Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
No meu mundo não existe solidão
No meu mundo não existe tristeza
No meu mundo não existe desigualdade
No meu mundo não existe preconceito
No meu mundo não existe morte
Na verdade meu mundo não existe
Não quero mais furtivas lágrimas rolando pelo meu rosto e nem caminhar o tempo todo junto a desfiladeiros.
saibas que este amor meu revelado, só a ti pode ser declamado; sagrados sejam os beijos desta tua boca!
Eu penso, sonho com o meu futuro.
Mas agora sem você as coisas estão mais difíceis.
Quero meus sonhos de volta!
Quero voltar a sorrir como antes!
Quero voltar a viver de verdade...
GRANDE KLESÃO meu parça !!!quem ti viu quem te ve !!!!quem diria que KLESÃO O problematico ia casar um dia !!!!!!pois é foi num desses dias q GRANDE KLESÃO e CABRAL mais uma vez perdido na night pelas bandas ali do atlantico em um frevo!!!!nem imaginava o q que poderia acontecer naquela noite !!!!
GRANDE KLESIO conhece a sua bela e adoravel futura esposa !!!é não sei c foi bem neste dia !!!!mas alembro q aquele cenario tambem faz parte desta historia !!!!!talvez achando q era mais uma entre as outras,que seria mais apenas uma na sua agenda !!!! é mais c enganou heim AMIGO !!!!
Achou a mulher que conseguiu tocar seu coração !!!!!que por sinal um coração q parecia q era duro feito uma pedra!!!! é mas enganei percebi q nem tudo q parece é !!!e que uma hora o outra, cedo ou mais tarde a hora de cada um vai chegar!!!!!eu continuo duro na queda vamus ver até aonde consigo chegar !!!!!!continuo do mesmo jeito amigo só q agora um poquinho melhor, é claro, a e outa muito mais bonito tambem !!!kkkk!
O FIM DE ROMANCE
Quebrado o feitiço
meu sonho acabou.
Lágrimas, soluços
foi só o que restou.
O amargo na boca e
a voz na garganta
me deixam lembranças
de quando tinha esperança.
Na sua memória
os largos espaços de história
que tornaram minha vida
como uma ferida.
Nada lhe convém...
Nada me convém...
Não és tu o solidário e consciente?
o mais frágil e sorridente?
E eu?
Uma simples moça
sem direção, sem coração
sem capacidade de escolher
entre viver ou morrer!
A invencível condição
que foge da razão
que me tira do sério
e desperta o mistério
da indecisa e precisa luz
que me seduz.
Até o fim de uma noite alta
acharei uma resposta
aos meus pensamentos
que constrangem meus sentimentos.
Fuga em azul menor
O meu rosto de terra
ficará aqui mesmo
no mar ou no horizonte.
Ficará defronte
à casa onde morei.
Mas o meu rosto azul,
O meu rosto de viagem,
esse, irá pra onde irei.
Todo o mundo físico
que gorjeia lá fora
não me procure agora.
Embarquei numa nuvem
por um vão de janela
dos meus cinco sentidos.
E que adianta a alegria
dizer que estou presente
com o meu rosto de terra
se não estou em casa?
Inútil insistência.
Cortei em mim a cauda
das formas e das cores.
(A abstração é uma forma
de se inventar a ausência)
e estou longe de mim
nesta viagem abstrata
sem horizonte e fim.
Um dia voltarei
qual pássaro marítimo,
numa tarde bem mansa
à hora do sol posto.
Então, loura criança,
Ouvirás o meu ritmo
e me perguntarás:
quem és tu, pobre ser?
Mas, eu vim de tão longe
e tão azul de rosto
que não me podes ver.
A graça de quem mora
no país da ausência
certo consiste nisto:
ficar azul de rosto
pra não poder ser visto.
As vezes o meu subconsciente trabalha arduamente em razões meramente obsoletas, em idéias que desejam serem escritas, em sonhos desesperançados que querem vir à tona. No mesmo instante que me entrego aos meus pensamentos, outros pensamentos se entregam a mim.
“Querubim”
Você chegou e olhou pra mim
Com esse olhar todo angelical
O chamei de meu querubim
E você me chamou de paraíso astral
Mas de anjo só tinha o olhar
Talvez o cabelo e o jeito de falar
No fundo você foi a serpente
Que veio aqui só pra me tentar
E daí eu me apaixonei
E era tarde para evitar
Quase louca eu fiquei
Com vontade de te amar
Mas como anjo ou serpente
Pro seu lugar você voltou
E eu fiquei aqui carente
Com saudade do que acabou.
Meu mundo girava em torno de você, meus pensamentos eram todos seus.
Acreditava quando você olhava em meus olhos e dizia
"EU TE AMO".
QUANDO me citava poemas para me encantar, sendo que era tudo mentira
ACREDIVA quando me dizia que para você eu era única.
Que era especial e que contava os minutos para estar ao meu lado eu ACREDITAVA....
ACREDITEI quando disse que queria passar o resto de sua vida comigo
que queria construir uma família ao meu lado.
Hoje percebi que tudo o que você dizia e eu ACREDITAVA para você não passou de um
DEJA-VU.
MEU CORPO FALA
Vai me encarar?
