Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Tenho saudades do meu amor,do seu corpo broseado como as aguas do rio,do seu corpo baloisando na minha cama como o vento.
Comer a sua fruta na frescura da liberdade.
Quem mi dera voltar ao passado do nosso namoro..
Rebati todas minhas idéias. Trai meus pensamentos, contrariei minhas ideologias, logo feri meu coração.
A chuva limita meu olhar ao horizonte, porém disciplina a minha mente a olhar o que está na minha frente.
Minhas emoções tem tomado o meu ser com frequência ulti-
mamente, tento sufocá-las como sempre o fiz , mas não te--
nho obtido o sucesso dantes.n
Paradoxo
Vou, mas permaneço aqui
Paradoxo de vida, sei lá.
Deixarei meu “eu “em cada canto
Estarei no pó que sai da terra
E na gota de chuva
Estarei morrendo na partida
Para renascer na chegada
Façamos de conta que é só um tempo ruim
Uma pequena ausência minha
Quando tudo passar, renasço das cinzas
É só um morrer na dor da solidão
E um viver depois, no cio da própria vida.
Uma nau sem mar
No seu olhar calmo e sereno de antigamente, não encontrei meu mar e nenhuma praia aonde eu pudesse repousar meu “eu”. Encontrei apenas algumas interrogações fugindo de todas as respostas que eu poderia Ter.
Foi como ver em uma manhã a ressaca, a fuga para outra encosta e a sensação de algo esparramando, descansando em si mesmo.
Pela primeira vez parei para pensar e fiquei perdida dentro do meu vazio, dentro do meu próprio porto sem nenhuma sinalização.
Não voltaremos atrás. Eu sei que não voltaremos, nem para recolher as mágoas, nem para recolher os aplausos. Guardaremos dentro de nós esse silêncio gritante, explodindo dentro de nós. Eclodindo dentro do nosso ser que já não é. Deixou de ser quando se fragmentou, e os pedaços espalhados não se fizeram formas novamente. São lâminas, areias dentro do nosso mar, desse mar vazio sem nenhuma nau, sem nenhum anjo esperando a embarcação. Acabaram os sonhos e tudo se fez real.
E, no entanto, olhando pelas frestas de nosso interior eu vi um menino correndo em direção às ondas imaginárias, eu vi um menino brincando de “gente grande”, guardando dentro de si um medo danado dessa vida tão dura, muitas vezes impiedosa. O que esse menino não aprendeu (porque teve medo), foi a fantasticidade que é desafiar a vida com todas as quedas, com seu tempo imperativo. E como é gostoso tirar da vida o néctar, o doce, o essencial, mesmo quando ela insiste em nos dar o amargo.
Foi isso que vi em seus olhos e compreendi que não era calmaria, e sim olhos inertes. E foi por isso que o mar foi embora, sem nau, sem anjo, sem nada para deixar de rastro, de simples lembranças.
Também estou indo. Deixarei as marcas digitais de uma sombra se movendo ao tique-taque do relógio. Deixarei meus fragmentos de sonhos espalhados nesse chão frio. Talvez um dia os absorvam ou triture-os até o fim. Tudo isso são marcas de um passado que ainda dói muito percorrer.
Mas estou indo. A minha nau parte amanhã, sem os seus olhos, sem o seu mar.
Haverá de soprar ventos leves, ventos fortes, que certamente nos levará a navegar em outro tempo.
Minha pátria,
Meu Brasil,
Terra onde os pássaros cantam em português
e os ventos uivam poemas de Gonçalves Dias e Castro Alves.
O meu maior erro foi tentar fazer de tudo pra te ver bem
parecendo você gostar de ver os outros te fazendo mal.
Eu sou o Avelino Tchindúli Hími, nasci e vivo em Benguela (Angola), o meu contacto é: 931 85 35 95, Morada: Camunda, E-mail: avelinohimi@hotmail.com, Facebook: avelinohimi
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