Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Nem todo fim é trágico.
Eu por exemplo, amo os fins de tarde.
Em um fim de tarde eu olhei para o céu e conforme ele ia escurecendo eu fui avistando um ponto de luz, uma estrela. Logo pensei; este ponto poderia representar o fim dessa história. Conforme a noite foi caindo ainda mais escura, avistei um outro ponto, e logo mais um e mais um, até que o céu ficou coberto de pontos.
Eu pensei; estes pontos podem representar muitos pontos finais em minha vida. Fim de muitas amizades, de alguns amores e até mesmo de sonhos.
Pensando nisso nem percebi quando os pontos foram sumindo aos poucos até que vi o sol nascer. Logo pensei; na vida podem ter muitos pontos finais mas enquanto o sol nascer para mim, ainda existirá uma oportunidade de recomeçar.
Um ambiente de trabalho mais seguro depende de comprometimento e atitudes em todos os níveis da organização. O jogo é ganho com a implementação e monitoramento de ações dia após dia dentro das linhas de operação.
Autoestrada
Uma grande autoestrada possui muitos afluentes,
É como a cabeleira de um grande rio, cheio de fio... e cada um diferente,
Existe o fio que vem da roça, vem de longe, estrada grossa,
Pra passar só com um trator, um trator que as planta roça...
Já tem um fio que é da cidade,
Moço jovem, pouca idade...
Aprendeu a ganhar dinheiro, na mais tenra mocidade...
Hoje vem de Ferrari,
Cavalo a mil!
Chegou na autoestrada e ó: você nem viu!
Outro fio mora bem perto,
Bem na beira da autoestrada,
Nem precisa sair cedo,
Uma preguiça retada! Mas foi!
Pegou a bike, deu uma olhada,
Encheu o pneu...
E partiu! Partiu pra autoestrada!
A autoestrada não tem fim, só que ninguém sabia...
Cada um fez o que pode e assim a vida seguia...
O fio da roça lá chegou, na autoestrada seu trator,
Ia bem devagarinho, nem ele mesmo se apressou...
O da Ferrari tava longe, longe até demais,
Pena que não viu o buraco, Ferrari nunca mais...
O da bike, tudo certo, continuou a pedalar,
As vezes até parava pra uma soneca tirar...
O tempo foi passando e autoestrada não acabou,
O da roça perdeu o diesel, então logo se apressou...
Mas só por um momento, pra deixar o seu trator, agora ia a pé... Quem da roça já cansou?
O da Ferrari tava parado, os 4 pneu furado,
Sentado com a porta aberta, parecia desconsolado...
O da bike acordou, hora de pedalar,
Mas agora ele já notou, os pneus tão a muchar...
O da roça chegou em prosa, bem pertinho da Ferrari... Olhou, pensou... E então fez um milagre!
"Bora moço jovem! Olha só como é que eu tou! Esse é o único caminho, o destino já chegou! Não se prenda a esse carro, o meu lá atrás ficou. Olha o tanto que andei e veja só o meu vigor! Eu sei que é difícil, para isso me esforcei. Mas segura aqui no meu braço, vamos juntos ver o Rei!"
O da Ferrari nem acreditava,
Nunca tinha visto alguém com tanta alegria brava!
Por um momento ele quase desiste,
Já não estava mais triste, andar não é tão ruim, se alguém que ama insiste.
O da bike tinha voltado, era mais rápido ir em casa, afinal não tinha ido longe, enchia o pneu e então voltava...
Voltando pra casa, esqueceu até aonde estava, a bomba, o pneu e até a própria casa...
Perdido... Agora que percebeu,
Isso já tinha acontecido antes,
É o vício do já morreu!
Mas então ele se lembrou,
Virou e encontrou,
A casa tava do lado,
Foi o pescoço que não virou.
Mais a frente... A autoestrada tava difícil,
Mas o da roça ajudava o jovem,
E o jovem ensinava o difícil...
Os dois aprendiam muito, seguindo na autoestrada,
Cada vez que um ia cair, logo via a mão esticada,
O jovem tinha tatuagem, piercing e calça rasgada,
O da roça um cigarro de palha, pouca roupa e mais nada...
O da bike conseguiu! De volta a autoestrada,
Mas bateu uma preguiça, outra soneca na beirada...
Enquanto ele tava dormindo, dois ratinhos o observava...
Assim que o sono pesava, um assobio se escutava...
O da bike então acordou,
É hora da pedalada!
Pena que o pneu murchou,
E os ratinhos, escondidos,
Caíram na risada...
A autoestrada ainda está lá,
Não se sabe até quando,
Enquanto o da roça e o jovem andam,
O da bike vive sonhando...
Engraçado é dizer, que ele mora mais perto,
Mas a distância que ele foi, dos outros dois nem chega perto.
