Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
A vida é um permanente ir-e-vir. Uma estação de onde os trens embarcam e desembarcam em curtos espaços de tempo. É nesse ínfimo intervalo entre a partida e a chegada que algumas pessoas saem da nossa história, enquanto outras entram com a sua meta determinada. Temos a pretensão de impor as nossas vontades e deixamos de entender que as despedidas, como os encontros, são etapas imprescindíveis à abertura e ao fechamento dos ciclos por que temos que passar.
Entre as perdas e os ganhos há uma nesga de sol para enxergarmos o que realmente vale a pena. Se nos alongarmos no luto das perdas, passará despercebido o fio de luz que aponta o novo caminho a seguir. Enquanto não deixarmos no passado o que não pode mais ser, impediremos o futuro de se fazer presente e colocaremos em risco, talvez, a nossa verdadeira felicidade.
Todas as coisas têm o seu prazo de validade, é necessário permitir que vá o que tem que ir para que o novo chegue e diga a que veio. Assim será sempre até que entendamos ser a vida um jogo cujas peças só mudam de lugar enquanto não encontram o encaixe perfeito, por isso não adianta insistir em mantê-las aonde queremos, pois pode não ser esse o lugar dela... e, enquanto ela não sair, não encontraremos aquela que é realmente a que preencherá a lacuna.
Ser normal é um saco.
Uma vida morna não tem sentidos, um torpor que não tem pé e nem asas.
Exercitar a loucura devia ser decreto, a loucura é uma necessidade pra coragem do medo sorri, o sangue vibrar, o coração disparar.
Ser louco tem preço, embora bem mais alto paga aqueles que não dobram-se a sua loucura. E não me julgue pela minha impulsividade, eu não mereço um olhar certo de criticas. Me olhe com admiração, afinal quem é louco sabe que mesmo não dando certo, até chegar-se ao chão tem o tempo.
E nesse tempo a loucura toma a coragem que não cansa., apenas descansa pra tentar de novo.
Pago esse preço, afinal viver é uma loucura.
Pessoa alguma se encontra na indumentaria carnal por impositivo do acaso por injunção de um destino cego e cruel.
É possível conquistar um imenso poder quando nos convencemos, em nossos devaneios mais secretos, de que nascemos para controlar.
O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.
A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?
Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.
Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?
Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".
O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.
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Alguns Dias dos outros se separaram
Para com distinção adormecer -
O Dia em que um Companheiro chegou
Ou foi forçado a morrer.
Para um navegador que não sabe seu rumo, nenhum vento lhe é favorável.
Nota: Adaptação de Link
Um dia,
ela vai descobrir que idiotas como ele você encontra a cada esquina. Um dia, ele vai descobrir que raridades como ela você encontra uma ou duas vezes na sua vida inteira.
A Inexorável Dor da Perda de um Filho
Ela, mãe, está sofrendo. Ele, pai, está sofrendo. Acabam de perder um filho para a mais forte de todas as guerras: a inexorável passagem para o outro plano. Seu filho amado está indo embora! – uma viagem às pressas, inesperada, sem tempo para dizer adeus. Um jovem com todas as alegrias e sonhos da sua idade e do seu tempo.
Seríamos realmente capazes de imaginarmos a dor desses pais? Sentirmos o tamanho desse luto? Demais para ser suportado. Imensamente. Uma dor que não tem nome e dói só de pensar. Falta o ar. Consome o equilíbrio. Falta chão. Sucumbe-se às lágrimas. Uma dor que não seca, mas faz murcharem as forças, rouba os sonhos, dilacera a alma. Interrompe a esperança, invade nossas entranhas e leva uma parte de nós – a vida perde um pouco a suas cores....
Não é fácil aceitarmos a inversão da ordem natural no ciclo da vida. Não estamos nunca prontos, não queremos enterrar um filho. Quando a natureza não cumpre o ciclo como deveria é dolorosamente terrível e assombra.
– uma separação consumada fisicamente, mas que jamais conseguirá romper com os laços... não há substituições, filho é filho e ponto.
Impossível medir a dimensão da dor da perda de um filho. Não conseguimos mensurá-la, é uma dor única, intensa, egoísta e gigante. A perda de um filho é ferida que não cicatriza, é pra toda a vida – essa dor terá momentos que se converterá em saudade, mas nunca será menor. Os pais ficam perdidos na sua dor, um vazio inconsolável, um lamento interminável. Que ninguém se atreva estancar essa sangria no coração de uma mãe e de um pai... O choro é demasiadamente solitário e triste – não se decifra um amor que transborda em lágrimas.
Não encontro consolo. Não há nada que possa arrancar esse tormento que estraçalha o peito dessa família. E nesse momento, não posso e não devo - hoje as lágrimas têm e devem cair. Tem que ser assim.
Hoje a dor é dessa mãe e desse pai. Amanhã ou depois, quem sabe a serenidade venha bater às suas portas.
Hoje, quero manifestar meu sentimento solidário e companheiro, fazer uma prece e desejar que esse jovem encontre muita luz em sua passagem. Que a mãe, o pai, os irmãos e todos os familiares, no devido tempo, encontrem motivos para a difícil superação dessa dor, hoje latente.
Que a resiliência seja. Que encontrem a habilidade de persistirem nos momentos difíceis quando a saudade doer - e ela dói, vai e volta, e continuará a doer... Mas, será preciso continuar, lamentavelmente, essa é uma das mais tristes regras que nos são impostas: - sobrevivermos com a ausência física daqueles que muito significaram à nossa continuidade, à nossa existência. Que o tempo faça o que é dele fazer - leve um dia a dor embora e deixe apenas a saudade terna e mansa.
