (como sempre),
ele não apagou a certeza silenciosa que cresce aqui dentro:
a gente não é pra ser.
Você não é mais meu sonho, nem esperança, nem vontade.
É só história, com um capítulo que eu preciso fechar,
pra poder escrever outros que façam sentido, que me façam bem.
A minha história com final feliz que eu sei que mereço ter.
Tudo o que eu sentia, você já soube.
Tudo o que doeu, já doeu.
Tudo o que podia ser, já não pode ser mais.
Você me ensinou muito,
até mesmo o momento certo de ir embora.
E acho que é agora.
Agora finalmente eu vou viver.
Sem peso, sem passado, sem você.
Tem gente que se acostuma tanto a ser ouvida por volume, que quando encontra silêncio com firmeza, se desespera.
Você é assim.
Você vive tentando ser grande aos olhos dos outros, mas no fundo…tua grandeza só existe quando os outros se diminuem.
Você chama de personalidade o que, na verdade, é só medo mal resolvido. Medo de ser esquecida, medo de ser comum, medo de não ser o centro.
Você não é forte. Você é barulhenta. E há uma diferença cruel entre as duas coisas.
A tua força é construída em cima de provocar, medir forças, testar limites. Você vive em guerra com qualquer um que ameace o império imaginário que criou ao redor de si.
Mas eu não tô no teu campo de batalha.
Eu não sou tua inimiga.
Eu sou teu reflexo.
E é por isso que você me odeia tanto.
Porque enquanto tu grita tua autoestima pras paredes, eu existo em silêncio ,sem precisar pisar em ninguém pra estar inteira.
E isso te consome.
Porque tua segurança é cênica, e a minha, mesmo remendada, é real.
Tu fala de corre como se tu fosse a única que rala, que luta, que sente.
Mas tu nunca respeitou o corre de ninguém.
Tu só respeita quem tu pode controlar.
Você idolatra Charlie Brown como se isso fosse uma carteirada de consciência. Como se isso te desse uma aura de rua, de verdade, de lealdade. Mas o que tu entendeu das letras, além das frases de efeito que tu posta em story?
Charlie Brown era dor, era respeito, era vivência,uma coisa que você nunca foi.
E você?
Você é vaidade disfarçada de atitude.
Tu fala bonito, mas age feio.
Tu quer respeito, mas nunca aprendeu a respeitar.
Tu quer lealdade, mas vive testando quem tá do teu lado.
Tu quer atenção, mas só oferece veneno.
Tu não é profunda. Tu só cava buraco nos outros.
Mas comigo não.
Tu pode tentar me pintar como vilã, me diminuir nas entrelinhas, me colocar como obstáculo no teu teatrinho.
Mas eu não sou coadjuvante no teu roteiro.
Eu sou o ponto final.
Eu sou o basta.
Eu tô te olhando nos olhos agora, com palavras afiadas como bisturi.
Porque gritar, qualquer um grita.
Agora, machucar com a verdade?
Isso é pra poucos.
E se doeu, é porque serviu.
- Relacionados
- Frases de Mario Quintana
- 67 frases de bom dia especial para acordar com o pé direito ☀️
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
