Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Máquinas humanas
Pare! Olhe! Escute!
Pare um pouquinho. Deixe os afazeres por um instante. Respire fundo, sinta o perfume das flores, ouça o cantar dos pássaros. Volte o pensamento para a rotina do trabalho, do dia a dia, do tudo igual.
Pergunte: Onde vou? O que quero?
Olhe: Olhe a beleza da natureza, olhe o céu, o vento. Olhe! Apenas olhe.
Escute! Escute o som do universo. Escute o som dos motores, das máquinas super modernas. Escute os comandos, mandos e ordens. Apenas escute.
A correria desenfreada na busca do cumprimento de metas e contratos; A obediência cega aos costumes e regras; A rotina desgastante exigida e postulada. Tudo, tudo isso nos leva à ação inconsciente do dever natural humano. Somos talhados e ensinados à obediência do fazer mais e melhor. A busca do capital material e intelectual tira o sono, o lazer e o tempo de pensar. É o inconsciente coletivo.
Somos máquinas humanas. Todos os dias ligamos e desligamos o botão de partida. Como papagaios repetimos por anos a fio, as mesmas e doloridas rotinas da sobrevivência.
A vida vai passando, as rugas aparecendo, a enxaqueca que não sara, o infarto de espreita e o tempo diminuindo.
A efemeridade da vida passa despercebida. Por que trabalhamos tanto? Por que queremos aprender cada vez mais? Por que queremos ter sempre mais?
Aprendemos desde criança o valor do trabalho, do estudo e da necessidade da boa formação acadêmica. Ninguém aprende como ser feliz. Não há escola para a felicidade, para usar bem o Domênico tempo livre, para o aproveitamento do tempo de vida.
Corremos, corremos, corremos. De onde partimos e onde vamos chegar! Quando?
Somos um rio que caminha lentamente para o mar. Momentos de calma em seus meandros e momentos de fúria em suas quedas. Flores em suas margens acariciam e deixam seus perfumes. Mas o mar fica cada vez mais próximo. O mar é o final da caminhada.
Como máquinas humanas estaremos, amanhã, e depois, e depois , repetindo tudo de novo. Pois foi assim que aprendemos.
Pare! Olhe! Escute!
Élcio José Martins
O amor é uma ideia que um bêbado teve, sentado no boteco em que é freguês.
As ideias dos bêbados são ótimas... Sempre dão certo enquanto dura a embriaguez.
Quando o porre passa, a ideia perde o encanto... Vem a triste realidade outra vez.
Então, antes que meu porre passe e a realidade venha de vez... Garçom, desce mais uma dose dupla e sem gelo, aqui na mesa seis!
Um homem se esvazia de sono
Quando se enche de idéias.
Um homem cheio de idéias
É um homem cheio de vida.
A vida está na ideia de viver.
Novas idéias, renovam nossas vidas.
"Para sempre", é um compromisso que não assumo. Não tenho a certeza de que posso cumprir.
Prometo lhe dar todo o meu amor, enquanto te amo!
“O excesso de bajulação a um ser humano, muitas vezes o faz pensar ser o que verdadeiramente não é.”
Quando chamar alguém de GADO ou IDIOTA saiba que você é também e ao apontar um dedo saiba que outros quatro(4) lhe apontam também.
Olhe para mim, sou alguém que
por um tempo passarei por sua vida;
tente fazer com que eu possa levar
o melhor de você, prometo que me
esforçarei para fazer o mesmo contigo!
Qualquer crápula matricula-se na escola pública e já se sente no direito de humilhar um doutor, ou mestre. Ali sofre um graduado igualmente a um mestrado ou doutorado, basta levar o título de professor.
Sabe paisano aqueles um milhão de campo povoado que tu tinhas?...Te resta quarenta e dois metros quadrados cercado de taipa,Venderam teu gado venderam tudo tuas quadra... e te digo quem vem aqui é só alguma coruja perdida em busca de guarida, e não perdeste esta taipa de receio do novo lavorero. Foste maleva,suvina óia teus guri tão aí virado no diabo um boletero outro abiiatario. Será que valeu cada tustão negado? peleia por meio metro de cerca. Que pealo de cucharra paisano... Ivens@breu
Aniversário: bolos, doces, presentes e mais um ano completo; a translação humana, digna de parabéns.
