Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Mais uma razão para te engajares no protesto. Se gostas do governo ajude-o a que seja um bom governo. Ou nunca observastes que o governo só age motivado por duas coisas: pelo protesto do povo ou por medo do protesto do povo?
Tua postura é incoerente com a tua beleza. Tens um olhar tão lindo, um sorriso bonito, ombros bonitos e como te portas? Andas a encolher-te como se procurasses esconder-te. Como se não quisesses que ninguém te notasse
Houve um tempo em que eu acreditava em quase tudo que eu ouvia.
Hoje, preciso ter certeza, até do que eu vejo!
"Homem Que Não Sabe Amar"
Explicar o que é um poema
é como tentar falar do amor:
não cabe só em palavras,
não vive sem sentir dor.
Ambos nascem da alma,
do que pulsa sem razão.
São feitos de silêncios,
de entrega, de emoção.
Mas tem homem que não sente,
que vive sem se doar.
Olha verso como perda,
e amor, como fraquejar.
Não entende o que é ternura,
despreza quem sabe escutar.
Nunca leu com o coração,
nunca soube se entregar.
Como te explico um poema
se tua alma não quer tocar?
Como falo sobre o amor
a quem não sabe amar?
O amor, em sua essência, é um organismo vivo, em constante mutação e adaptação. Não se trata apenas da paixão inicial, daquele turbilhão de emoções que nos arrebata. É muito mais. É a construção diária, a dedicação, a paciência, o companheirismo e a cumplicidade que se estabelecem ao longo do tempo.
A vida nos dá as oportunidades,
O problema é que a modernidade cria em nós um estereótipo pra tudo, e, constantemente usamos ele para determinar o que serve em nós.
É necessário muita cautela para administrar as paixões: chegam como um furacão despertando nossos sentimentos mais ternos, mas quando se vão sem avisar, podem acordar com muita força nosso ódio mais profundo.
Um arranjo:
"A dificuldade maior dentro das unidades escolares hoje é lidar com indivíduos provenientes de lugares que não têm regras - casa, sociedade - para um lugar onde ainda persiste a aplicação de regras: a escola."
Eu já estou morto.
Ao escrever este poema, sou apenas um cadáver que teima em segurar a caneta.
Não sei o dia, nem a hora de quando eu morri —
talvez na juventude, talvez no primeiro verso, talvez no primeiro amor que não me amou.
E é isso.
Estou morto, e não há mais volta.
Ninguém chorou.
Não houve velório, nem lamentos, nem lápide com meu nome.
Morri e continuei vivo, preso ao corpo como se ele fosse meu.
Sem céu, nem inferno.
Após a morte, só há o hábito de existir,
onde meu cadáver se senta a escrever
como quem cava a própria cova
com uma colher de chá.
Continuei a fazer as coisas de quem vive:
amar sem saber o que é amor, crer sem fé, desejar sem saber por quê.
Morto, mas não suficientemente;
vivo, mas não inteiramente.
Sem saber se invento a vida ou se ela me inventa.
Morri sem testemunhas.
Nenhum mau cheiro, nenhum adeus, nenhum vestígio.
E o pior: nem eu mesmo percebi.
ESPERA
Quando o amor se depara
Com um pedido de espera
Ele suspira
E se evapora
Numa aura pura;
E se incorpora
No que aspira
E para a espera
Então se prepara.
E na espera incessante,
Triste o amor se ressente;
Pelo acinte,
Pelo afronte,
Qual transeunte
Que numa ponte
Atende ao pedinte,
Porém presente
À sua frente, um assaltante!
Quieto como chegara,
Suave como regera,
Ele se gira
Parte agora
Sem amargura.
E se avigora
Pois lhe insurgira
Que a espera que elegera
Por qual vergara, enfim, agora, subjugara!
Viver é um problema com solução na morte, a morte é a solução pra todo ser vivo nessa existência, somos tão insignificantes que seremos descartados pelo universo em morte, nesse universo somos os demônios condenados pela morte e estamos nesse fluxo natural. Simplesmente Somos seres vivos sobrevivendo nesse mundo cheio de harmonia e destruição. A lei natural do universo contribui para que o ser humano seja um bicho racional e esse é o fato da existência humana.