Reaja aos meus beliscões na sua cintura
Poe uma postura, se concerte!
Se concentre nos meus olhares
Não pertencemos uma ao outro, mas ande com os meus passos
Eu ando embutido nas suas sombras
Viver assim é bom, vê se entende, vê se me preenche
Não quero as horas vagas, eu quero os minutos inteiros meus…
Quero que esqueça o relógio, senão eu quebro os ponteiros.
Eu sou as suas horas, eu sou o seu tempo que não se esgota
Não quero um olhar ligeiro, de quem não me viu, de quem em mim nada viu
Quero um olhar que me congele, que me embarace
Quero tropeçar com esse embaraçoso olhar
Quero simplesmente perder o fôlego ao te beijar, e depois respirar bem fundo
Quero chegar próximo como se fossemos imas com os lados invertidos
Porque acho linda essa luta de querer se tocar, e a natureza não colaborar
Quero que me olhe com tanto desejo, que minha roupa escorrega devagar
Reaja! Anda! Faz alguma coisa! Estou aqui e meu corpo fala com você
Acredito que meu desejo e atitude na busca pela justiça encontram voz em muitos corações, mesmo nos desesperançosos.
CASA VAZIA
(Cumpadi Caipirinha)
To vortânu das campina
Onde lá fui si iscondê
Pra num vê o meu amô
Que foi imbora e me dexô
Tudu aqui é tão vaziu
Tão cheio de sodade e dô
Nossu quartu tá tão friu
Como faiz farta meu amô!
Agora neim iscuto mais
Os cantu dus passarinhu
Neim veim na minha janela cantá
Meu amigu o sabiá
Logu mais vai sê noiti
Num sei se vai tê luá
E se as istrêla vão briá
Comu briáva pra sinhá
Numa noite de natá
Dei elas tudu pro meu amô guardá
Dissi que maió dus presenti
Num pudia a ela dá
Será que ela foi imbora
E levô a lua e as istrêla
Aleim de ficá na solidão
Me dexô na iscuridão
E tirô di iêu, o céu e o chão
Aqui tá tudu tão friu
Tão seim graça e tão vaziu
Poeta Athos ocê tinha razão
Num dá pra aguentá
Essa tristi separação
Mesmu qui iêu se acrediti
Que tinha que sê ansim
Essa vida num queru não!
Que se isproda meu coração!
APREPARANO O CASÓRIO PELA SINHÁ
(Tânia Mara Camargo)
Óia meu noivo, nóis já tamo mais Intimu,
Entonces vim dizê pro ce qui
Tô apreparano u casório.
Tô fazendu uma (CPI) das coisa
Que vô levá.
Tem cá um porco gordo,
Que gosta das verdinha,
Ele usa cueca pra modi
Guarda as notinhas.
Tem um galinho ganizé,
Bão, é brabu como o quê.
Só vendo mesmo,
É miudinho qui nem u
Salário mínimo.
Tem um burro que odeia
Manifestação púbrica,
Num pode falá nada
Que ele dá cada patada.
Ce já cato corrupto na praia?
Aqui na roça tem de monte,
Num pricisa i no mar não,
Adepois explico mio.
Bão, to catando tudo o
Que me apertence.
To dispidindo dos parente.
Num esquece:
Ce vai tê qui mi declará
No impostu de renda.
Porque sinão além dos
Bichos que vô levá,
O leão vai te visitá.
Inté.
Porque beijo e chamegu
Só adepois do casório.
DISPIDIDA DA SINHÁ
(Tânia Mara Camargo)
Tô com o coração apertadu,
Vô deixá meu canto,
Meu rincão quirido,
Meu chão vermeio.
Di noite veju o céu
Estrelado, pareci
Tão pertu, mai
Tão pertu,
Qui a lua dá pra pegá.
Pareci doci de arroiz doci,
Bão de lambuzá.
As porteira aberta,
Isperandu o amo chegá.
I chego!
Tô formosa qui nem
Flô.
Mais o peitu dói
Ademais,
Num gostu de
Adespidida,
Eita firida duída.
Ocê já pode pega na mão
Inté!
SOZINHU I SEM CARINHU
Ficu aqui nu meu sertâo
Sozinhu i sem carinhu
I guanu a noiti veim
Eu chóru baxim
Soluçanu cum as solidão
A lua quânu si achêga
Derramânu sua luiz
Si dismancha tudinha
Ao vê minhas tristeza
Qui nas noite inté reluiz
To aqui sozinhu
Nessi mundão
Oianu ao longi essa imensidão
Ah! Solidão qui martrata
Tantu esse solitáru coração
Intão, sinhá Mariquinha
Óie pra essi seu Caipirinha
Que fica ancim tão sozinhu
Esperanu por essa doci minina
Vô ti mandá meu retrato
Pra se vê se tudo dá certo
I ocê intão se arresórve
Casá mais ieu di uma vêiz
Inté, intão!
E fique logo boazinha!
Mariquinha du coração!
Estrada
Quantos mistérios!!!
Caminhos, cores do meu sonho
Caminho estrada que não existe
Meus pés estão sozinhos
Sem destino sem chão
Peço ao mistério da vida
Não me deixe na ilusão
Tira meu coração desta aflição...
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