Somente quem vivenciou a dor de um trauma sabe que embora seja necessário se reestruturar, esta tarefa pode não ser tão simples, nem fácil.
ele: eu voltei. um dia antes do seu aniversário..vi a besteira que eu fiz, o tempo que fiquei longe.. senti tanto a sua falta.
ela: eu também senti a sua. e nossa, doeu demais..você começou a sumir pelos pouquinhos, e eu te via, quase sempre, disfilando com ela por ae. tem noção do quanto aquilo me chateava?
ele: eu estava namorando..eu amava ela e foram ótimos momentos. desliguei dos meus amigos..de todo mundo.
ela: enquanto você vivia seu lindo conto de fadas com ela eu fiz muita coisa, pensei muito em você, mais conseguir tirar você da minha vida. E agora você voltou.
ele: não tem que falar comigo se não quiser.
ela: aé? então agora eu posso excolher se quero você na minha vida ou não? Porque antes eu queria, e você não quis. Como vou saber que não vai ser como antes?
ele: nós somos amigos apesar de qualquer outro detalhe.
ela: eu sentia sua falta como amigo também. eu me sentia sozinha..quer dizer, eu me sinto sozinha. e eu amo um outro alguém, alguém que quando você foi embora tirou minha cabeça da sua ausência, meu coração do seu vazio. alguém que hoje é a minha saudade.
ele: eu posso fazer isso mudar.
ela: não quero você mais, nem como amigo, nem como nada. e sabe que eu estou feliz..não foi difícil pra mim te dizer isso..não quero ter que sentir mais uma saudade assim que você sumir de novo. me acustumei sem você..e você fica bem sem mim. olha, vai embora.
ele: eu sempre te amei, só foi difícil pra mim enxergar isso..se você me quer longe, tudo bem. vou respeitar.
A justiça tarda, mas tarda demais.
O Brasil é um país onde corrupção tornou-se sinônimo de política. Escândalos políticos há tempos fazem parte do dia a dia nacional e, lamentavelmente, o brasileiro parece já ter se acostumado a isto. Ouvir no noticiário que algum governante andou burlando leis, fraudando documentos, subornando funcionários, sonegando impostos, já não chama mais atenção. Não choca mais o ouvido de qualquer pessoa.
Questionam-se os brasileiros: em meio a tanta impunidade dos desonestos que pintam e bordam na sociedade de nosso país, até quando a massa aceitará em silêncio tanta desonestidade e falta de punição? Até quando o povo aguentará sustentar uma corja de marajás que sequer tem noção das dificuldades pelos quais o país passa? A resposta é simples: o povo aguentará enquanto não tiver formação e conhecimento suficiente para da maneira correta intervir e mudar o quadro político brasileiro.
Logo, esta “fiscalização” que o povo pode vir a fazer é praticamente impossível, e se for, está anos luz à frente da realidade nacional. Com um setor de educação deficiente, a base educacional brasileira vem formando indivíduos que só sabem abaixar a cabeça e contribuir, na maior parte das vezes inconscientemente, com a corrupção crescente, sendo coniventes e esperando que alguma solução divina caia do céu.
Em suma, o Brasil continuará sendo palco de corrupção e escândalos políticos por muito tempo. Enquanto cidadãos não possuírem base educacional suficiente para terem consciência da sociedade em que vivem e assim estarem condicionados para contestá-la, restará ao povo brasileiro a esperança de dias melhores, e a crença no dito popular de que a justiça tarda, mas não falha.
A morte é inevitável. Quando um homem fez o que considera seu dever para com seu povo e seu país, pode descansar em paz.
Você sacrificou tanta coisa. Sua vida pode ser mais do que decisões impossíveis, e um fim trágico. Você pode escolher VIVER
Quando a lágrima tiver que
anunciar o nosso pranto, a alegria
pode dar um passo atrás para permitir
que aprendamos com o sofrimento.
"Quando chega dezembro, costumamos fazer um balanço de tudo o que se passou. Arrumamos nossas bagagens e seguimos esperançosos rumo ao novo ano. Sempre desejosos de melhores dias, mais amor, maior alegria. Assim, mais um ano se passa. Mais um ano, mais um ano, mais um ano... E continuamos a dar boas vindas ao Ano Novo repleto de coisas que ansiosamente sonhamos.
Mas o Ano Novo é assim mesmo, nos motiva e nos desperta para o sonho de um futuro melhor e de uma vida nova. — £ste ano pretendo emagrecer, fala um. — Quero mudar de emprego neste ano, diz outro. £ste ano farei tudo diferente, declara outro. Há desejos e mais desejos: — £ste ano vou pensar seriamente em fazer uma faculdade. — £ste ano irei juntar dinheiro...
Sempre almejamos, no ano que vai chegar, as coisas que nunca tivemos.
E talvez tudo se concretize no ano que está chegando, pelo menos é isso o que eu desejo.
Que no próximo ano, todas as nossas vontades se realizem com amor, que não desanimemos e, que não fiquemos esperando que aquela maravilhosa peça íntima ou que aqueles deliciooosos grãozinhos de lentilha, se responsabilizem sozinhos pelo sucesso de todos os nossos sonhos para este novo ano.
Pois, o sonho não é nada mais que a semente daquilo que desejamos, mas só um cultivo cuidadoso poderá nos trazer a certeza de que vamos receber aquilo que queremos.
Bons sonhos, boas festas e um feliz ano novo❗" ;) ⭐
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