A empatia e a escuta ativa são fundamentais para criar um ambiente de confiança e apoio. Quando alguém se sente ouvido e compreendido, é mais provável que se sinta confortável para abrir sobre suas experiências e sentimentos.
Abençoados
O sopro da vida,
alma bendita,
um brinde aos espelhos e as sombras,
de joelho ou em pé,
do suor a fé,
um milagre acontece todos os dias sem ser visto.
Isso pode acontecer. É possível. Como diz um provérbio russo: “Quando acontecer com você, você saberá que é verdade”. Mas será que realmente temos que esperar pelo momento em que a faca estiver em nossa garganta? Não seria possível, com antecedência, avaliar com serenidade a ameaça mundial que ameaça engolir o mundo inteiro? Eu mesmo fui engolido. Estive na barriga do dragão, em suas entranhas incandescentes. Ele não conseguiu me digerir e me vomitou. Vim até vocês como testemunha de como é lá, na barriga do dragão.
Os erros que cometemos no passado não nos define. Devem servir como lição e não como um carma que temos que carregar para o resto da vida.
O Luar
Em uma noite fria, o luar aceso, tua pele a minha, um desejo.
Em um abraço que aperta, o tempo que para, em cada beijo que incendeia a alma rara.
Sobre o brilho prateado que nos cerca, nossa paixão se entrega.
Um amor que arde intenso e sem fim, presente eterno não só pra mim.
No abraço que nos funde, sem freio e sem pudor, sinto a brasa acesa do nosso amor.
Nossos lábios se entregam em beijos vorazes, desvendando desejos, em chamas e em fases.
Que o mundo se esqueça, que o tempo se perca.
Nessa dança que seduz, somos fogo e desejo sobre a Luz
Reflexão
O silêncio não é apenas a ausência de som, mas sim a presença de um espaço para a introspecção e a conexão. Ao cultivarmos, podemos descobrir uma fonte inesgotável de paz, clareza e autoconhecimento para refletir e escrever, tornando-se uma forma poderosa de processar emoções, organizar pensamentos e obter clareza.
Ao caminhar em um parque, sentar ao lado de um lago ou simplesmente observar o céu, sentiremos que a natureza tem imensa capacidade de acalmar a mente e promover uma conexão.
Façamos então, pausas conscientes das telas, das redes sociais e das notícias. Permitindo-se ficar offline por um período para se reconectar com o mundo real e consigo mesmo.
Rebeca em Flor
Rebeca não é uma flor só.
Ela é um jardim inteiro, feito de contrastes suaves e intensos,
uma alma que dança entre o sutil e o inesquecível.
Ela tem a delicadeza da rosa,
que encanta sem esforço,
e a elegância que não precisa falar alto — basta existir.
Carrega a graça da flor de cerejeira,
com uma presença leve, quase etérea,
mas que permanece viva na memória,
mesmo quando o tempo passa.
Tem a feminilidade e a sensualidade do hibisco,
não vulgar, mas natural —
como quem floresce sabendo o valor que tem.
É girassol em movimento,
olhos voltados para a luz,
mesmo quando o mundo parece sombra.
Carrega consigo a coragem silenciosa de quem ama sem medo
e a lealdade firme de quem permanece, mesmo quando tudo muda.
No coração, habita o lírio —
símbolo da sua pureza, dignidade e espiritualidade profunda.
Rebeca não vive na superfície;
ela mergulha, sente, ora e se eleva.
Mas não se engane com a suavidade:
também é margarida,
simples no gesto, verdadeira no olhar,
bela por ser quem é — e não por tentar ser.
E quando precisa se mostrar inteira,
ela é flor de flamboyant:
forte, vibrante, impossível de ignorar.
Ela floresce onde outros murcham,
e não se curva diante do sol —
ela se alimenta dele.
⸻
Rebeca é flor rara, que não cabe em vaso nem vitrine.
Ela floresce em alma livre.
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