Melancolia
Nas noites gélidas de Agosto
Em um lugar cheio, amontoado
Talvez o vazio mais cheio
Com apenas um zumbido que
Entra e mata o silêncio do ar
Aqui não existe tristeza
Nem a felicidade
Não há sentido estar aqui
Aqui um necrotério
Aqui se eu estivesse
Em um saberia?
A vida...
Quando tudo parecer difícil encara como algo que precisa ser reformulado. É como um quebra cabeça uma hora a peça encaixa não tenha medo que tudo parece estranho no momento depois se torna fácil. Se encarar como deve todo começo tem fim e todo fim tem um começo. Coloque em tudo que for fazer algo como positivo e no final as coisas acontece. Tenha fé na vida e tenha fé em Deus. Não desanime no meio, continua!
O começo é sempre o fim e fim é sempre começo a roda gira e a vida continua. É como uma roda gigante você começa e recomeça.
E a cada manhã, a sempre o dispositivo de siga, porque a vida é sempre uma linda jornada. Bom final de semana pra você amizade querida!.
Shirlei Miriam de Souza
Estou mirando o paraíso,Não me espere para se apaixonar,Eu preciso de um anjo. Eu Poderia ser a sua fuga das madrugadas entediantes,Hotel com luzes de neon,Faria você afastar suas inseguranças,Aproveitar o momento e fazer daquele experiência o seu reinício.
Não era uma distância longa entre um olhar e outro. Mas longe o bastante para que os olhares se deturbassem, uma distância suficiente para que fosse agregado ao olhar certa subjetividade e interpretação um tanto ousadas. E foi isso que aconteceu.
Dia após dia os olhares se encontravam, abraçavam-se, mas nada diziam. Talvez porque não achassem que ali estaria se criando visões de algo, de alguma coisa. E em linha reta, a conversa continuava. Não em palavras, mas na subjetividade dos olhares. Não é preciso dizer nada para que fosse percebido que ali por meio dos olhos a comunicação se fazia. E seus interlocutores sempre certos de que estavam sendo compreendidos. Será?
Talvez sim, talvez não. Os olhos não são muito claros, vejam o trocadilho, quando se trata de sentimentos. Alerta de espolie. Sim, um sentimento nascia por meio daqueles olhares. Pelo menos da parte do dono de um dos pares de olhos. De uma pequena semente por trás daqueles olhos nascia um sentimento. E alimentado pelo imenso terreno fértil da carência cresceu tanto que já não cabia mais no corpo. Começou a transbordar.
Saia por todos os poros da pele. Fugia pela respiração. Os olhos, porém, pareciam não saber transmitir essa mensagem. O olhar não tinha a força de levar à compreensão desse sentimento a pessoa a quem estava endereçado. E a dona do outro par de olhos não recebeu essa informação. Não imediatamente, apesar dos olhares continuarem ininterruptos.
E eis que entra nessa história um terceiro par de olhos. Na verdade, um par de ouvidos. Ao escutar a confissão do amigo, não crer. Ele que acompanhou e ouviu todos os cochichos daqueles olhares, percebeu de imediato que os olhos daqueles dois jovens não estavam falando a mesma língua. E a dona do segundo par de olhos ouviu da boca do amigo o que o dono dos olhares interpretou.
Ela não acreditou. Mas ficou calada, pois nada a boca tem a ver com a conversa dos olhos. E deixou então que os olhares fugissem e que ficassem calados para que não fossem mal interpretados. Mesmo assim, vez por outra eles se encontram, pois estão sempre no mesmo caminho, desviam-se e vão embora. E o terreno fértil da carência continua suprindo o amor que o dono de um dos pares daqueles olhos pensa existir. Olhares são perigosos. Eles falam muito, no entanto, nada escutam.
Gratidão é um sentimento nobre, mais nobre que isso é o amor ao próximo e ajudar o seu semelhante, a partir daí vem a gratidão...
Caráter cada um molda o seu como quer, não é culpa dos outros ou da sociedade se alguém se desvia dos caminhos da moralidade.
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