Albina de alma e corpo, donzela detentora de um nome singelo, mas intrinsecamente robusto, carrega consigo uma designação composta por apenas três letras. Uma nomenclatura que transcende o mero registro civil, pois, permeada por simbolismos, ostenta a dádiva materna e a escolha paternal de envolvê-la com o manto imaculado do Amor, relegando à insignificância os convencionais sobrenomes.
Erguendo-se sob a égide espiritual de uma entidade divina que personifica a sublime essência feminina, ela encontra sua guia celestial em Sant'Ana, a mais elevada representação da maternidade transcendental. Nesse universo simbólico, a sua existência se entrelaça com o sagrado, moldando-a à imagem da persistência, da compaixão e da resiliência.
Embora sua figura se revele frágil na tomada de decisões, revela-se, paradoxalmente, uma força fulgurante, destemida diante dos desafios que se apresentam em seu cotidiano. Sua jornada, contudo, é marcada por uma dualidade intrigante, onde a vulnerabilidade se entrelaça com a coragem, forjando uma personalidade cuja resistência emerge em meio à fragilidade aparente.
Natural do signo de Câncer, ela traz consigo as marcas de uma infância marcada pela necessidade de lutar incansavelmente por seus desígnios. Desde tenra idade, acostumou-se ao embate constante pela conquista de seus objetivos na efêmera arena da existência. Contudo, nesse palco efêmero, ela negligenciou a essência pura do Amor, subjugada pela ausência de uma fundação sólida em inteligência emocional.
Entre as vicissitudes de seu percurso, ela se debruça mais sobre as páginas do passado do que nos pergaminhos do futuro em busca das razões que permeiam a falta de sucesso em sua trajetória. Uma alma inquieta, imersa em questionamentos, se vê perdida nos intrincados labirintos da própria existência, buscando, de forma quase saudosista, nas dobras do tempo pregresso as explicações que lhe escapam no presente.
Tal qual uma embarcação à deriva, ela se encontra perdida nos sinuosos caminhos da vida, buscando desesperadamente um mastro seguro para orientar seus passos. Onde está o norte, a bússola que lhe indicará a direção apropriada em meio às tormentas que assolam seus caminhos?
A resposta, sutil e imperceptível, ressoa nos recessos de sua própria mente. Somente ela, detentora do poder de moldar sua própria realidade, possui o controle soberano sobre a neuroplasticidade que esculpe as veredas de seus pensamentos.
Em um ato de autotransformação, ela pode redefinir os limites de seu próprio ser, corrigindo os rumos de sua jornada em direção ao êxito tão almejado.
Assim, em meio às complexidades do existir, a nobre donzela de nome tão singelo trilha o caminho da autodescoberta, empunhando a lança da autoconsciência e da autorreflexão. No delicado equilíbrio entre vulnerabilidade e coragem, ela esculpe a própria narrativa, forjando um destino que resplandece com a luz da superação e do autoamor, transcendendo as sombras que porventura obscurecem sua jornada.
Sem um abismo de vez em quando, graça alguma tem a vida, amor.
Coleciono não saberes, mas até estes eu perco, de maneira que, vez por outra, encontro um saberzinho, porque tem coisa que a gente só encontra quando deixa de procurar.
A educação dada a um indivíduo em desenvolvimento, só se torna desnecessária; Quando inibir a própria percepção e alterar a vontade fora dos padrões normais sociais e morais. Desta forma, não existe valor moral desta.
Um amor bandido aconteceu, quando peguei seu coração desprevenido e ao se dar conta já estava em minhas mãos.
Preciso que saiba, nas entrelinhas desta poesia,
Que meu amor por você
É como um rio cheio de alegria.
Que flui constante, profundo, sem nunca cessar,
É uma promessa de amor que jamais irá quebrar.
Neste singelo poema,
Expresso meu sentimento verdadeiro,
Um amor que cresce, que é puro e inteiro.
És a musa inspiradora, a razão do meu viver,
Amo você, para sempre e além do anoitecer.
Em cada toque, sinto a magia do destino,
Teu calor, um abrigo para mim tão divino.
És a chama que arde forte em meu peito,
Preciso que saiba,
És o meu porto mais que perfeito.
Aceite estas palavras como pétalas de uma flor,
Cada uma, um juramento do mais puro amor.
Te amo mais que o meu próprio infinito,
Preciso que saiba,
És meu sentimento mais bonito.
Não pensamos como um grupo, pensamos como indivíduos e partilhamos nossas ideias para o grupo, isso é importante é fundamental.Individuos pensam como indivíduos, mas partilhar é essencial para o bom andamento da família e da vida.O compartilhamento é uma ação individual que tem um impacto coletivo. Uma família que compartilha é uma família forte.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
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